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*por Mariana Lemos e Juliana Cayres

Calma. Não recebemos o Sheldon Cooper nem fizemos nenhum experimento lunar a laser. Mas semana passada tivemos alguns momentos geek cool na sede da IBM em São Paulo que renderam situações e debates que poderiam facilmente ter saído de um episódio da série norte-americana. Vamos explicar melhor.

Para comemorar um ano de sua plataforma de desenvolvimento na nuvem Bluemix, a IBM criou o Desafio Bluemix, que reuniu cerca de 12 influenciadores (blogueiros, desenvolvedores e jornalistas). A proposta era mostrar aos participantes como construir uma aplicação com internet das coisas (IoT), big data e computação cognitiva – grande diferencial da IBM – em cerca de 10 minutos. Em pouco tempo, por sugestão dos participantes, foi criada uma aplicação que monitorava, em tempo real, tweets a respeito do Uber – aplicativo que conecta motoristas autônomos e passageiros.

Bruno Souza, especialista em Java conhecido como “Java Man”, falou aos participantes sobre a importância de estimular o aprendizado do desenvolvimento e disse que plataformas como o Bluemix desempenham este papel. Já Vinícius Senger, fundador da Globalcode, desenvolveu em tempo real uma aplicação que se comunicava com sua placa IoT Surfboard, comandando uma lâmpada que se acendia, apagava ou mudava de cor.

Essas foram apenas algumas das aplicações que os participantes criaram, em poucos minutos, durante o evento. Agora, se você pudesse desenvolver um aplicativo, qual seria? Qual valor este aplicativo traria para o mercado e para a sociedade? Cortar o trânsito, editar fotos, trocar mensagens instantâneas, vender roupas e chamar um táxi são algumas das facilidades que apps nos trouxeram nos últimos tempos. Estamos falando de empresas que inovaram ao criarem serviços que transformam nossa relação com a internet e com o celular a cada dia. Mas, e se fosse possível criar sua própria aplicação? Bem, como mostramos acima, é simples e possível.

Poucas plataformas de desenvolvimento do mercado chegam de forma didática até o consumidor final, vulgo eu e você. A plataforma Bluemix, da IBM, é uma delas, que além de ter uma interface absurdamente fácil e intuitiva, disponibiliza uma série de treinamentos online para quem precisar (eu, no caso).  Em outras palavras, entramos na era da democracia do desenvolvimento de aplicações. Nessa nova era, é possível que um leigo e um especialista desenvolvam sua ideias e a apresentem ao mercado.

Gravamos as impressões de alguns participantes do Desafio Bluemix. Olha só!

           

 

Questionada por um participante sobre o diferencial do “Watson” no Bluemix, Marcela Vairo, gerente de alianças da IBM, respondeu: “Sim, temos o Watson e isso é uma grande vantagem competitiva, mas nem por isso deixamos de trabalhar a todo o momento para melhorar o Bluemix.Quer saber tim-tim por tim-tim do que rolou? Clique aqui e veja a cobertura do Tecmundo.

Clique aqui para ver a cena da lâmpada em The Big Bang Theory

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