quarta-feira, 1 de abril de 2015

Na primeira quinzena deste mês, o post "Será o fim da falta de bateria em um mundo super conectado?" abordou que estamos cada vez mais conectados e dependentes de fontes de energia.

Com tantos equipamentos "inteligentes", a necessidade de armazenamento de dados cresceu exponencialmente e passamos a ouvir constantemente sobre o big data. Parte destas informações já pode ser utilizada pelas empresas para direcionar seus negócios, como possibilitou a parceria entre a IBM e o Twitter.

Apesar de tantos avanços, a IBM estima que 90% de todos os dados gerados por smartphones, tablets, veículos conectados e equipamentos nunca são analisados ou colocados em prática, um desafio para a Internet das Coisas (IoT). “O conhecimento cresce com cada dispositivo ou sensor que esteja na rede, mas frequentemente não focamos neles, mesmo sabendo que podemos obter melhores resultados; é uma oportunidade rica e abrangente que transformará os negócios”, afirma o vice-presidente sênior da IBM Analytics, Bob Picciano.

Diante desse cenário, a IBM anunciou um investimento de US$ 3 bilhões nos próximos quatro anos em uma nova unidade de IoT que terá como base o IBM IoT Cloud Open Platform for Industries, plataforma aberta baseada em nuvem que visa auxiliar clientes e parceiros de diferentes indústrias a integrar dados em tempo real e insights de diferentes fontes nas operações. Isso possibilitará, por exemplo, que as seguradoras obtenham dados de veículos conectados e, assim, tenham novos modelos de precificação e serviços altamente customizados a seus motoristas.


                 



Uma nova parceria anunciada pela IBM com a The Weather Company também retrata as capacidades do novo sistema. Com o apoio de mais de 100 mil sensores de tempo particulares, aviões e drones, as duas empresas ajudarão os clientes a entenderem os impactos do tempo nos resultados de negócios de modo a aperfeiçoar as áreas de negócios afetadas por mudanças climáticas.
O IDC aponta que em 2020 serão 28,1 bilhões de unidades de dispositivos IoT instalados, o que oferecerá um enorme valor agregado na economia global: U$ 7 trilhões previstos pelo IDC e U$ 1,9 trilhões projetados pelo Gartner.



O meteorologista Jim Cantore fala sobre a relação do tempo com o business. Confira o vídeo: 

                

Posted on 17:05 by TI+simples

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Muito tem se ouvido sobre o IBM Watson, principalmente quando ele passou a ser aplicado em novas áreas como a culinária e brinquedos. Mas o que é verdade e mito sobre ele? Confira algumas dessas dúvidas:



Posted on 14:54 by TI+simples

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Existem atualmente quase três milhões de aplicativos nos sistemas Android, iOS e Microsoft e, em média, são feitos downloads de mais de 100 mil apps diariamente. Milhares de dispositivos conectados com a internet rodam diferentes tipos de apps com necessidades específicas; é difícil não pensar em segurança.

Muitas empresas estão se atentando a isso, porém, de acordo com um relatório publicado pela IBM, quase 40% das grandes corporações não tomam as precauções necessárias para garantir a segurança dos aplicativos que elas desenvolvem para seus clientes e também não protegem seus dispositivos móveis contra ataques cibernéticos. O estudo encomendado pela companhia ao Ponemon Institute ouviu 400 grandes empresas, sendo 40% delas membros da Fortune 500, que trabalham com grande quantidade de dados sensíveis nas áreas de finanças, saúde, farmacêutica, setor público, entretenimento e varejo.

Em média, as organizações testam menos da metade dos aplicativos desenvolvidos e 33% delas nunca os testaram, o que cria uma infinidade de pontos de acesso aos dados empresariais por meio de dispositivos inseguros.

Embora o gasto anual de cada empresa com o desenvolvimento de aplicativos móveis seja de cerca de $ 34 milhões, somente 50% delas têm recursos destinados à segurança móvel. Já para a outra metade, 5,5% do budget de aplicativos são o total destinado a garantir que eles estarão seguros antes de serem disponibilizados aos usuários. O retrato disso, conforme apontou o primeiro relatório de 2015 do time IBM X-Force, é que mais de um bilhão de registros de dados pessoais foram comprometidos em ataques virtuais durante o ano passado.

Mas os pesquisados justificam essa vulnerabilidade: para 65%, muitas vezes a segurança de seus aplicativos é colocada em risco devido à demanda do cliente ou necessidade. Por outro lado, 77% citam a pressão para a entrega como o principal motivo dos apps terem códigos vulneráveis.

Outro problema ressaltado no relatório se refere à adoção do BYOD. O levantamento mostra que a maioria dos funcionários são adeptos a apps e os baixam de fontes não confiáveis, o que deixa o telefone vulnerável a malwares. Para ter uma ideia, 55% declararam que suas empresas não têm políticas que definem o uso de aplicativos no espaço de trabalho, enquanto 67% permitem que os empregados façam o download de aplicações não controladas nos aparelhos de uso da empresa e 55% autorizam o uso e instalação de apps corporativos nos dispositivos pessoais.

Para evitar que ocorram vulnerabilidades dentro das organizações, a IBM dá a dica: proteja os dados sensíveis criando políticas que estabeleçam o uso de dispositivos móveis dentro das companhias de forma segura. Além disso, também é necessário adaptar tecnologias e ter uma equipe dedicada à proteção das informações.





Posted on 14:13 by TI+simples

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