quinta-feira, 17 de abril de 2014

“Uma revolução chamada CAMS”

Por Rodrigo Kede, presidente da IBM Brasil
Essa revolução significa que as empresas estão encarando tecnologia de uma forma diferente. Muito mais do que suporte para os negócios, como vinha acontecendo nos últimos 15 anos, o foco será investir em soluções de front office, que viabilizem novas receitas, produtos e inovação, e maior proximidade com o cliente.
Os líderes de empresas com quem converso diariamente, independente se são presidentes, diretores de marketing ou CFOs, querem entender os “outcomes” para o negócio deles e não discutir sobre os produtos e serviços individualmente, ou seja, precisam de soluções para os seus desafios de negócio, que resolvam problemas de eficiência, produtividade e melhorem seus processos.

 Eu só acredito que isso será possível graças à gigantesca montanha de dados e informações que é gerada todos os dias. Dados estruturados e desestruturados (80% do total) podem produzir insights, ajudar a prever o futuro ou mesmo entender o seu cliente. Como diz a nossa CEO global, Ginni Rometty, os dados já são o novo recurso natural. Quem souber tirar proveito de informações de dentro e fora da empresa com inteligência, certamente despontará no mercado. Tudo está interligado: o crescimento do uso de dispositivos móveis gera mais acesso à internet e redes sociais e, consequentemente, a explosão de dados. Já a cloud nada mais é do que um novo modelo de negócio para consumo de tecnologia.

Para se ter uma ideia do que esta mudança representa, hoje CAMS, como chamamos aqui na IBM as tecnologias de Cloud, Analytics, Mobile e Social, já representam cerca de 1/3 do mercado global de TI e no Brasil cresce a um ritmo muito acelerado. Vemos isso na prática no nosso dia a dia. Um exemplo é a Camisaria Colombo, que adotou ferramentas de mobilidade pra treinar os funcionários e para ter uma experiência mais rica com o cliente que entra na loja. A startup Audiomonitor lançou uma solução voltada ao setor de entretenimento, que monitora e analisa em tempo real dados gerados por rádios do Brasil todo. E isso só foi possível com Cloud! Nosso laboratório de pesquisas ajudou a AACD a criar um aplicativo chamado Rota Acessível para que o cidadão registre problemas nas ruas, desníveis nas calçadas, por exemplo, que impossibilitem o acesso de pessoas com deficiência.

Há 10 anos, era impensável se falar em CAMS nas empresas e hoje isso já é parte fundamental da transformação de qualquer companhia, em qualquer setor. Ainda relacionado a CAMS, vamos falar muito nos próximos 5 anos de computação cognitiva (conhecida anteriormente como inteligência artificial). Já estamos criando sistemas inteligentes que funcionam com lógica semelhante ao de um cérebro humano, com capacidade de ler e entender linguagem natural e aprender sozinho. Os sistemas cognitivos vão mudar completamente nossas vidas, dos governos e das empresas que trabalhamos. Já estamos usando a tecnologia para ajudar a fazer diagnóstico de câncer e gestão de risco em bancos, entre outras coisas.

De uma coisa tenho certeza: a tecnologia está passando pela maior revolução da história. Seja qual for a empresa, setor, instituição que trabalhe ou estude, você vai ter a chance de ver de perto e escolher entre liderar a revolução ou assistir alguém fazendo. A IBM está aqui pra conduzir essa mudança. Essa é, sem dúvida, minha grande motivação para acordar todos os dias para vir trabalhar.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Games, apps, tecnologia, marketing e comunicação... Tudo em um só lugar!

A IBM e a ESPM – instituição de ensino que é referência em Comunicação, Marketing e Gestão - fizeram uma parceria para criar o curso “Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão”, que visa transformar o estudante em um profissional de marketing e comunicação com amplo conhecimento em TI.

Mas... Como assim? Por que um profissional dessa área, um publicitário, por exemplo, terá que utilizar a tecnologia para suas campanhas e ações? A resposta é simples! O domínio da tecnologia, principalmente de análise de dados, é cada vez mais essencial na área de marketing e comunicação. Para se ter uma ideia, uma pesquisa do Gartner mostra que até 2017 os Diretores de Marketing gastarão mais com Tecnologia do que o próprio líder de TI. Por meio dessa graduação, o estudante terá o conhecimento de análise e desenvolvimento de sistemas, linguagem de programação, desenvolvimento de algoritmos etc e, consequentemente, utilizará as técnicas de TI adquiridas – grande parte de soluções IBM -  para criar valor a um produto ou marca e melhorar a comunicação, atingindo de maior forma o público desejado.

