quinta-feira, 24 de julho de 2014

Lixo eletrônico – sucata ou negócio?


Uma dúvida muito comum entre as pessoas e até entre as empresas é o que fazer com o lixo eletrônico. Como descartar computadores e impressoras, por exemplo? Qual a melhor forma? Quando e em que condições vale a pena recondicioná-los? Cada caso é um caso. O que a maioria das pessoas já sabe é que o descarte incorreto de lixo eletrônico provoca danos ao meio ambiente. Segundo o último levantamento feito pela ONU em 2010, o Brasil aparece como o maior produtor de lixo eletrônico entre os países emergentes. Hoje, a produção nacional do lixo eletrônico está aumentando três vezes mais do que o lixo convencional.
Na contra mão desse cenário aparece a IBM. A empresa, que sempre teve a preocupação com o meio ambiente, começou em 2001, por meio do Banco IBM, que é responsável por toda a parte de leasing, financiamento e remarketing, a trabalhar e a desenvolver a logística reversa, o que com o tempo tornou-se uma linha de negócios lucrativa da companhia. A partir de um estudo e análise para avaliar o quanto de equipamentos e materiais usados poderia ser revendido para o mercado, o que deveria ser encaminhado para a remanufatura e o que seria destinado para a quebra e reciclagem, conseguiu-se transformar uma área que antes gerava custos, em uma atividade que hoje traz lucro para a empresa. 

Em 2012 e 2013, cerca de 430 toneladas foram descartadas de maneira correta, sendo que 4% desse total foram reutilizados ou revendidos, 95% reciclados 
e apenas 1% foi incinerado.

Confira abaixo um boletim com dados sobre essa prática comentada pelo diretor do Banco IBM, o executivo Felippe Melo


quarta-feira, 16 de julho de 2014

IBM SoftLayer: um ano desde a aquisição e com muitos resultados positivos!!


Esta semana marca o aniversário de um ano da aquisição da SoftLayer pela IBM. Hoje, a Softlayer é a base da infraestrutura de Cloud Computing da IBM, que continua a investir em sua plataforma de computação em nuvem para consolidar sua excelência neste segmento:


·  Investiu US$ 1,2 bilhão para expandir a presença global da SoftLayer com a inauguração de 40 data centers que, até o final de 2015, cobrirão todas as geografias onde a IBM tem atuação, em cidades como Melbourne (Austrália), Toronto (Canadá) e São Paulo (Brasil);

·  Investiu US$ 1 bilhão na criação da nova unidade de negócio Watson Group, que roda em SoftLayer;

· Investiu outros US$ 1 bi no desenvolvimento do Bluemix, plataforma como serviço (PaaS) para Cloud que permite a milhões de desenvolvedores construir aplicações em nuvem rodando em SoftLayer.

A base global de clientes da SoftLayer aumentou em mais de 6 mil novos clientes (cerca de 500 por mês) nesse primeiro ano – o dobro da taxa prevista antes da aquisição pela IBM. O Brasil apresentou uma taxa similar de crescimento em novos negócios.

Hoje, no Brasil, a maior demanda pelas soluções SoftLayer partem do segmento de Pequenas e Médias Empresas – cerca de 90%. Porém, o mercado de grandes corporações está crescendo e representa uma grande oportunidade de negócios para a IBM SoftLayer - 24 das 25 empresas listadas na Fortune 500 têm suas infraestruturas baseadas na Cloud da IBM. Estas organizações estão transformando suas operações para a nova era da nuvem híbrida, necessária para integrar sistemas de engajamento e interação com clientes baseados em plataformas online, móveis ou em social business. Estas empresas começam a notar, cada vez mais, que o dado é o novo recurso natural e que a computação em nuvem é a forma mais eficiente para armazenar e extrair informações estratégicas destes dados, ao mesmo tempo em que protege a privacidade e a segurança destas informações. 

Alguns dados de mercado reforçam a representatividade da nuvem para o setor de TI e para os negócios no País*: 
- A rotatividade do mercado de nuvem deve chegar a US$ 1 bi em 2017;
- O mercado nacional de computação em nuvem será 211% maior até 2015;
- 33% das PMEs dos BRICs acredita que a computação em nuvem vai ajudar a eficiência de custos, melhorar a movimentação de produtos e desenvolvimento de serviços e ajustar os níveis de serviço em tempo real;
- As contratações de Cloud pelas PMEs devem dobrar em cinco anos, enquanto o número das menores empresas do mundo que usarão pelo menos um serviço de "nuvem" pago triplicará nos próximos três anos.

*dados da Brasscom


terça-feira, 15 de julho de 2014

O que os torcedores tanto falaram nas redes sociais no último mês?

O mundial de 2014 vai ficar marcado pela intensidade dos jogos, pelo fiasco do Brasil e pela participação ativa dos torcedores nas redes sociais. Elas foram as grandes protagonistas do torneio e deram voz a uma arquibancada virtual que fez ainda mais barulho que o povo que estava no estádio. Quem acompanhou as redes durante os jogos sabe que, muitas vezes, era muito mais divertido que assistir à própria partida!

