quinta-feira, 11 de setembro de 2014


Este ano, durante o quarto e último torneio do Grand Slam da temporada de tênis e o maior evento anual de esporte do mundo, o US Open, a IBM aplicou toda a sua expertise em análise de dados, social business, cloud computing e mobilidade em uma parceria com a Associação de Tênis dos Estados Unidos, USTA, com o objetivo de manter os milhões de torcedores e fãs do esporte conectados e ainda mais próximos das emoções que aconteciam em quadra, estivessem eles acompanhando os jogos no US Tennis Center, em Nova York, ou não.  



A IBM já gera os dados do US Open e de outros torneios de tênis, como Wimbledon, há vários anos por meio do sistema de análise preditiva SlamTracker. Porém, este ano, o objetivo foi utilizar os dados e a tecnologia para criar uma experiência ainda mais especial e única para os torcedores, oferecendo uma visão inteligente de tudo que se passava nas quadras. Toda a análise feita em tempo real durante o torneio foi projetada para os aplicativos Apple (iPhone e iPad) e também para usuários de smartphones com sistema Android, permitindo aos fãs interagirem com os dados desde o primeiro saque até o ponto final, com acesso imediato à pontuação, vídeos ao vivo, análise profunda dos jogos e estatísticas.



O vídeo abaixo ilustra em detalhes como foi essa experiência.






Ainda durante o US Open a IBM convidou o produtor musical James Murphy para trabalhar em parceria com um um desenvolvedor de software e criar música com big data ao automatizar algoritmos de música eletrônica a partir dos dados coletados durante as partidas. Os profissionais associaram elementos dos jogos como saques, faltas, temperatura e gênero dos jogadores.



A partir destas informações e com a ideia criar trilhas sonoras diferentes para cada partida o programador fez a leitura da sequência de dados gerada por cada jogo e gerou uma mistura musical com uma sonoridade única. Juntos, criaram cerca de 400 horas de música ao longo do torneio.



Nesta entrevista, James Murphy explica como foi feita a produção das músicas para o torneio a partir dos dados: 




Os resultados e músicas obtidos estão disponíveis em um site especial criado pela IBM chamado “The US Open Sessions”. Vale a pena conferir esse Jam musical!


Posted on 14:27 by TI+simples

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Pense na seguinte situação: você está no aeroporto e um deficiente visual pede sua ajuda para localizar o painel de voos. Após se localizar, ele agradece seu auxilio e, então, aponta o smartphone que carrega no bolso para o painel e ele automaticamente “lê” as informações sobre os voos que estão na tela. Com a ajuda de um aplicativo, os dados do painel são narrados pelo celular e ele pode saber se seu voo está no horário, por exemplo. Seria um grande passo para a independência de um deficiente visual, não?

Na verdade, esta cena já pode sair do imaginário e passar a ser vista em estações ferroviárias, pontos de ônibus e até em vending machines – aquelas máquinas de venda automática, as mais populares são de alimentos, como refrigerantes, sucos, chocolates e salgadinhos. A ideia do aplicativo surgiu no Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil. O projeto chama-se “Reconhecimento de Conteúdo Dinâmico Assistido por Marcadores” e utiliza recursos de visão computacional, inteligência artificial e de processamento de imagens para fazer o reconhecimento de textos e objetos em ambientes públicos.

Infográfico publicado pela revista Fapesp, em reportagem especial sobre o projeto. Leia a matéria completa aqui 

A principal novidade em relação a aplicativos similares de reconhecimento de imagem é o uso de marcadores. O primeiro protótipo foi desenvolvido em uma vending machine. Foram instalados um conjunto de quatro marcadores nos cantos superiores e inferiores do painel visual do equipamento – aquela janela que mostra o preço e o passo a passo para a obtenção do produto. Esses adesivos funcionam como pontos de referência do aplicativo e facilitam que os objetos sejam detectados e identificados. Caso haja dificuldade no enquadramento do painel - condição necessária para o programa funcionar - o aplicativo orienta o deficiente com avisos em áudio de “desloque a câmera de seu celular mais para a direita” ou “levante um pouco a câmera”.

Depois que o deficiente visual tira a foto do painel, o aplicativo faz a identificação e a leitura do conteúdo. No caso das máquinas, utiliza o método comparativo. O aplicativo tem guardado em sua memória um banco de imagens com a fotografia de todos os produtos vendidos no equipamento, compara os itens captados pela câmera do usuário e verbaliza a oferta de mercadorias. Numa placa ou painel com informações escritas, o programa reconhece as letras e os números, e faz a leitura do que encontrou para o usuário.


O projeto foi premiado na 11ª Conferência Web for All, que reconhece os melhores projetos mundiais voltados à acessibilidade e internet, realizada em abril deste ano na Coréia do Sul. A tecnologia foi submetida ao United States Patent and Trademark Office (Uspto), o escritório norte-americano de patentes. Esta foi uma das 19 patentes solicitadas pela IBM Brasil ao Uspto somente nos seis primeiros meses deste ano.


Gostou? Para entender melhor como funciona essa tecnologia desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, assista ao vídeo com a demo deste projeto:


               

Posted on 14:28 by TI+simples

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Credit: Ian Thompson - TNC
Acaba de começar mais uma edição do Corporate Service Corps da IBM! Desta vez, o programa global da companhia, que busca capacitar organizações diversas, levou  funcionários do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Filipinas, Romênia e Japão, além do próprio Brasil, para Belém, no Pará. Lá, vão trabalhar junto com a The Nature Conservancy (TNC) – que é considerada uma das maiores organizações de conservação ambiental do mundo e atua em 35 países – para ajudar a conservar a Amazônia e estimular a produção sustentável de alimentos.

Durante um mês, os IBMistas ficarão na capital paraense para aprimorar um sistema criado pela TNC para contribuir com a redução do desmatamento e organizar o planejamento territorial das zonas rurais: o Portal Ambiental Municipal (PAM).

O PAM tem como proposta o registro de dados mais precisos sobre as propriedades rurais de um município, o que é de grande importância para a qualidade das informações inseridas no Cadastro Ambiental Rural (CAR) – uma exigência do governo brasileiro para pôr em prática o Código Florestal. O PAM também auxilia o processo de gestão ambiental municipal e ajuda os governantes a tomarem decisões sobre como expandir a atividade econômica local sem prejudicar as áreas preservadas.

Essa semana a equipe já participa de um seminário com membros da TNC e autoridades governamentais. Esse período também será marcado por extensas reuniões, uma vez que o projeto prevê, ainda, a criação de um plano de desenvolvimento para o portal, a fim de multiplicar a ferramenta para outros municípios. 



Posted on 17:39 by TI+simples

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