O curso terá turmas a partir de agosto e possui duração de quatro anos. Os dois primeiros são focados na área técnica e os seguintes são voltados para disciplinas específicas e escolhidas pelo aluno, como “Gerenciamento de Games”, “Desenvolvimento de Aplicativos Web e Mobile” e “Digital Business Intelligence”, além de outras que podem surgir de acordo com as mudanças do mercado tecnológico.

Para os interessados, as inscrições para o vestibular estão abertas e vão até o dia 20 de maio. A prova acontecerá no dia 25 do mesmo mês. Conheça o curso!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Mainframe chega aos 50 anos com corpinho de 20



Apesar de muitos boatos ao longos dos anos anunciarem sua morte, o mainframe provou sua força e energia ao chegar aos 50 anos, se reinventando constantemente para revolucionar os negócios das empresas  pelo mundo afora. Presente na primeira ida do homem à Lua, o sistema com alta capacidade de processamento continua se transformando ano a ano e hoje é considerado um dos mais seguros do mundo. 

A base de Mainframe é a maior que a base de todas as outras tecnologias somadas! A IBM conquista entre 40 e 60 novos clientes por ano no mundo e no Brasil a plataforma é a base da tecnologia de praticamente todos os grandes bancos e empresas de vários segmentos. 

Para que você tenha uma noção da importância do mainframe nos dias atuais, praticamente toda transação com cartão de crédito passa por um Mainframe. Levando em consideração que, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), para este ano a projeção é de que sejam feitas cerca de 5 bilhões de transações com cartões de crédito no Brasil, uma movimentação de R$ 619 milhões. Isso mostra o quanto o sistema ainda está presente no nosso cotidiano.

Para ver a linha do tempo completa, clique aqui.
A festa do Mainframe, em Nova York

 Durante evento realizado em Nova York essa semana, a IBM mostrou que não parará por aí e que o Mainframe está totalmente preparado para a era de Cloud, Big Data, Social e Mobilidade. Foram anunciadas duas novas tecnologias para o sistema: a primeira é baseada em cloud computing e ajudará os provedores de serviços a reduzir o custo das operações e a disponibilizar serviços confiáveis na nuvem. Um dos diferenciais é o modelo de precificação, feito através do Banco IBM, que prevê o pagamento sob demanda, tornando o Mainframe mais acessível aos provedores de serviços gerenciados. Outra solução lançada durante o evento foi a plataforma que tem como foco promover o rápido desenvolvimento e implementação de aplicações móveis e a integração completa destes aplicativos com os processos de negócios e dados.


E olha o Brasil se destacando: Deborah Mesquita, da Universidade Federal de Pernambuco e Oberlan Romão da Universidade de São Paulo ficaram entre os 40 finalistas, dos 20 mil inscritos, do Concurso "Master of Mainframe". Deborah trabalhou um mês em um projeto para desenvolver uma interface de usuário e Oberlan criou um app web para bancos, usando ferramentas de mainframe e DB2.


O futuro do Mainframe 

O mainframe será relevante para a 3ª geração da computação?
SIM! O Mainframe é uma das únicas tecnologias preparadas para o futuro da TI, ele analisa a informação e  interage com os dados em todos e diferentes tipos de indústria, trazendo mais transformação e progresso para mercados e sociedade. Os próximos 50 anos serão ainda mais animados. O Mainframe é a tecnologia de ponta para receber cloud, social, analytics e mobile.

Com este histórico, vemos que o mainframe completa 50 anos com energia para viver por muitas e muitas décadas e, quem sabe, séculos?

Mainframe na Imprensa 

IBM busca rejuvenescer o mainframe - Valor Econômico
Produção é quase artesanal, como de um artigo de luxo - Valor Econômico
Cinquentão, mainframe da IBM celebra seu aniversário em Nova Iorque - Computerworld

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Um mergulho no Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil



Inaugurado em Junho de 2011, o Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil  é nono da IBM no mundo e o primeiro da companhia no Hemisfério Sul. Tem suas operações distribuídas entre o escritório sede da companhia, em São Paulo e outro no  Rio de Janeiro. Veja o vídeo e conheça  um pouco do trabalho dos pesquisadores e como suas descobertas são aplicadas a grandes desafios, construindo um planeta mais inteligente.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Laboratório? Agência interativa? Consultoria? Tudo isso e muito mais!