A IBM analisou durante os 64 jogos tudo o que foi falado no Twitter e no Facebook. Dos 53 milhões de posts capturados, 34 milhões foram identificados como relacionados às partidas, através da tecnologia de inteligência cognitiva da IBM. Quase 6 milhões de perfis diferentes se manifestaram nas redes durante o torneio.

E o resultado está aqui! Fizemos uma seleção dos temas, pessoas, times e jogadores mais comentados durante o maior evento esportivo do mundo, que já está dando saudade em muitos brasileiros. ;)

Assista a esse vídeo e saiba mais sobre a tecnologia de análise de sentimentos de redes sociais da IBM. Alguns ótimos artigos na imprensa também falam sobre o tema. Se você tem paixão por tecnologia e redes sociais, não deixe de ler e escutar!

Coluna da Cris de Lucca - CBN
Computação Cognitiva, Big Data e Marketing - Exame
Novas tecnologias traduzem o burburinho das redes sociais - Brasil Econômico








segunda-feira, 7 de julho de 2014

Social business transformando negócios


Atualmente, as redes sociais estão modificando o modo como as companhias interagem e compartilham informações. Conversamos com o executivo de Social Business e Colaboração da IBM Brasil, Sidney Sossai, para explicar como o social business tem feito parte dos investimentos das companhias, como ele está presente no dia a dia das pessoas e de que forma as empresas têm utilizado essas redes para realizar análise preditiva, com o objetivo de influenciar o consumidor e atraí-lo para o canal digital das empresas.


TI + Simples: Quais são as vantagens do social business?
Sidney: A adoção do social business é uma forma simples de interagir com colaboradores, clientes e consumidores, cruzando os limites dos negócios. Além disso, o social business permite que os mais diversos dispositivos móveis possam acessar aplicações, mantendo os negócios privados em plena segurança.

TI + Simples: De que forma o social business pode ser integrado como parte dos negócios?
Sidney: Primeiramente, devemos explicar que no ‘coração’ do social business está a rede social de trabalho de uma companhia, combinada ao conteúdo e análise e integrada em uma experiência única para o usuário. Dentro das soluções de social business temos o conteúdo, networking, integração e análises de Big Data (grande quantidade de dados), que aproveita o grande volume de dados para analisar o sentimento das redes sociais para oferecer serviços ao consumidor e, a partir deles, saber o que influenciará na experiência que estão oferecendo, seja com um novo produto ou serviço.

TI + Simples: Quais são os benefícios do SB para as companhias?
Sidney: Pesquisas da IBM indicam que com social business as empresas podem obter um aumento nos lucros, assim como um acréscimo em sua receita de vendas. Além disso, por meio da tecnologia é possível melhorar a eficiência nos departamentos, como por exemplo em recursos humanos, que poderão reduzir em custos com recrutamento e também na parte de desenvolvimento de produtos com resultados eficientes para o mercado. Os levantamentos ainda sugerem que o marketing também é uma área que se beneficia do aumento da exposição da marca no mercado.

TI + Simples: Temos casos comprovados de companhias ou instituições que conseguiram otimizar, engajar e aumentar o lucro de seus negócios a partir do social business?
Sidney: Temos diversos casos e mas alguns chamam bastante atenção, como o da Cruz Vermelha chilena. Eles adotaram o social business em substituição aos seus processos manuais com o objetivo de dobrar a capacidade tecnológica de suas operações de resposta a desastres. Com a tecnologia eles conseguiram um aumento de 100% em eficiência de respostas. Além deste, também temos um caso de sucesso com a rede de alimentos Amadori, que transformou seu processo de marketing utilizando as redes sociais para criar defensores dos clientes e impulsionar a presença com novos clientes.

TI + Simples: Na parte de atração de consumidores por meio da análise preditiva, como os executivos C-level estão utilizando as redes sociais para se beneficiarem com essa tecnologia?
Sidney: Temos dois insights principais, um com CEOs e outro com CHROs. De acordo com dados IBM, 16% dos CEOs estão utilizando as redes sociais para se conectar com os consumidores e 73% utilizarão este canal para engajar consumidores dentro de cinco anos. Já os executivos de Recursos Humanos (CHROs) utilizam as redes sociais para recrutar profissionais (66%), enquanto 42% utilizam para a comunicação dentro da corporação. A partir destes dados podemos perceber que não há somente uma utilização das ferramentas de social business e que a tendência é que os negócios sejam, cada vez mais, otimizados por meio desta plataforma.

