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*por Mariana Lemos
Ouvi de um influenciador que uma grande empresa de tecnologia funciona como uma caixa preta de avião.  Embora todos saibam que há um importante propósito para ela existir, fica difícil saber o que se passa lá dentro. Bem, de certa forma ele tem razão. A dinâmica de uma empresa de TI não é das mais fáceis de ser desvendada.
Talvez essa curiosidade também tenha passado pela cabeça dos cem estudantes que participaram da primeira edição do IBM School. Afinal, eles estiveram, por uma noite, mergulhados em um debate caloroso dentro da IBM sobre o futuro de sua profissão.
Estes alunos vieram da USP, UNIP, FIA, ESPM, Fundação Dom Cabral, Belas Artes, Cásper Líbero, Anhembi Morumbi, FGV, PUC, Mackenzie, Unicamp, Senac, entre tantas outras faculdades e universidades e dedicaram seu tempo – e seus neurônios – para refletir: qual o impacto da computação cognitiva no futuro da comunicação e do marketing? O palco da IBM ficou pequeno para tanto conhecimento… O debate, mediado por Mauro Segura, trouxe os professores Elizabeth Saad, Edney Souza e Gustavo Reis e seus alunos Fabio Sabba e Eduardo Vasques.

Antes do debate, Fábio Scopeta, líder de Watson da IBM para a América Latina, ensinou o tripé da Computação Cognitiva:

  • Entender a linguagem natural – esse contexto vai além das palavras, porque considera feições, tom de voz, movimentos…
  • Aprender sozinho – se utilizar de interações ou de conteúdos para criar conhecimento;
  • Capacidade de criar hipóteses – a partir do conhecimento absorvido, reconhecer padrões.
Scopeta ainda frisou que o Watson não é um computador ou um supercomputador. Trata-se de um sistema cognitivo, que não pode ser confundido, por exemplo, com ferramentas de análises de dados. “O Big Data é a comida do Watson”, brincou. Indagado sobre o grande desafio da inteligência artificial, respondeu: o grande desafio do Watson é interpretar as emoções.

Fora da caixa, fora do quadrado

Veja o que os painelistas e participantes do IBM School falaram sobre o profissional de comunicação e marketing que vai surfar a onda da computação cognitiva.

O debate deste IBM School transcendeu a tecnologia e passou, claro, pelo tema educação. A plateia quis entender: por que os temas atuais do mercado demoram tanto para chegar dentro das salas de aula? Beth Saad responde: “na condição atual do engessamento que vivemos no ensino, a responsabilidade de inovar está nas mãos dos professores. Temos que levar todo o tipo de assunto para a sala de aula.”  
O futuro da comunicação, do marketing e de qualquer outra profissão está baseado na capacidade do ser humano de aprender e se reinventar. Como foi exemplificado por Fabio Gandour – cientista chefe da IBM Brasil – no evento, precisamos ser como os centauros, metade inteligência e metade força.
Num contexto em que a computação cognitiva vem para ampliar a capacidade de cognição do próprio ser humano, os alunos deixaram o evento com algumas questões respondidas e muitas novas dúvidas, como deveria ser. Nós, da equipe IBM, aprendemos que a tecnologia pode até ter transformado a forma como as pessoas se comunicam, mas o que ainda reúne cem pessoas em um auditório, por três horas depois do trabalho, é uma boa discussão.

Que venham os próximos IBM School’s!

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Comentários

FRAGMENTOS
18 de agosto de 2015

muito interessante. Será que esse encontro foi gravado ??

Marx'z
19 de agosto de 2015

Fui, gostei muito e quero mais. Obrigado IBM School Team.
AbraX.

FRAGMENTOS
20 de agosto de 2015

carissimos, voces tem disponivel o video dessa IBM School???

timaissimples
28 de agosto de 2015

Caros, em breve disponibilizaremos o conteúdo do IBM School na íntegra em vídeo!

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