sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Você já parou para pensar na quantidade de coisas que acontecem em um flash? Normalmente, esquecemos ou não analisamos, mas estamos gerando dados há todo momento.

 A cada segundo são computados cerca de 3,4 mil emails, 100 mil visualizações no Facebook, mais de 1,6 mil tweets e 9,9 mil transações de cartão de crédito. Um simples “clique” é responsável por uma grande movimentação de informações que, apesar de não termos consciência, há todo um processo responsável para torná-lo possível.

O armazenamento de dados não é exclusividade das grandes corporações. Somos impactados por ele a todo instante. Os aplicativos dos nossos smartphones, por exemplo, possuem informações que precisam ser mantidas em algum lugar além da nuvem. Uma pesquisa da IBM apresenta que, até 2020, haverá quatro vezes mais dados digitais do que todos os grãos de areia existentes no planeta. Para suportar esse grande volume de informações, algumas mudanças irão acontecer. 

Nesse momento surge o Flash, que é um tipo de tecnologia totalmente eletrônica utilizada no armazenamento de dados. Essa mudança permite que as transações analíticas e tradicionais trabalhem de maneira mais rápida, assim as empresas ganham tempo para tomar decisões que podem até acontecer em tempo real. E como o Flash mudará o nosso dia a dia? Sabe aquele email de três meses atrás que você precisa encontrar rapidamente? O Flash o localizará muito mais rápido.

Uma empresa que vem usando flash é a Coca-Cola Bottling Co. Consolidated (CCBCC) - a maior comerciante, produtora e distribuidora independente de produtos Coca-Cola nos Estados Unidos. A engarrafadora escolheu o IBM FlashSystem para aumentar a eficiência da operação logística em seus 47 centros de distribuição. Além da rapidez, a tecnologia fez com que fosse possível planejar as entregas de acordo com volume em estoque e abastecer os insumos de acordo com a atual demanda, assim não falta produtos da Coca-Cola em nenhum ponto de venda e eles ainda conseguem garantir um bom preço. 

Confira abaixo o vídeo de pouco mais de 2 minutos “Sempre tem Coca-Cola” que conta toda a história. 






O crescimento do volume de informações gerado pelas pessoas e pelas máquinas, como sensores, obrigam os sistemas tecnológicos a encontrarem novas saídas para suportar esse mar de dados e, ao mesmo tempo, tirar proveito de tudo que essa massa pode nos contar. Afinal, tudo pode mudar em um flash. 

Abaixo, outra história muito interessante sobre como a empresa de cruzeiros Royal Caribean utiliza flash para oferecer promoções personalizadas para seus clientes!




Posted on 18:59 by TI+simples

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014


IBM e Apple acabam de lançar os primeiros 10 aplicativos móveis para o mercado corporativo. Baseados na plataforma móvel IBM MobileFirst, os apps rodam em iOS e são destinados para os segmentos de finanças, bancos, varejo, governo, telecom, seguradoras e cias aéreas. 

A mobilidade já vem transformando a forma como vivemos. Agora chegou a hora de transformar a forma como trabalhamos. Com este objetivo em mente as gigantes da tecnologia combinaram o poder da análise de dados com a flexibilidade dos dispositivos móveis para redefinir a forma como organizações preparam seus profissionais para interagir, aprender, colaborar e aumentar desempenho. 

Um dos apps, o Passenger+, por exemplo, permite que comissários de bordo ofereçam serviços personalizados para passageiros em voo, como ofertas especiais, reagendamento de voos de conexões em caso de atraso e informações sobre bagagens. Com um iPad o funcionário também pode mostrar um mapa de assentos de outras aeronaves, oferecer upgrade de classe e além de emitir bilhetes.  Na área financeira, o aplicativo Advise & Grow permite que gerentes de bancos tenham um perfil detalhado de seus clientes e façam uma análise competitiva e em tempo real, sugerindo serviços personalizados e transações mais seguras. 