No vídeo abaixo, gravado e editado pelo parceiro de negócios da IBM, Senior Sistemas, o diretor de marketing e comunicação da IBM Brasil, Mauro Segura, dá uma aula de redes sociais e colaboração no ambiente corporativo. Vale a pena assistir!!




quinta-feira, 26 de junho de 2014

"Inovação: é preciso estar disposto a tentar e falhar"


Ser um empresa inovadora não é mais um diferencial. Para estar no campo competitivo é essencial ter a inovação como norte.  Agora, não é quem inova que está a frente, mas quem inova MAIS.  E os consumidores só têm a ganhar: quanto mais as empresas inovam, melhores são os serviços e os produtos entregues a eles. E é importante dizer que inovação não é simplesmente inventar algo novo. A criação de determinado produto ou serviço deve estar atrelada a um modelo de negócio que precisa ser colocado em prática.

A IBM tem um longo histórico de inovação em seus 103 anos de vida. Recentemente ela foi classificada na pesquisa da revista INFO Exame, feita em parceria com a ESPM,  como a empresa de TI mais inovadora do país!* 

Conversamos com o CTO (Chief Technology Officer) da IBM Brasil, Hassan Zamat. O executivo é responsável  por liderar a agenda de inovação da IBM no país, definir as estratégias de acordo com a missão global de negócios da IBM, fornecer orientação científica para clientes, parceiros , universidades e  comunidade técnica.

Hassan Zamat é CTO da IBM Brasil
TI+Simples: O que torna uma empresa inovadora? E quais são os maiores desafios para deter esse ''título''? 

Hassan: Ser uma organização com atitude e compromisso, desde seus investimentos até o treinamento dos seus funcionários. Confiança e coragem também são pré-requisitos e os maiores desafios. É preciso estar disposto a criar oportunidades que possam trazer algo que modifique de verdade. E, sem dúvida, é preciso estar disposto a tentar e falhar.



TI+Simples: Qual a maior inovação feita pela IBM? 

Hassan: Acredito que a maior inovação da IBM é a DRAM - (Dynamic Random Access Memory), que é o tipo mais comum de memória RAM utilizada em computadores e dispositivos ate hoje. Ela alimentou a era do computador, mudando nossas vidas para sempre. Eu realmente não conheço muitas pessoas que possam viver sem essa tecnologia atualmente.


TI+Simples: E sobre o futuro, qual seria a tecnologia mais disruptiva para os próximos 50 anos?

Hassan: Acredito que conceito de "medicina personalizada", com base nas toneladas de dados que temos disponíveis, será a tecnologia mais inovadora para as próximas décadas, pois o homem tende a se preocupar com a sua saúde em primeiro lugar. Os médicos, com auxílio da computação cognitiva serão capazes de determinar a composição ideal de um medicamento para a pessoa com base no seu DNA. Isso está na raiz do projeto Watson Healthcare. A capacidade de aprendizagem da máquina permite que  ela possa analisar e prescrever o melhor tratamento para cada paciente. O Watson é apenas a infância dessa nova era da computação cognitiva que irá revolucionar o cuidado com a saúde e torná-lo mais pessoal. 


TI+Simples: Como o Brasil está posicionado globalmente nessa área?

Hassan: Em 2013, o Brasil obteve 36,2 pontos no  Índice Global de Inovação (GII), e está no meio da estrada, entre os principiantes e os que possuem a melhor performance. Para ser considerado líder, o score precisa ser maior que 50. No entanto, se olharmos para setores mais específicos, como o de TI, o Brasil possui um crescimento mais intenso. Para aumentar a pontuação geral, ele deve abraçar mudanças, alavancando a tecnologia para compensar o aumento do custo de vida. Além disso, o Brasil conta com um sistema um pouco burocrático e isso acaba tornando o processo de inovação mais lento. 


TI+Simples: Quando falamos em inovação,  de imediato pensamos em produtos, laboratórios... Na IBM, como a cultura de inovação é criada, para que a empresa seja inovadora como um todo e não só em áreas específicas? 

Hassan: A chave para isso é a formação da atitude e o compromisso até o mais alto nível da empresa. A IBM investe cerca de US$ 6 bilhões por ano em Pesquisa e Desenvolvimento, que se transformam em produtos ou até mesmo impulsionadas por outras instituições. Invenções utilizadas para resolver os problemas mais difíceis são fortemente encorajadas pela IBM. Por exemplo, nós temos feito um trabalho em sistemas de distribuição de medicamentos e dessalinização da água. Estas duas inovações não estão relacionadas com TI, mas foram financiadas e apoiados pela IBM por serem importantes para a humanidade. Este é o tipo de compromisso que diferencia a IBM de outras empresas.


TI+Simples: Onde e o que temos que melhorar? 

Hassan: Há sempre espaço para melhorias. Como qualquer outra empresa, os nossos recursos não são infinitos. Algumas decisões são difíceis, mas precisam ser feitas. Contratar os melhores e mais brilhantes profissionais do mundo para se juntar à IBM sempre foi um dos nossos focos, pois a inovação é feita, acima de tudo, por pessoas.

*No ranking geral a IBM ocupou o 5º lugar