Pick a color

Boxed/Wide

Boxed
Wide

Content width

1200
1040
960

Select headings font

Background (Boxed)

*Por Vanessa Garcia e Mariana Lemos

A Big Blue acaba de anunciar ao mundo um novo posicionamento, uma visão estratégica que inaugura uma nova era da tecnologia, a era dos Negócios Cognitivos, liderada pelo Watson.
Para levar a computação cognitiva a um outro nível de conhecimento e escala, a IBM vai contar com um time de 2 mil consultores que trabalhará especialmente com negócios cognitivos. Eles vão estar de mãos dadas com os experts das empresas e governos para, juntos, transformarem negócios e cidades.
Esse momento é histórico como foram importantes revoluções nas décadas passadas. Lembra do e-business? Sim, em 1995, ele redefiniu os negócios por meio da internet e criou um novo comportamento de compra nos consumidores, a era on-demand, que democratizou e personalizou a tecnologia para atender ao que diferentes segmentos precisavam. Mais recentemente, cidades do mundo inteiro se aliaram à tecnologia para terem melhores sistemas de segurança pública, trânsito, educação e saúde. Elas passaram a operar de uma forma mais eficiente, deixando o mundo mais integrado, interconectado e inteligente.

E agora, o que vem pela frente? O que esperamos?

Bem, podemos esperar que a era dos Negócios Cognitivas proporcione às empresas, sociedade e a nós, cidadãos, um novo nível de experiência com a tecnologia.

Ok, mas o que isso significa?

Significa que a era pós-app pode ainda não ser uma realidade para muitos de nós, mas já é para a IBM. A ideia é que estes sistemas, a partir da profunda interpretação de dados não estruturados, consigam ampliar nossa capacidade cognitiva, nos ajudando a construir melhores sociedades, cidades, médicos, cientistas, empresários, professores e profissionais em geral.

*Quem quiser entender mais afundo a tal da computação cognitiva, basta ler sobre o Watson.

Adeus, “achômetro”, tudo a ver com dados!

Até 2020, cerca de 1.7 megabytes de DADOS serão criados a cada segundo por cada ser humano do planeta. Ginni Rometty, nossa CEO global, fez recentemente uma analogia interessante sobre dados: eles são o novo recurso natural mais importante da nossa geração, assim como o petróleo foi em décadas anteriores.
O que quero dizer é que a sociedade, representada por empresas e governos, já entendeu que é preciso analisar dados em grandes quantidades e interpretá-los para evoluir a um novo nível de conhecimento nos negócios, nas cidades, nas interações com consumidores, e por aí vai. Nos últimos anos, a indústria de tecnologia deu saltos significantes protagonizados por avanços em dados, analytics, computação em nuvem, mobile, mídias sociais e internet das coisas.

Mas, o que esses tais Negócios Cognitivos têm a ver com dados?

Vamos lá, 80% dos dados gerados hoje, por meio de textos, imagens, vídeos, filmes, selfies, posts em redes sociais etc. são desestruturados. Isso quer dizer que são de difícil interpretação aos olhos da computação convencional.
Apesar de serem vistos, lidos e consumidos separadamente, essa montanha de dados e informações não representa nada se não for analisada e interpretada. Um negócio cognitivo vai fazer exatamente isso. Dar significado a altíssimas quantidades de dados, torná-los visíveis para um gestor de projeto, um engenheiro, diretor, analista, médico, educador, líder público etc.
Na prática, o alimento de um sistema cognitivo são os dados. Ele os ingere e consegue aprender, continuar aprendendo, aprendendo e aprendendo, à medida que recebe novas informações e interage com um expert no assunto. Funciona como um ser humano, quanto mais tempo interage com um assunto, mais experiente e sábio fica. O Watson é assim, quanto mais aprende, mais hipóteses e recomendações gera e mais sentido dá aos dados que antes eram invisíveis para empresas. O Watson consegue aprender o que nós, seres humanos, não aprenderíamos nem em dez vidas.
Então, qual o resultado de tudo isso? Insights, novas ideias e visões para tomar decisões com segurança, criar novos tratamentos, produtos e se relacionar com consumidores. Arrisco a dizer que sem cognição, ou seja, conhecimento e saber, a inovação estaria ameaçada ou no mínimo estagnada! Ela é uma espécie de plataforma de inovação para o mundo.

