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*por Mariana Lemos

Pensando no tema ‘transição de carreira’, fomos em busca de algumas pessoas da IBM que pudessem compartilhar suas experiências com o TI+Simples. Encontramos, de cara, Fábio Gandour –  um médico que se rendeu aos encantos da tecnologia e virou cientista chefe do laboratório de pesquisa da empresa no Brasil – e Renato Gritti, Tharso Vieira e Keid Sammour, três publicitários que agora trabalham no IBM IX (estúdio que cria experiências interativas e usa tecnologias de mobilidade e análise de dados como base).
Há anos muitos profissionais mudam de carreira. Isso não é novidade. Todos temos e desenvolvemos habilidades e talentos que não necessariamente são utilizados no trabalho. Tenho uma amiga engenheira que faz mosaico melhor que muito artesão por aí. Aliás, muitos de nós não se atentam a nada disso na hora de escolher uma faculdade, aos 17, 18, 19 anos. Dito isso, nada mais natural que mudar de carreira ou incluir na rotina de trabalho novas atividades ou habilidades.
O ponto é: o mercado passou a valorizar o diferente. Habilidades diversas, de diversas áreas criam diferenciais competitivos nos negócios.  O pessoal da IBM que veio de outras áreas deixa isso muito claro:

 

     

 

De acordo com o dicionário Michaellis, a palavra multidisciplinaridade significa integração de várias áreas do conhecimento para a resolução de problemas. E as empresas mais inovadoras do mercado buscam equipes multidisciplinares e profissionais multifunção.
Recentemente falamos aqui no blog sobre as lições que a tecnologia aprendeu com a antropologia. Depois, no IBM School, grandes nomes do mercado de comunicação e marketing deixaram claro que o futuro destas profissões depende de pessoas que saibam ‘abandonar’ o passado e desenvolver novas habilidades, utilizando inclusive ferramentas de tecnologia e computação cognitiva. Fica claro que o movimento é, de fato, multidisciplinar. Não basta ter uma formação, não basta ter uma especialização. É preciso sair do quadrado, buscar o novo, observar com novos olhos. Afinal, uma formação serve para ajudar ou para atrapalhar?
——–
**Para quem quiser se aprofundar no tema, o vídeo mais abaixo é bastante válido. O professor e fundador da Porto Digital, Silvio Meira, provocou uma valiosa reflexão no Café Filosófico: quais serão as profissões do futuro? Ou, qual o futuro das profissões? A IBM acredita que as profissões do futuro serão totalmente mutifunção, ou seja, compostas por atividades inerentes à diversas especializações.

 

             

 

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