quarta-feira, 29 de outubro de 2014


Todos os dias os usuários do Twitter postam cerca de 500 milhões de Tweets. Esse tsunami de mensagens com 140 caracteres abrange uma ampla gama de interesses e atividades sociais. Esses dados possuem aplicações e valor ilimitados. E hoje, a IBM e o Twitter dão um passo importante que permitirá que empresas incorporem dados do Twitter em suas deciões de negócios por meio de uma série de ferramentas, soluções e serviços da IBM.

Em uma parceria inédita, as empresas unirão forças para incorporar os trilhões de dados gerados diariamente pelo Twitter às tecnologias de análise de dados baseadas em Cloud Computing da IBM, juntamente com sua plataforma de engajamento de cliente e serviços de consultoria.

Com isso, pela primeira vez líderes de negócios serão capazes de explorar o fluxo de dados do Twitter para obter insights que os ajudarão a entender melhor o sentimento de seus clientes, desenvolver novos produtos e serviços e antecipar mudanças repentinas do mercado.

A primeira aplicação a ser desenvolvida, o IBM ExperienceOne, integrará dados do Twitter para engajamento do consumidor e permitirá uma análise de sentimento e comportamento dos clientes. As soluções criadas pelas duas empresas serão direcionadas e estarão disponíveis para diversas indústrias, como bancos, varejo, turismo e transportes.

Bastante entusiasmada, Ginni Rometty, Presidente e CEO da IBM, acredita que a parceria auxiliará os clientes a fomentar as decisões nos negócios com uma nova classe de dados. “Este é um exemplo de como a IBM está se reinventando”, afirma. O CEO do Twitter, Dick Costolo, destaca que “a parceria mudará a forma como identificaremos as oportunidades no mercado para melhor engajar os clientes, parceiros e colaboradores”.
Para mais informações sobre essa transformação que ocorrerá no mercado, acesse: www.ibm.com/IBMandTwitter ou https://blog.twitter.com/ibm e siga #IBMandTwitter.

Posted on 18:32 by TI+simples

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A epidemia do Ebola na África Ocidental está se agravando a cada dia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 9 mil pessoas já foram infectadas pela doença e o número de mortos ultrapassa 4,8 mil. A comunicação eficaz com as pessoas infectadas e a apuração de dados precisos sobre a real situação são cruciais para conter a epidemia.

Hoje, a IBM anunciou uma série de iniciativas para ajudar os governos e as agências humanitárias na África e ao redor do mundo na luta conta o Ebola. As ações estão sendo lideradas pelo Laboratório de Pesquisas da IBM na África, no Quênia, e conta ainda com o apoio da sua rede global de centros de pesquisa, incluindo o Brasil.

A principal iniciativa é a utilização de um sistema de engajamento dos cidadãos e de analytics em Serra Leoa, um dos países mais afetados pela doença, que já registra mais de 3,7 mil infectados e 1,2 mil mortos. A proposta é que a plataforma permita que as comunidades afetadas pelo Ebola comuniquem os seus problemas e preocupações diretamente ao governo local via SMS e chamada de voz.

A plataforma é capaz de identificar rapidamente as correlações e destacar as questões emergentes em todo o conjunto de mensagens, utilizando as funcionalidades da tecnologia de analytics na nuvem. Como os dados de SMS e voz possuem localização específica, a IBM vai criar heatmaps para mapeamento e visualização da situação em cada região. Esse sistema foi desenvolvido em conjunto com a Iniciativa Aberta de Governo de Serra Leoa e a operadora Airtel disponibilizou um número para que os cidadãos enviem gratuitamente as mensagens SMS.

Mais outros dois esforços da IBM unem-se a essas iniciativas: a doação da tecnologia IBM Connections para o Centro de Operações do Ebola na Nigéria para ajudar a controlar o nível de erradicação da doença e uma plataforma global de compartilhamento de dados relacionados ao Ebola.

Globalmente, os voluntários da IBM estão liderando um esforço para ajudar a identificar, registrar e classificar todas as fontes de dados em aberto relacionadas ao surto do Ebola e estão pedindo que as organizações em todo o mundo contribuam com dados. O objetivo é criar um Banco de Dados Aberto do Ebola que irá utilizar a tecnologia em nuvem da IBM SoftLayer para fornecer dados aos governos, agências humanitárias e pesquisadores.

Mais informações sobre as iniciativas aqui e nesta entrevista da pesquisadora da IBM, Saska Mojsilovic.


Veja o primeiro heatmap criado pela IBM com informações reportadas por cidadãos da cidade de Freetown, em Serra Leoa.

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Posted on 10:00 by TI+simples

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

O mundo caminha para uma geração colaborativa. Todos tem a liberdade para produzir conteúdo e disseminar suas opiniões. Isso tudo pela internet! As mídias sociais transformaram as relações entre empresa e pessoas, pois viraram um palco para elogios, reclamações, inventividade e muito mais. Esse cenário traz questões pertinentes quanto ao tratamento com os clientes: não é mais possível trata-los de forma generalizada. Agora eles querem experiências únicas, direcionamento, engajamento.

Não à toa, os principais líderes de marketing (CMOs) estão cada vez mais preocupados com o engajamento dos clientes por meio da tecnologia e esta questão está ocupando cada vez mais espaço em suas agendas. Isso, principalmente, porque a concorrência ficou mais acirrada e o tempo para lançamento de produtos e serviços reduziu. A partir desta premissa, marketing, comunicação e TI rompem as barreiras e caminham para um trabalho sinérgico e qualitativo com integração em todos os seus canais, tirando o foco “técnico” e passando a ter um perfil estratégico de negócio totalmente focado no cliente.

Segundo estudo da Frost&Sullivan “The Evolved CMO 2014”, 73% dos executivos de marketing já perceberam que a vantagem competitiva vem do estudo direcionado ao cliente, mas em termos de maturidade ainda há muito que fazer quando falamos em sincronizar uma visão única para gerir esse público. Entre os desafios próximos, levar a sério o uso de dados para a gestão de clientes e estimular o crescimento das empresas com o uso da tecnologia será o mais significativo.

No que diz respeito aos dados, o último estudo da IBM sobre CMOs aponta que 82% deles ainda sentem-se despreparados para lidar com a explosão de dados que está sendo vivenciada. É... Big Data ainda assusta um pouco. E isso não é nenhuma novidade! A projeção é de que os investimentos nesta área atinjam US$ 426 milhões neste ano, impulsionados pelos segmentos de varejo, Telecom e finanças. Já o relatório da Frost&Sullivan revela que 52% recorrem à utilização deles para tomar decisões de marketing. Isso quer dizer que a tecnologia é a grande aliada para equilibrar prioridades concorrentes com recursos finitos, encontrar o caminho certo rumo à tecnologia ou até mesmo na preocupação com o ROI (Return Over Investment).

Os estudos não contemplam para onde o Big data, Mobilidade e Social Business vão levar os negócios, mas já é sabido que essas áreas são fundamentais para a tomada de decisão e se torna um diferencial competitivo relevante. Além disso, existe uma conspiração de fatores que coloca o CMO como o maior potencial consumidor de tecnologia dentro das empresas, mais do que o CFO, CHRO (Recursos Humanos) ou o CSCO (Supply Chain).


Confira abaixo mais insights da pesquisa da Frost&Sullivan e como os negócios podem ser modificados a partir de uma visão focada no cliente



Posted on 18:00 by TI+simples

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