Em alguns anos, será praticamente inadmissível que um sistema – esteja ele em um carro, um produto ou um aplicativo – não:

-reconheça e conheça você;
-tenha noção de ambientes;
-saiba o que está acontecendo de relevante no mundo;
-dê respostas personalizadas;
-melhore a si mesmo e não precise ser substituído por novas versões.

Isso é inteligência artificial?

Apesar de a computação cognitiva incluir alguns elementos da IA, a era cognitiva vai muito além. Em vez de produzir máquinas que “pensam pelas pessoas,” a computação cognitiva aumenta a inteligência humana, nos ajudando a pensar melhor e tomar decisões mais precisas e fundamentadas. Neste contexto, homem e máquina performam melhor quando trabalham juntos.

Watson do Jeopardy X Watson de hoje

Como disse, o grande protagonista dessa era cognitiva é o Watson, mas não aquele que ganhou ao vivo o Jeopardy, em 2011. Hoje, perguntar e responder em linguagem natural é apenas mais um dos 28 serviços que o Watson oferece, como interpretar imagens e fazer análises de personalidade. Até o final de 2016, a IBM planeja simplesmente crescer em 50% o número de serviços de Computação Cognitiva que oferece hoje. Isso porque o Watson possuiu a característica mais valiosa que existe: a capacidade de APRENDER.

Para quem se interessar, temos aqui dois exemplos práticos do uso da Computação Cognitiva nos negócios. Um deles é o Bradesco, que contratou o Watson para aprimorar seus serviços de atendimento ao cliente. Temos também o exemplo do uso da Computação Cognitiva na medicina. Hoje, empresas de 36 países, em 17 indústrias, já estão usando tecnologias cognitivas. Isso ainda vai dar muito o que falar.

Bem, o que fazem as empresas de tecnologia, senão ajudarem o mercado e as sociedades a construírem o futuro? Pode apostar, o futuro já chegou e ele é cognitivo!
***Quer saber mais sobre o novo ponto de vista da IBM? Leia aqui (em inglês), o artigo do Wall Street Journal.

Artigos Relacionados

21 dez
2015 na IBM? O ano dos negócios cognitivos, da nuvem e…. o melhor ainda está por vir
Geral // 0

*por Mariana Lemos Mais uma vez, um novo ano bate à nossa porta. Não teria como ser diferente. Há os que comemoram o famoso período “das festas”, há os que simplesmente não ligam para isso, mas é fato que um novo calendário em breve estará em nossas mesas de trabalho, mais lotado que nunca, como

11 dez
Apple + IBM = insights na palma da mão
Geral // 0

  IBM e Apple acabam de lançar os primeiros 10 aplicativos móveis para o mercado corporativo. Baseados na plataforma móvel IBM MobileFirst, os apps rodam em iOS e são destinados para os segmentos de finanças, bancos, varejo, governo, telecom, seguradoras e cias aéreas.  A mobilidade já vem transformando a forma como vivemos. Agora chegou a hora de transformar a forma como

26 ago
Como construir uma casa pode ajudar a entender o Watson Analytics?
Geral // 0

* Por Kelly Bassi e Maria Fernanda Espinosa – O que precisamos para construir uma casa? O tijolo! Sim, por mais óbvio que seja, sem ele não há paredes ou tetos. Mas onde queremos chegar com esse papo de construção? Queremos explicar definitivamente a diferença entre Watson e Watson Analytics – sim, são soluções diferentes,

Comentários

João Rita Martins Costa
27 de junho de 2016

Fantástico e um futuro muitíssimo próximo para nós, brasileiros, porém como a era cognitiva poderá ajudar pequenos negócios. Tenho uma empresa de representação comercial e atendo vários clientes e todos eles geram informações eu gero informações para eles e o mercado gera uma infinidade de informações e a era cognitiva me ajudara e muito para complicar e usar todas estas informações na tomada de decisão.

Deixe aqui seu comentário

nitromidia.com Desenvolvido por