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Pacientes com câncer no cérebro terão seus dados analisados pelo sistema Watson, que poderá apontar o melhor tratamento com medicamentos para cada paciente.
Vamos imaginar uma pessoa diagnosticada com câncer  há anos e que desde então passa por inúmeros tratamentos, sendo submetida a vários remédios, colecionando ao longo dessa dura batalha um vasto número de informações a respeito de todo seu organismo em relação à doença. Durante todos esses anos, os médicos precisam analisar tudo que aconteceu com o paciente para poder tomar decisões a respeito dos próximos passos. E isso demanda tempo. E é ai que a Big Blue apresenta uma solução: o médico teria seu trabalho otimizado graças a capacidade de coleta e contextualização desses dados pelo sistema cognitivo da IBM. 
 
O Diferencial
O Watson será programado para analisar a genética do paciente em conjunto com os mais variados remédios que existem, usados para o tratamento de pacientes com câncer. A capacidade de interpretação desses dados pelo sistema permite a continuidade do seu “aprendizado” à medida que mais informações se tornarem disponíveis através de novas pesquisas médicas, sejam em artigos de revistas ou estudos clínicos. Teremos a possibilidade de um tratamento praticamente único e personalizado, onde os  pacientes têm acesso a opções de atendimento sob medida para o DNA de sua doença.

“O verdadeiro desafio que temos pela frente é como dar sentido à quantidade massiva de dados e transformar essas informações em melhores tratamentos para as pessoas” afirma o presidente e diretor científico do Centro de Genoma de Nova York, Robert Darnell, que fez a parceria com a IBM. Se um médico levaria em média  10.000 semanas para ler e compreender 10 milhões de arquivos de pacientes, Watson faria isso em 15 segundos, permitindo que os médicos se concentrem no que é mais importante: o paciente.

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