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images-2Tecnologia da Informação aliada aos negócios. Essa é a premissa que causou uma das mudanças mais interessantes no perfil do comprador de TI nos últimos dois anos. Se antes tínhamos o CIO como principal decisor em todos os temas relacionados à TI das empresas, hoje o executivo de negócios já ganhou um espaço considerável. Afinal, vivemos em tempos nos quais  tecnologia é essencial ao atingimento das metas de negócio, portanto, nada mais natural que o perfil do comprador de TI tenha mudado, já que as evoluções tecnológicas vêm movendo a economia de forma tão expressiva.
Em 2012, a IBM realizou uma pesquisa com CEOs do mundo todo, que revelou que a maioria dos líderes corporativos já considerava a tecnologia como fator-chave de investimento. Mais de 70% deles disseram que a tecnologia é fundamental para as empresas se manterem competitivas e agregarem valor ao negócio. Dois pontos chamam a atenção nesse dado: primeiro, a diferença em relação ao resultado da pesquisa anterior que, em 2010, mostrou que menos de 30% dos líderes pensavam na tecnologia como o principal foco de investimento; segundo, os executivos passaram a enxergar a tecnologia como uma grande motivadora de mudanças organizacionais – o custo já não é mais a maior preocupação na hora de contratar serviços de alto valor e, sim, os resultados que eles trarão: aumento na produtividade, crescimento e lucro.
Como complemento, em 2013 um estudo do Gartner fez uma previsão interessante para o mercado de tecnologia: em 2017, a área de marketing vai gastar mais em tecnologia do que a própria área de TI das empresas. Isso traz para o jogo a questão sobre quem lidera ou direciona TI dentro das organizações. Atualmente, a pressão pela constante inovação é notória e evidente em todas as áreas das empresas, e por esse motivo, cada vez mais setores dependem do uso intensivo de tecnologia. 
Percebemos então que a explosão de dados a que assistimos hoje, aliada às necessidades de melhoria de processos e ao aumento de eficiência operacional, faz com que empresas de todos os portes identifiquem oportunidades de modernização de suas operações. Assim, as empresas estão deixando de comprar soluções de TI de forma isolada e estão investindo mais em projetos de longa maturação, que realmente transformam o negócio. No fim, a compra não é de uma tecnologia específica, e sim de um resultado final.
Esse novo comportamento dos líderes das empresas tem provocado também uma mudança na abordagem dos fornecedores de tecnologia, pois as conversas não se baseiam mais simplesmente em preço ou funcionalidades. A discussão agora é em cima do quanto a empresa ganhará em termos de produtividade e lucro. Não estamos mais vendendo tecnologia, estamos gerando resultados reais!
Resumindo o conceito: a TI hoje bate à porta de diversos departamentos dentro das empresas. Logística, Marketing, Finanças, Logística e Operações, RH. Esses setores desenvolveram necessidades a serem sanadas por TI e, aos poucos, passaram a entender os bits e bytes sem que seja necessário o envolvimento direto de um CIO. Evolução? Sim! É exatamente disso que estamos falando: a TI e o entendimento do seu alcance evoluindo a forma como se faz negócio.

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