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*Por Kelly Bassi

Toda vez que me deparo com um desafio costumo dividi-lo com alguém próximo à situação. Minha expectativa é que essa pessoa ajude com alguma contribuição, pois sempre ouvi que “duas cabeças pensam melhor que uma”. Sábio ditado popular! Tão útil que vem sendo usado pelas empresas que trabalham com o conceito de open innovation, em português, inovação aberta – mais especificamente, o uso de recursos internos e externos no processo de inovação.

O mundo de hoje mostra que cada vez mais devemos ser “abertos”, ou seja, dispostos a ouvir opiniões diferentes da nossa, considerar outras visões em assuntos com desfechos já preestabelecidos, olhar para uma questão por todos os ângulos, aceitar ajuda para trabalhar junto em uma solução e assim por diante. Quem garante que todo condenado é culpado? Que todo limão é azedo? Que 2 + 2 é igual
a 4? É disso que estou falando.
Não é fácil ser sempre aberto, porque a partir do momento em que consideramos um universo maior de opções, fica mais difícil tomar uma decisão. Pense numa câmera fotográfica. Quando ampliamos o seu foco, conseguimos ter uma visão ampla. Quando o diminuímos, é possível captar pontos que ficam quase imperceptíveis a olho nú. São duas faces de uma mesma foto.
Ainda assim, estar aberto nos traz uma valiosa vantagem: a capacidade de adaptação. Moldar-se aos novos desejos e cenários é uma condição para inovar, porque não existe inovação quando não estamos abertos às novas possibilidades. O segredo para conseguir absorver novidades é dialogar e trocar informações com outras pessoas, empresas e mercados. O que será que clientes, fornecedores e parceiros têm para contribuir?
Inevitavelmente, passa pela sua cabeça: como isso funciona na prática? Bem, a IBM tem um bom exemplo. Há três anos, revelou para a comunidade aberta e colaborativa OpenPOWER Foundation a tecnologia do seu microprocessador POWER, bem como a lista de softwares associados.  A Big Blue queria desenvolver um ecossistema de TI do processador IBM POWER para gerar inovação criando soluções para os datacenters do futuro em Linux.

O primeiro grande resultado desta colaboração é a nova linha Power Systems LC, que foi lançada neste mês e desenvolvida a partir da parceria com as empresas Canonical, Mellanox, NVIDIA, Tyan e Wistron, que pertencem ao OpenPOWER Foundation. Esses novos servidores são voltados ao big data – com 50% a mais de memória –, cloud em Linux e computação científica – com alta capacidade de processamento e melhor custo. Os avanços foram possíveis por unir os pontos fortes de cada companhia.

Essa história não para por aqui. Hoje, o OpenPOWER Foundation conta com mais de 150 membros em todo mundo, entre empresas de hardware, software, computação técnica, data centers e universidades – incluindo a brasileira Unicamp. Certamente, mais inovações estão sendo preparadas dentro da cultura aberta.
No início deste post citei o ditado “duas cabeças pensam melhor que uma”, mas depois deste lançamento da IBM, será que não é melhor falar no jargão “união faz a força” para ilustrar o poder do mundo aberto?

Mais detalhes técnicos sobre os novos
servidores IBM Power:
– Vídeo sobre o lançamento

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