*Por Jesus Mantas

 A IBM está fazendo um grande anúncio essa semana. São Paulo foi escolhida para sediar um IBM Interactive Experience Lab junto com outras nove cidades, entre elas, Cidade do México, New York, Tokio, Bangalore e Pequim. Serão investidos US$ 100 milhões e contratados 1000 novos profissionais para essa iniciativa. Esse laboratório será um reforço importante aos serviços de consultoria que oferecemos hoje em todo o mundo. Mas, antes de falar sobre o que esse lab vai fazer gostaria de contextualizar um pouco.

O mercado de tecnologia avança rapidamente e o poder dos dispositivos móveis e redes sociais vêm criando uma nova postura nos clientes e consumidores. Pessoas como eu e você somos os grandes impulsionadores dessas mudanças. Temos um poder hoje impensável há 5 anos. Com um comentário numa rede social, podemos tanto alavancar as vendas de uma empresa como impactar drasticamente sua reputação e, dependendo de sua repercussão, provocar danos irreparáveis a uma marca.

Esse cenário faz com que as empresas invistam muito mais esforços para aperfeiçoar seu relacionamento com o cliente. Quando avaliamos os recentes aportes em tecnologia, observamos que as empresas estão investindo cada vez mais em seu “front office” do que com o “back office”. Um estudo recente da IBM mostra que cerca de 60% dos CEOs não estão preparados para lidar com esse novo contexto social, com as mudanças que as tecnologias digitais estão trazendo ao seu negócio. E isso é um problema pois essas mudanças no ambiente digital vão continuar evoluindo a uma velocidade ainda maior no decorrer dos próximos anos.

É aí que entra a IBM e seu novo laboratório. 

O IBM Interactive Experience Lab chega com a missão
de auxiliar as empresas em suas estratégias de interação com os clientes. Utilizando tecnologias voltadas para social business, mobilidade e big data, consultores, pesquisadores, especialistas em design de experiência e marketing vão trabalhar juntos para oferecer um novo olhar para o cliente a fim de capitalizar na convergência físico-digital. Tudo isso para que seu consumidor tenha uma experiência positiva em todos os pontos de contato com a empresa. A IBM está criando um novo modelo de consultoria para ajudar as empresas nesses desafios do mundo digital.

Entre outras atribuições o lab usará soluções de análise de dados para traçar o perfil do consumidor da empresa e identificar seus interesses, seus influenciadores (pessoas que influenciam outros consumidores), além de integrar informações de diversas fontes de informação da empresa, como call center e mídias sociais. Dessa forma, a empresa passa a ter informações valiosas para oferecer novos serviços ou até mesmo ter uma interação personalizada com seus clientes.

Os novos laboratórios irão permitir que empresas engajem seus clientes de maneiras totalmente novas. Pesquisadores no IBM Interactive Experience trabalharão diretamente com os clientes para desenvolver o design e extrair dados que fazem a diferença nos seus resultados de negócio.




* Jesus Mantas é Gerente Geral da IBM Global Business Services para a América Latina 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Os benefícios do leasing no Brasil

O leasing já está presente no Brasil há várias décadas e tem sido uma modalidade bastante solicitada por diferentes segmentos e por empresas de todos os portes. O benefício fiscal e a melhora no payback do investimento estão entre os vários aspectos quantitativos favoráveis na decisão de realizar uma operação de leasing. 

No caso do investimento em tecnologia, as soluções podem apresentar um investimento inicial alto, fazendo com que a compra à vista possa afetar o fluxo de caixa da empresa e limitar a implementação de outros projetos. Deste modo, a modalidade de leasing FMV (leasing a valor de mercado futuro das máquinas) pode ajudar não só a diluir o investimento ao longo dos meses do contrato, mas também a reduzir o desembolso mensal – as empresas não pagam  100% do valor do equipamento uma vez que o banco assume um valor residual que só será pago pelo cliente no caso dele exercer a opção de aquisição ao final do contrato de leasing.



Comparado a uma compra à vista, esta alternativa é muito indicada para equipamentos que possuem uma desvalorização acelerada como PCs e servidores, permitindo à empresa poder fazer aquisições maiores, mantendo-se atualizada nessa era de rápidas mudanças tecnológicas e reduzindo também o risco de obsolescência.

