quarta-feira, 29 de julho de 2015


Porto Alegre agora é digital. Ontem, dia 28/7, a capital gaúcha lançou, em parceria com a IBM, o #POAdigital (www.poadigital.com). A ideia é que o portal seja um hub de inovação e empreendedorismo na região. A plataforma online integra desenvolve-dores, startups, empreendedores, investidores, estudantes e profissionais de TI para promover novas tecnologias e estabelecer parcerias. 
Com o #POAdigital a capital gaúcha se une a outras cidades digitais desenvolvidas com apoio da IBM, como Nova York, Londres, Berlim e Amsterdam. A iniciativa é inédita na América Latina e é a primeira a ser desenvolvida em língua não-inglesa.
O ambiente permitirá navegar e estar por dentro das novas tendências em TI e ter acesso às últimas notícias e aos eventos que acontecerão na cidade, como workshops, cursos e meetups. Além disso, o portal conta com um mapa, que mostrará onde estão diversos workspacesgarages e startups da região, gerando também visibilidade para investidores. O mapeamento é construído de forma colaborativa e pretende proporcionar integração e visibilidade do ecossistema local com outras partes do mundo.
A aliança entre prefeitura e IBM vai além do desenvolvimento do ambiente online. A empresa apoiará Porto Alegre ao promover o empreendedorismo e a tecnologia na região por meio de hackathons, palestras, hands-on e muito mais.
Para quem não sabe, a IBM possui um programa exclusivo de startups que possibilita as novas empresas acesso de até US$ 10 mil por mês, durante um ano, em infraestrutura e plataforma em nuvem, além de outros benefícios. Essas e demais informações serão fornecidas no portal #POAdigital e nos workshops que a companhia promoverá em Porto Alegre. Ficou interessado? Visite o #POAdigital e conte para nós sua opinião sobre a iniciativa.

*Nota: O portal #POAdigital foi desenvolvido na plataforma Bluemix da IBM, que permite criar, desenvolver e gerenciar aplicações na nuvem, seja web ou móvel, de qualquer linguagem de programação.

Posted on 16:06 by TI+simples

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quarta-feira, 15 de julho de 2015



*por Mariana Lemos

Você é ‘exatas ou humanas’? Esta famosa pergunta que remete à adolescência parece nos definir como pessoas por toda a vida. Quantas vezes você já escutou um “sou de humanas, não sei fazer cálculos”?
 
Há quem pense que as inovações tecnológicas são criadas por uma série de engenheiros que usam óculos e ficam trancados em salas com lousas lotadas de cálculos. Não é bem assim. Até uma tecnologia virar realidade, ela passa por um caminho de concepção, criação, testes, e por aí vai. E o conceito de uma solução pode ser criado, por exemplo, por antropólogos.

Conheça algumas das lições que a antropologia ensinou para a IBM.


-> Veja o que ainda não foi visto. O ‘Vuja de’ surgiu do ‘Déjà vu’, famoso jargão que traduz a sensação de já se ter vivido um determinado momento. Em francês, a expressão Déjà vu significa: já visto antes. Mas o conceito 'Vuja de' é bem diferente ou, quase o oposto. 'Vuja de' é o nome que se dá ao fenômeno de encontrar uma nova maneira de enxergar fatos já conhecidos. Estamos falando do exercício contínuo de encontrar, em situações rotineiras, o que ainda não foi percebido. É possível, por exemplo, descobrir uma nova paisagem, um novo caminho, o som de um instrumento nunca ouvido antes em uma música que conhecemos há anos. Incríveis percepções podem surgir a partir deste exercício, inclusive no mundo da tecnologia. O ‘Vuja de’ é o ponto de partida para a inovação.

-> Não saber nada é saber alguma coisa. Isso mesmo. Porque não saber sobre algo pode ser a porta de entrada para aprender. Quem entende que não sabe normalmente está aberto ao aprendizado e possui uma grande capacidade de absorver conteúdos e desenvolver habilidades. Então, se orgulhe do ‘não saber’. Com o pouco que usamos do nosso cérebro é possível aprender novas coisas durante toda a vida.

->A Inovação nem sempre é disruptiva. Aliás, a probabilidade de uma inovação surgir da intensa repetição é bastante grande. Isso porque a repetição promove mudanças. E as mudanças causadas pela repetição podem superar a tradição. Logo, é possível inovar na repetição da tradição. Não é tão complexo quanto parece. Lembre-se, antes de desconsiderar algo tradicional em busca de uma inovação, estude o que já existe. O segredo pode estar ali.
 
*Quem ensinou estes conceitos para algumas das milhares de mentes brilhantes da IBM Brasil foi Fernanda Antonioli, jovem antropóloga integrante do laboratório de pesquisa da companhia.
 
A aposta da Big Blue nas ciências sociais não é nova. Aliás, há tempos que se ouve falar em antropólogos e pesquisadores no mundo da tecnologia, mas o que chama a atenção é o nível de interesse pelo assunto nos dias de hoje. O fato é que a tecnologia é interdisciplinar e abriga muito bem a antropologia, que ajuda a entendermos a realidade das pessoas, das empresas, do mundo. Afinal, queremos tecnologia a vácuo ou tecnologia com fundamento?


 

Posted on 10:47 by TI+simples

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quarta-feira, 8 de julho de 2015


*Por Kelly Bassi

A nanotecnologia é a ciência que estuda a manipulação de matérias em escala atômica e molecular para criar novos materiais, produtos e processos. Cuidar dessas partículas tão pequenas já mudou muitas coisas em nossas vidas. Um exemplo bem próximo são os microprocessadores que estão cada vez menores e com maior poder computacional. O resultado destas pesquisas em nanotecnologia está em suas mãos: um smartphone cada vez menor e mais leve.

No Brasil, o Laboratório de Pesquisa da IBM está estudando o uso da nanotecnologia na indústria de óleo&gás. A ideia é entender a interação entre líquidos e sólidos para ajudar a aumentar a capacidade de uso do petróleo em campos de exploração. Este é um tremendo desafio.

Para entender tim-tim por tim-tim sobre o assunto, o TI+Simples conversou com Mathias Steiner, gerente de pesquisa da área de Ciência e Tecnologia para Soluções Industriais e que está liderando este estudo aqui no País. Confira!


               




Crédito vídeo:
Imagens: Pedro Pavanato | Edição: Mayara Soares


Posted on 15:32 by TI+simples

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