sexta-feira, 22 de maio de 2015



*por Mariana Lemos

Qual o real estágio da inovação no Brasil? De acordo com Silvio Meira, professor, pesquisador e presidente do conselho da Porto Digital, inovação é, por definição, a mudança do comportamento de agentes do mercado como fornecedores ou consumidores. Ele defende que a inovação vem do mercado, por meio de empresas e agentes de negócios que mudam a vida das pessoas e suas cadeias de valor. 

No entanto, há uma peça fundamental no quebra-cabeça da inovação, que faz a ponte entre a geração e distribuição do conhecimento com sua aplicação prática, solucionando problemas do mercado. Estamos falando dos centros de pesquisa e inovação. 

O ecossistema de pesquisa no Brasil caminha em passos ora curtos, ora largos. De acordo com estudo da CNI (Confedereção Nacional da Indústria), 99% das empresas consideram a inovação parte fundamental de sua estratégia. Destas, mais de 60% consideram o grau de inovação no país baixo. Ainda assim, o gerente de políticas de inovação da CNI, Luiz Gustavo Delmont, enxerga o copo metade-cheio. 

A partir de 2010, a IBM expandiu a operação de seus laboratórios de pesquisa no mundo, contemplando o Brasil. De lá para cá, o país contribui um pouco mais a cada ano na produção de propriedade intelectual. A companhia tinha como meta ter 100 profissionais dedicados à pesquisa até 2015. Hoje, este número já foi atingido e os pesquisadores estão distribuídos entre São Paulo e Rio de Janeiro. São engenheiros, antropólogos, etnógrafos, matemáticos e cientistas da computação, entre outras ocupações, trabalhando em projetos de desenvolvimento de produtos e soluções relevantes para a sociedade. 

Elizabeth Saad, professora da ECA/USP, pesquisadora e consultora, acredita que a multidisciplinaridade é fator chave para a construção da inovação. "É preciso unir diferentes tipos de conhecimentos e habilidades para criar novos projetos. Ainda sinto carência do profissional de comunicação inserido no universo dos laboratórios de pesquisa", diz. 

Além da IBM, companhias como General Electric e 3M recentemente implementaram unidades de centros de pesquisas globais no Brasil. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, já são mais de 41 mil pesquisadores trabalhando em laboratórios privados. "Estes centros têm a missão de gerar e disseminar conhecimento para promover evoluções nas companhias e na sociedade, além de trazer a cultura da pesquisa para o país", afirma Alberto Gadioli, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da 3M do Brasil. 

O tema Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil foi discutido durante o evento Inovação em Debate, promovido pela IBM, com a participação da CNI – Confederação Nacional da Indústria e 3M. Confira abaixo depoimentos de alguns dos participantes para entender qual o impacto dos recentes centros de pesquisa privados instalados no Brasil.

    

**O evento aconteceu em 21/05/2015 e reuniu importantes pesquisadores, jornalistas e influenciadores on e offline na IBM Brasil.

Fotos e vídeo: Pedro Pavanato
Edição: Pedro Pavanato e Vinicius Peixoto

Posted on 16:33 by TI+simples

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

*Por Maria Fernanda Espinosa e Giulia Bressani

Exatamente neste momento pessoas do mundo inteiro estão compartilhando informações com diversas marcas por meio de seus smartphones, tablets e outros dispositivos móveis em busca do melhor produto ou serviço para suas necessidades. Se identificou? Pois é, esse consumidor poderia ser eu ou você e todos esses dados que jogamos nas redes sociais estão ajudando milhares de empresas a criar experiências personalizadas e individuais para cada pessoa.

E mesmo com tanta informação disponível sobre o perfil dos consumidores, somente 35% deles aprovam a publicidade que recebem das suas marcas favoritas. Quatro em cada cinco pessoas dizem que as empresas não entendem suas reais necessidades, como aponta um estudo recente da IBM. Ou seja, as empresas ainda têm um vasto campo a explorar para enriquecer a experiência de compra de seus clientes.

Na última semana, a IBM promoveu o Amplify 2015, evento realizado em San Diego para mostrar o que os executivos de marketing podem fazer para trazer relevância para cada interação com seus consumidores.

Na ocasião, o gerente-geral da unidade de Commerce da IBM, Deepak Advani, explicou que ainda falta maturidade para as companhias do mundo todo, principalmente da parte dos CMOs (Chief Marketing Officers), para lidarem com os dados disponíveis e estruturarem os mesmos para direcionar valor a seus negócios, criando experiências personalizadas para os consumidores. O executivo ressaltou, ainda, a parceria com o Facebook - noticiada neste canal na semana passada – que revolucionará a forma como as empresas se relacionam com seus clientes.

O mesmo evento apresentou diversos casos de sucesso para ilustrar como a experiência do cliente está sendo avaliada e tem dado retorno para empresas de diferentes ramos de atuação. Um deles foi o da Teleflora, líder mundial em entrega de flores. A companhia está utilizando programas digitais sofisticados de marketing para criar experiências significativas para seus consumidores. As ofertas conduziram a empresa a atender seu cliente de forma singular, lembrando datas comemorativas de familiares, gerenciando suas aquisições e também possibilitando acesso às novidades da floricultura.


A IBM também apresentou o caso do Homebase, um dos maiores varejistas em Casa&Jardim do Reino Unido, que contou com a IBM para criar experiência personalizadas em compras, transformando a companhia em um verdadeiro varejista multicanal (omnichannel). Os principais resultados desse estão no infográfico abaixo:



Posted on 16:38 by TI+simples

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sexta-feira, 15 de maio de 2015


700 terabytes de dados - 25 milhões de páginas e imagens monitoradas - 1000 organizações unidas - 16 mercados diferentes.  Estes são os números atuais do X-Force Exchange, rede 100% baseada na nuvem, gratuita, que tem a grande missão de combater o crime digital – ou invasões digitais.

Um mês após o lançamento da plataforma, mais de 1000 companhias já estão cadastradas para obter – em tempo real – dados sobre monitoramentos de ataques online. A usabilidade da biblioteca também é bastante intuitiva e facilita a colaboração, parte fundamental de seu conceito. Ou seja, quem usa a ferramenta também contribui com dados, alimentando o ciclo da segurança da informação.

Veja, em 15 segundos, uma demonstração da eficiência da plataforma:

     

Para os analistas de segurança, o X-Force ajuda na resolução de questões de programação entre plataforma, máquinas e aplicativos, além contribuir para a inteligência de dados. Os usuários podem interagir e trocar informações sobre incidentes de segurança e ameaças, promovendo medidas preventivas para minimizar ou bloquear malwares.
Entre os aderentes da nova rede de segurança da IBM estão seis das ‘top 10’ varejistas e cinco dos ‘top 10’ bancos do mundo, além de empresas 





Posted on 15:45 by TI+simples

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