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Uma dúvida muito comum entre as pessoas e até entre as empresas é o que fazer com o lixo eletrônico. Como descartar computadores e impressoras, por exemplo? Qual a melhor forma? Quando e em que condições vale a pena recondicioná-los? Cada caso é um caso. O que a maioria das pessoas já sabe é que o descarte incorreto de lixo eletrônico provoca danos ao meio ambiente. Segundo o último levantamento feito pela ONU em 2010, o Brasil aparece como o maior produtor de lixo eletrônico entre os países emergentes. Hoje, a produção nacional do lixo eletrônico está aumentando três vezes mais do que o lixo convencional.

Na contra mão desse cenário aparece a IBM. A empresa, que sempre teve a preocupação com o meio ambiente, começou em 2001, por meio do Banco IBM, que é responsável por toda a parte de leasing, financiamento e remarketing, a trabalhar e a desenvolver a logística reversa, o que com o tempo tornou-se uma linha de negócios lucrativa da companhia. A partir de um estudo e análise para avaliar o quanto de equipamentos e materiais usados poderia ser revendido para o mercado, o que deveria ser encaminhado para a remanufatura e o que seria destinado para a quebra e reciclagem, conseguiu-se transformar uma área que antes gerava custos, em uma atividade que hoje traz lucro para a empresa.

Em 2012 e 2013, cerca de 430 toneladas foram descartadas de maneira correta, sendo que 4% desse total foram reutilizados ou revendidos, 95% reciclados e apenas 1% foi incinerado.

Confira abaixo um boletim com dados sobre essa prática comentada pelo diretor do Banco IBM, o executivo Felippe Melo.

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