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A casa mais vigiada do Brasil (BBB) foi habitada por 40 geeks neste último final de semana. No lugar da famosa academia, havia computadores. Isso porque o desafio não era exercitar os músculos, mas o cérebro. Estamos falando do Hackathon Globo. Uma competição que envolveu 8 equipes e durou 33 horas. O objetivo era construir soluções de software inovadoras para a TV, ou seja, desenvolver novas ferramentas que estimulem o consumo inteligente de conteúdo. O prêmio? Uma experiência: passar três dias dentro do MIT Media Lab, laboratório de pesquisa do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), um dos mais importantes institutos de tecnologia do mundo. Quer mais estímulo que isso?

Para quem não sabe, a palavra Hackathon é uma mistura dos termos em inglês Hack (hackear/programar) e Marathon (maratona). Parece que este movimento está ganhando espaço no Brasil. Nos últimos 20 dias, além do Hackathon Globo, a IBM acompanhou o Hackathon da FIESP. Mas, qual o papel da Big Blue em tudo isso? Bem, para desenvolver uma aplicação é necessário programar, missão ideal para o IBM Bluemix – uma solução em nuvem que facilita a criação e o gerenciamento de
aplicativos online com facilidade e rapidez.
O Hackathon Globo reuniu desenvolvedores, designers e especialistas em hardware e software de todo o país. Os grupos também tiveram à disposição diversos tipos de equipamentos e softwares. Até a data do evento, poucos participantes conheciam o Bluemix e ainda assim 6 dos 8 grupos optaram por utilizar a plataforma para diferentes finalidades, seja para banco de dados, análise de dados, integração de soluções ou para criar diferenciais com o Watson, sistema cognitivo da IBM disponível na plataforma por meio de ferramentas como análise de sentimentos, perguntas e respostas e reconhecimento de imagens.​

Mais agilidade, menos códigos – Bluemix em 10 cliques ​

O grupo vencedor do Hackathon desenvolveu um aplicativo capaz de transformar imagens 3D em hologramas. O chamado HoloGlobo deixa um conteúdo televisivo mais interativo. É como se a imagem saltasse da tela do celular ou da TV para se transformar em uma experiência real. O ponto é, para desenvolver um aplicativo desse porte, a parte de backend (ou infraestrutura) precisa ser impecável. E foi aí que o Bluemix contribuiu.
“Eu achei muito fácil porque a pessoa puxa lá do Git e ele já é publicado. Você não precisa ficar fazendo configuraçào de servidor ou vendo as máquinas individuais. Tudo muito fácil de usar e rápido. Estou muito feliz”. [Guilherme Berger, um dos membros do grupo vencedor do Hackathon]
De acordo com Eduardo Sena, Bluemix Technical Advisor , “Com a tecnologia como aliada, a equipe vencedora usou o IBM Bluemix para implementar uma API de gerenciamento dos hologramas em menos de 250 linhas de código e disponibilização em menos de 10 cliques”. Para os leigos, isso se resume a duas palavrinhas: agilidade e simplicidade.
A plataforma Bluemix veio para facilitar a vida dos desenvolvedores, permitindo criar, gerenciar e desenvolver aplicações – de qualquer linguagem de programação – na nuvem de forma rápida, simples e intuitiva, seja na web ou em dispositivos móveis. A ferramenta oferece mais de 100 tipos de serviços, como Computação Cognitiva, Internet das Coisas (IoT – Internet of Things, do inglês) e Big Data & Analytics.
O foco é deixar o “arroz com feijão” da programação muito fácil e rápido, assim sobra tempo para criar reais diferenciais nos aplicativos. É possível,
por exemplo, fazer uma aplicação em dez minutos, como foicomprovado no Desafio Bluemix, da IBM.

Brincadeira tem hora

A IBM também se encarregou de divertir os participantes do Hackathon. No meio do jardim havia uma mesa para se jogar o bom e velho totó, ou pebolim. Mas aquilo não era um futebol de mesa qualquer. Era uma versão inteligente do jogo, com direito a histórico de partidas, fila de espera e resultados na tela em tempo real. A mesa é uma demonstração de como a internet das coisas pode revolucionar uma tradição sem transformar sua essência. É possível inclusive gerenciar todas essas atividades por meio do Bluemix.

Quer saber mais? Leia a cobertura exclusiva do TechTudo.

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Comentários

Flávia Dias Carvalho
10 de setembro de 2015

#GoBluemix!

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