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*Por Kelly Bassi e Mariana Lemos
140 patentes submetidas – 260 artigos publicados – 20 prêmios.
Estes são alguns dos números do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil, que comemora 5 anos e, ao contrário do que muitos pensam, não é lotado de pesquisadores que criam invenções estapafúrdias, com protótipos espalhados por todos os lados, como nas ficções.
Para começar, esqueça todos esses estereótipos. O Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil trabalha com tecnologia da informação. Logo, todas as pesquisas e criações estão dentro dos sistemas computacionais. Mas, para quem o Lab trabalha? Para os clientes da IBM, oras. A ideia é criar inovações por meio de pesquisas.
Fica claro que a tal da inovação é o combustível que move o tal do Lab. Dito isso, a grande novidade é que essa semana a Big Blue anunciou para o mercado brasileiro o THINKLab  que vai unir empresas e cientistas para resolver problemas complexos por meio de inéditos modelos de negócios, criando novas tecnologias com base na inovação e na colaboração.
Simplificando, a IBM vai trabalhar em modelo de startup para acelerar a criação e aplicação de inovações nas empresas. O THINKLab do Brasil é o primeiro da empresa na América Latina e o sétimo no mundo – já há dois nos Estados Unidos, um na Austrália, na Índia, no Japão e na China.
E, quem melhor para contar as ‘entranhas’ do Lab e do THINKLab senão os estagiários de lá? Da esquerda para a direita, conheça Leandro, Débora, Stéfany, Paulinha e Fabiano.

Entenda o LAB na prática

Além de contribuir para o desenvolvimento da inovação, o trabalho dos pesquisadores IBMistas brasileiros tem sido fundamental para o avanço da tecnologia no Brasil e no mundo todo. Aqui o Lab tem duas unidades, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, que trabalham com ênfase em três áreas:
· Recursos Naturais – os pesquisadores desta área quebram a cabeça para ajudar as empresas de petróleo, mineração e agricultura a usar a tecnologia para melhorarem seus processos produtivos e de negócio. Por exemplo, a agricultura digital – que é o uso de sensores, cloud e analytics no campo – tem auxiliado o produtor rural a gerenciar melhor seus recursos e, assim, aumentar a produção na lavoura. O que chega até nós consumidores são alimentos com maior qualidade e mais baratos, além da redução de desperdícios, por exemplo, com o melhor uso água para irrigação.
· Saúde, Educação e Finanças – aqui os cientistas procuram entender como os dados sociais e como a tecnologia pode envolver as pessoas em importantes questões. Por exemplo, este ano o Lab desenvolveu para o Instituto Cidade Democrática um app para que os cidadãos do Estado de S.Paulo registrem questões com a água. A ideia é que qualquer pessoa registre no app incidentes com a água, como localização de fontes, vazamentos e falta. As informações serão analisadas e levadas ao poder público em forma de propostas e sugestões de ações.

· Ciências da Vida – esta é área mais completa porque envolve nanotecnologia, que é o estudo das partículas mais minúsculas que você imagina. Estamos falando em algo 100 mil vezes menor do que o diâmetro de um fio de cabelo humano. Bem pequeno, né? A IBM está estudando, por exemplo, como essa ciência pode fazer melhor uso do petróleo, tirando das reservas até o que fica nos poros de rochas. Isso será muito bom para a indústria por aumentar o índice de produção e vai render benefícios para sociedade pelo melhor uso deste recurso limitado no mundo.Agora, uma linha do tempo bastante didática que mostra toda a trajetória do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil ao longo dos anos.

                 

Quer se aprofundar mais no tema? Olha só:
Oito motivos para ser pesquisador no Brasil
20 invenções por dia colocam IBM na liderança de patentes em 2014

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