Já o app Incident Aware, voltado para governos, transforma um iPhone em um dispositivo vital para prevenção de crimes. O aplicativo fornece, em tempo real, acesso a dados como gravações de câmeras de seguranças e suas respectivas localizações, mapas, dados sobre o estado de vítimas e histórico criminal de suspeitos, facilitando o trabalho dos profissionais de segurança pública.
As aplicações já estão disponíveis em todo o mundo, inclusive no mercado brasileiro, em inglês.
 
Quer ver imagens dos Apps e conhecer todos os 10 aplicativos?  Acesse http://ibm.co/1x2xBvL. Esta matéria publicada pelo jornal Brasil Econômico também traz detalhes bem interessantes: http://bit.ly/1wgvfbb

Posted on 11:53 by TI+simples

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Em 2014, a IBM comemora 100 anos da contratação do seu primeiro funcionário com deficiência no mundo. O fato aconteceu em 1914, nos Estados Unidos. Imagina o que isso significou na época? No Brasil, a Lei de Cotas para deficientes surgiu apenas em 1991.

De lá para cá, muita coisa avançou e a IBM continua acreditando que a inclusão leva ao pensamento inovador, tanto que, hoje, possui uma área de diversidade que cuida somente do ambiente de inclusão profissional dos seus colaboradores. São mais de 200 grupos registrados em 28 países com 13 focos, como mulheres, afro descendentes, LGBT, pessoas com deficiência, diferentes gerações, conciliação da vida pessoal e profissional, entre outros.

Hoje, vamos contar para vocês a história de dois colaboradores da IBM que esbanjam motivos para comemorar este centenário.

Digitando pelos olhos - Douglas Reis tem 32 anos e está na área de TI há 14 anos.
Trabalha na IBM desde 2011 como administrador de bancos de dados na divisão de Consultoria. Além da jornada de trabalho, também gravou um CD com 16 músicas de sua autoria e possui uma banda que fez 14 shows somente este ano. Rotina agitada de um jovem profissional e com um sonho de viver de música, certo? Douglas é tetraplégico. Imagina o tamanho do seu esforço e da sua família para ele manter todas essas atividades?

Aos 27 anos, Douglas caiu de um muro e quebrou a quarta vértebra da coluna, mas o acidente não o fez desistir, pelo contrário, o motivou a construir uma nova história. Durante seu processo de reabilitação, aprendeu a utilizar o programa Head Mouse, que lê os movimentos do seu rosto para acionar os comandos do computador. A seta do mouse percorre de acordo com o movimento dos seus olhos. Assim, “digitando pelos olhos”, ele conseguiu retomar sua carreira profissional na área de TI. Hoje, trabalha na IBM remotamente, de sua casa, em Osasco, e desenvolveu o site da sua banda (www.dodi.mus.br), onde você consegue ouvir todas suas as músicas do CD.

  video 


Um mar de oportunidades - Eliane Ranieri, 56, é a atual líder de Diversidade para América Latina da IBM. Ela conta que há 30 anos, quando entrou na companhia, existia um preconceito imenso com as pessoas com deficiência e poucas oportunidades no mercado de trabalho, pois as empresas não entendiam como essas pessoas poderiam trabalhar no ambiente corporativo. Cadeirante decorrente de uma paralisia infantil aos seis meses, Eliane atuava como tradutora, mas decidiu tentar uma nova oportunidade na IBM.

Ela conta que, na época, participou do processo seletivo como qualquer outro candidato, sem nenhuma diferenciação. O que mais ela gostou foi a acessibilidade do prédio, que era muito avançado para os anos 80, por isso, só pensava “eu quero trabalhar aqui”. Começou na área de help desk e passou por serviços e negócios, até entrar em Recursos Humanos, onde atua há 14 anos e como ela mesmo diz: “agora me encontrei”.

Ao longo de sua trajetória na IBM, Eliane passou por mais de 15 posições. Ela conta que nunca se sentiu impedida de buscar novos desafios e que sempre trabalhou como voluntária em projetos de outros departamentos da empresa, por isso, sempre teve oportunidades na companhia.



Posted on 11:23 by TI+simples

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