O custo com o descarte desses equipamentos é mais um ponto a ser pensado, pois ao comprá-los as empresas precisam calcular também os gastos referentes a esse processo no final do seu ciclo de vida. Assim, ao escolher o contrato de leasing que tenha entre as opções a devolução do equipamento, transfere-se essa responsabilidade para o banco correspondente.

Todos esses fatores são relevantes e a decisão deve ser feita em conjunto entre TI e financeiro para que, por meio de um estudo econômico e estratégico de longo prazo, todos os custos e benefícios sejam realmente considerados.



Ouça aqui um podcast com mais detalhes sobre o funcionamento e benefícios do leasing FMV.







sexta-feira, 21 de março de 2014

Watson em uma nova missão: ajudar no tratamento do câncer



Pacientes com câncer no cérebro terão seus dados analisados pelo sistema Watson, que poderá apontar o melhor tratamento com medicamentos para cada paciente.

Vamos imaginar uma pessoa diagnosticada com câncer  há anos e que desde então passa por inúmeros tratamentos, sendo submetida a vários remédios, colecionando ao longo dessa dura batalha um vasto número de informações a respeito de todo seu organismo em relação à doença. Durante todos esses anos, os médicos precisam analisar tudo que aconteceu com o paciente para poder tomar decisões a respeito dos próximos passos. E isso demanda tempo. E é ai que a Big Blue apresenta uma solução: o médico teria seu trabalho otimizado graças a capacidade de coleta e contextualização desses dados pelo sistema cognitivo da IBM. 

O Diferencial

O Watson será programado para analisar a genética do paciente em conjunto com os mais variados remédios que existem, usados para o tratamento de pacientes com câncer. A capacidade de interpretação desses dados pelo sistema permite a continuidade do seu "aprendizado" à medida que mais informações se tornarem disponíveis através de novas pesquisas médicas, sejam em artigos de revistas ou estudos clínicos. Teremos a possibilidade de um tratamento praticamente único e personalizado, onde os  pacientes têm acesso a opções de atendimento sob medida para o DNA de sua doença.  

"O verdadeiro desafio que temos pela frente é como dar sentido à quantidade massiva de dados e transformar essas informações em melhores tratamentos para as pessoas" afirma o presidente e diretor científico do Centro de Genoma de Nova York, Robert Darnell, que fez a parceria com a IBM. Se um médico levaria em média  10.000 semanas para ler e compreender 10 milhões de arquivos de pacientes, Watson faria isso em 15 segundos, permitindo que os médicos se concentrem no que é mais importante: o paciente. 


quinta-feira, 20 de março de 2014

Inovação na cozinha: receitas inéditas a partir do Watson

Imagina poder saborear um novo prato de comida a partir de uma receita com os ingredientes que você mais gosta? Sim,  o  Watson, sistema cognitivo da IBM baseado em cloud, mostrou que também pode estar presente em uma das horas mais prazerosas do nosso dia,  através do Food-Truck, uma espécie de ''cozinha cognitiva''.

Como isso funciona?


O sistema analisa milhares de receitas existentes para compreender pares de ingredientes e composições de pratos.  Assim, cruzam essas referências com os dados coletados, fazendo uma  combinação de ingredientes, tipos de prato e aromas que mais nos agradam, gerando novas receitas.

Mas isso não ficou só no papel! A IBM fez uma parceria com o Institute of Culinary Education, em Nova York, os chefs de cozinha preparavam os pratos a partir das sugestões oferecidas pelo computador. Ao escolher o ingrediente principal, o programa passa por sua enorme base de dados de receitas à procura de outros ingredientes conhecidos, em diferentes cozinhas mundiais, para casar bem com o escolhido inicialmente. E como podemos saber se esses pratos serão saborosos?  O supercomputador avalia a química do alimento à nossa percepção de paladar, tentando prever o conjunto de outros alimentos que formarão uma combinação agradável. 

Confira e participe!

