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* por Mariana Lemos

Se uma pessoa lhe falasse: “eu vivo nas nuvens”, o que passaria pela sua cabeça? Que ela vive feliz, tranquila, satisfeita e com pensamentos leves? Bem por aí, vai! Mas, quando o Geraldo Guimarães, consultor da IBM Brasil para os mercados de energia, gás e água, nos disse que vivia nas nuvens, ele estava falando sério.

No trabalho, Geraldo visita os clientes e prospects da IBM, entende suas reais necessidades e lidera equipes que criam soluções de tecnologia especializadas para cada empresa. Soluções na nuvem, diga-se de passagem! Fora do trabalho, é um paraquedista apaixonado pelo esporte, que carrega mais de mil saltos em sua coleção (e não pretende parar por aí). Ele já é  profissional, inclusive trabalha como instrutor aos finais de semana.

 

E a pergunta que não quer calar: como é estar – de fato – nas nuvens? Geraldo contou que durante um salto, passar por uma nuvem é como ganhar um presente! São pouquíssimos segundos que parecem minutos. “Você se sente amortecido. É como cair numa montanha de algodões. Nessa hora, não se enxerga nada. A sensação é maravilhosa. Depois, quando saímos da nuvem, o salto continua e é possível ver tudo outra vez”, conta. Mas nem tudo são flores. Algumas nuvens ficam carregadas de chuva, então é preciso tomar cuidado para não se machucar.

 

Na tentativa de entender a fundo como este esporte passou a fazer parte da rotina deste corajoso executivo, batemos um papo com ele, que contou curiosidades inusitadas.

Fala, Geraldo!

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