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Direito, jornalismo, medicina, arquitetura… Foi-se o tempo em que essas eram as profissões mais promissoras do mercado de trabalho. Hoje, em pleno século XXI, após a ascensão da internet e do completo estabelecimento das redes sociais na vida dos seres humanos, novos perfis profissionais passaram a ser procurados pelas empresas. Ao mergulhar no universo da tecnologia, aos poucos vemos um novo profissional chegar às empresas: o cientista de dados. Essa função deve se tornar muito comum ao longo dos próximos anos, principalmente em empresas que lidam com grandes quantidades de dados.
Big Data já não é um termo estranho para as pessoas comuns, muito menos para quem respira tecnologia todos os dias. 90% dos dados do mundo foram gerados nos últimos dois anos e 80% desses dados não são estruturados, ou seja, vem de inúmeras fontes, como vídeos, redes sociais, blogs. Esse profissional precisará estar antenado a tecnologias analíticas para transformar essa montanha de dados em conhecimento valioso para o negócio da sua empresa.
Para se ter noção do crescimento do mercado nessa área, em 2013 o Gartner publicou um estudo que revelou que a demanda por cientistas de dados chegará a 4,4 milhões de profissionais em 2015, sendo que somente a América Latina demandará quase 1 milhão desses especialistas. Desta forma, é possível perceber que “o mar está para peixes que sabem analisar dados”.
A profissão surgiu, as oportunidades estão em profusão no mercado, mas ainda há poucos especialistas que atendam aos pré-requisitos necessários para o cargo. De acordo com uma pesquisa da IDC, atualmente no Brasil existe uma carência de 39,9 mil profissionais de tecnologia. Os números apontam que, até 2015, esse número deve crescer para 117 mil. Agora, se isso acontece no mercado de TI como um todo, imaginem os números quando se trata de cientistas de dados.
Pensando em colaborar com a criação de mão de obra que atenda essa grande demanda, recentemente a IBM fechou uma parceria com seis grandes universidades no Brasil com cursos voltados ao mercado de Tecnologia. Com base no acordo, ESPM, Fundação Getulio Vargas (FGV), Universidade Presbiteriana Mackenzie, Universidade de Taubaté (SP), Faculdade de Tecnologia FIAP e Faculdade BandTec passam a ministrar cursos de graduação, pós e MBA exclusivamente direcionados à formação de especialistas em Big Data a partir deste semestre.
Como complemento ao conteúdo curricular dos novos cursos, a IBM oferecerá materiais e licenças gratuitas sobre tecnologias de análise de dados de última geração, além de workshops de capacitação aos professores das instituições, colaborando ativamente com a formação de especialistas em Análise de Dados. Assim, espera-se aumentar o número de profissionais preparados para lidar com essa montanha de dados que geramos todos os dias.  

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