Para os curiosos, é possível votar no site qual será a próximo prato que o supercomputador irá criar. O caminhão foi apresentado no Pulse, em Las Vegas e já esteve presente no SXSW, um festival de música, cinema e tecnologia que acontece em Austin.  E se você quer conferir alguns dos pratos produzidos, é só acessar a página da  IBM no YouTube.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Mulheres, pesquisas e oportunidades

* Por Márcia Ito
 As mulheres têm conquistado cada vez mais seu espaço no mercado de trabalho, e na área de Tecnologia da Informação e Pesquisa não tem sido diferente. Com o aumento dos cursos e Universidades pelo Brasil, surgiram vários campos inexplorados que ainda necessitam de pesquisadores. Este mercado procura, há tempos, profissionais que acreditam que sua pesquisa, independente da área, é inovadora e fará diferença para o mundo. Eu sou médica, e há anos encontrei minha plena satisfação profissional no mercado de tecnologia. 
Na área de pesquisas em tecnologia existem médicos, geólogos, designers, urbanistas, tecnólogos, especialistas em mídias digitais, engenheiros, geofísicos, químicos... Muitos leitores podem estranhar essa variedade, mas pesquisas requerem inúmeras habilidades e conhecimentos, principalmente se a ideia for criar soluções para problemas reais que afligem a sociedade. Não importa a formação, e sim o que o profissional tem para contribuir com a melhoria do planeta. E as mulheres têm conquistado cada vez mais espaço neste setor. Mestres e doutoras podem ser vistas em diversos laboratórios e em projetos estratégicos dentro das corporações, colaborando proativamente e de forma eficaz para o desenvolvimento de ferramentas inteligentes para soluções de saúde, sistemas humanos, recursos naturais e sensoriamento urbano, por exemplo.
 Com as empresas investindo em Pesquisa & Desenvolvimento, a oportunidade para pesquisadoras mudou muito atualmente. Hoje a perspectiva se ampliou além das Universidades e Institutos de Pesquisas do Governo, e profissionais de diversos ramos de atuação podem se aventurar também na área de pesquisas de empresas privadas. E chances de se destacar sempre surgem, com o avanço da tecnologia e exigência de conhecimentos cada vez mais específicos para lidar com as mudanças pelas quais o mundo tem passado. 
Cloud Computing para diversos segmentos industriais, análise inteligente de dados para traçar perfis e sentimentos, mapeamento de mídias sociais para conhecer o público, exploração inteligente de petróleo e gás, tráfego inteligente e desenvolvimento de ferramentas colaborativas. Estes são apenas alguns dos exemplos de tendências que têm norteado o mercado, e que podem contar com inúmeros conhecimentos para se tornarem realidade. Vendo este cenário, você pode perceber que há oportunidades infinitas neste mercado, e que, independente da formação acadêmica, você pode colaborar do seu modo para tornar muitas melhorias em realidade. Afinal, cada um tem sua experiência e pode colaborar de forma única para tornar o planeta melhor para os cidadãos.
 Muitas empresas têm estabelecido seus laboratórios de pesquisas no Brasil, o que aumenta ainda mais as oportunidades de carreira. Sugiro que analisem a demanda e a área de atuação destas organizações, analisando se o seu perfil está adequado ao da companhia e se o seu ideal profissional está de acordo com o que está sendo desenvolvido. As possibilidades são diversas, basta procurar algo que realmente te faça feliz.

* Dra. Marcia Ito é médica, doutora em Engenharia Elétrica e é pesquisadora da área de Sistemas Humanos do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Parceria com a IBM desafia alunos do Insper a solucionarem problemas reais

 A IBM firmou parceria com o Insper, uma das mais renomadas instituições de ensino de São Paulo, com o objetivo de participar do REP –Resolução Eficaz de Problemas, uma iniciativa inovadora no Brasil, que visa desenvolver nos alunos competências de comunicação, pensamento crítico e trabalho em equipe. Atualmente, essas características são muito demandadas pelo mercado de trabalho por serem fundamentais para estruturação, articulação e resolução de problemas reais e complexos. 

Com duração de quatro meses, o programa é voltado exclusivamente aos estudantes do curso de administração da escola, que têm a possibilidade de viver uma experiência corporativa real e aplicar os conhecimentos aprendidos em sala de aula, já que o REP une o ambiente acadêmico a uma abordagem pragmática.

Durante o projeto em parceria com a IBM, um grupo de alunos contará com dois mentores (IBM e consultor externo), com ampla experiência corporativa, para orientar o andamento do trabalho baseado em um problema proposto pela empresa e apoiar o processo de desenvolvimento profissional de cada participante. A IBM é a primeira companhia de tecnologia a integrar o programa.