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softlayerEsta semana marca o aniversário de um ano da aquisição da SoftLayer pela IBM. Hoje, a Softlayer é a base da infraestrutura de Cloud Computing da IBM, que continua a investir em sua plataforma de computação em nuvem para consolidar sua excelência neste segmento:

·  Investiu US$ 1,2 bilhão para expandir a presença global da SoftLayer com a inauguração de 40 data centers que, até o final de 2015, cobrirão todas as geografias onde a IBM tem atuação, em cidades como Melbourne (Austrália), Toronto (Canadá) e São Paulo (Brasil);
·  Investiu US$ 1 bilhão na criação da nova unidade de negócio Watson Group, que roda em SoftLayer;
· Investiu outros US$ 1 bi no desenvolvimento do Bluemix, plataforma como serviço (PaaS) para Cloud que permite a milhões de desenvolvedores construir aplicações em nuvem rodando em SoftLayer.

A base global de clientes da SoftLayer aumentou em mais de 6 mil novos clientes (cerca de 500 por mês) nesse primeiro ano – o dobro da taxa prevista antes da aquisição pela IBM. O Brasil apresentou uma taxa similar de crescimento em novos negócios. Hoje, no Brasil, a maior demanda pelas soluções SoftLayer partem do segmento de Pequenas e Médias Empresas – cerca de 90%. Porém, o mercado de grandes corporações está crescendo e representa uma grande oportunidade de negócios para a IBM SoftLayer – 24 das 25 empresas listadas na Fortune 500 têm suas infraestruturas baseadas na Cloud da IBM.

Estas organizações estão transformando suas operações para a nova era da nuvem híbrida, necessária para integrar sistemas de engajamento e interação com clientes baseados em plataformas online, móveis ou em social business. Estas empresas começam a notar, cada vez mais, que o dado é o novo recurso natural e que a computação em nuvem é a forma mais eficiente para armazenar e extrair informações estratégicas destes dados, ao mesmo tempo em que protege a privacidade e a segurança destas informações.

Alguns dados de mercado reforçam a representatividade da nuvem para o setor de TI e para os negócios no País*:
– A rotatividade do mercado de nuvem deve chegar a US$ 1 bi em 2017;
– O mercado nacional de computação em nuvem será 211% maior até 2015;
– 33% das PMEs dos BRICs acredita que a computação em nuvem vai ajudar a eficiência de custos, melhorar a movimentação de produtos e desenvolvimento de serviços e ajustar os níveis de serviço em tempo real;
– As contratações de Cloud pelas PMEs devem dobrar em cinco anos, enquanto o número das menores empresas do mundo que usarão pelo menos um serviço de “nuvem” pago triplicará nos próximos três anos.

*dados da Brasscom

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