Pick a color

Boxed/Wide

Boxed
Wide

Content width

1200
1040
960

Select headings font

Background (Boxed)

*por Mariana Lemos e Carolina Navarro

No ímpeto de descobrir histórias inusitadas de alguns profissionais de TI da IBM Brasil, nos deparamos com Rodrigo Giaffredo, o evangelista de design thinking que é apaixonado por música (mais especificamente por pop e new wave  dos anos 80 e 90),  já participou de uma banda de hardcore como vocalista  e gosta de fazer viagens diferentes, como ‘a rota da cerveja’,  em que é possível passear pela Alemanha e pela Áustria conhecendo rótulos de várias cervejas e suas histórias.
Quem o vê passar pela IBM não imagina que ele e a mulher, sua grande companheira, frequentam as  baladas mais legais da rua Augusta para ouvir um som da melhor qualidade. Aliás, quantos de nós não fazemos coisas legais que passam despercebidas aos olhos de quem não nos conhece bem?
Batemos um papo com o Rodrigo sobre o seu papel na IBM, o novo perfil de profissionais de TI e, claro, sua rotina fora da empresa.

 

TI+Simples: Como que você virou evangelista de design thinking? Aliás, conta também o que é o design thinking.

R. A IBM passou por várias transformações e se tornou uma empresa bastante ágil, então o design thinking fez muito sentido, já que nos preocupamos em entender o que é valor na perspectiva do cliente. O CIO (Chief Information Officer) da América Latina me perguntou se eu não queria ser o evangelista de Design Thinkg da IBM. Eu havia dito para ele que entendia desse tema. Daí começou trabalho de formiguinha…
Bom, o Design thinking é uma metodologia, ou um processo de inovação, que trabalha com a premissa de que o cliente está no centro da discussão para  nos ajudar a solucionar um problema ou redesenhar algum serviço ou produto. Este cliente pode acompanhar tudo o que nós estamos produzindo e avaliar se o projeto está dentro de suas expectativas. Se estivéssemos fazendo um processo tradicional de design thinking para um carro, por exemplo, o primeiro passo seria incluir o cliente no começo da linha de produção. Depois, você vai apresentar um chassi e, por último, o cliente vai ver o carro pronto. A IBM temperou esse modelo, então se estivéssemos fazendo o mesmo produto, entregaríamos um skate nos primeiros 15 dias, depois um patinete e, aos 45, uma moto. Com 60 dias de interação, nós entregamos o carro. Ou seja, o cliente sempre está acompanhando o processo, está em movimento e sentindo o que está acontecendo dentro da linha de produção de ideias. Ele tem a sensação de valor e a percepção desse valor ao longo do caminho.
TI+Simples: Agora, ajuda a gente a entender, quem é hoje o profissional de TI? Qual o seu perfil? 

 

R. Ainda vejo esse profissional um pouco isolado. Por outro lado, percebo um cenário de mudança. Há um movimento em torno de um maior entendimento das áreas de negócios e de melhoras na relação com os clientes, principalmente entre os profissionais mais jovens. Essas gerações recentes, que estamos recebendo cada vez mais no mercado de TI, interagem com um problema de uma forma muito mais simples e informal. Eu vejo discussões sobre o que não deu certo e que não pode ser repetido. São novas ideias e pessoas contornando a burocracia empresarial.
TI+Simples: E quais são os desafios das companhias diante desse novo profissional?
R. Equilibrar as necessidades legais da empresa com a necessidade de liberdade desses novos profissionais de TI. Desburocratizar sem perder a segurança. O profissional de TI hoje quer trabalhar a criatividade e a inovação, quer ser ouvido, quer se coautor das coisas, não quer mais ser um coadjuvante. Ele quer testar novas tecnologias. Esse apetite por tentar novas coisas é bem legal. E as lideranças estão vendo valor nos times que trabalham desse jeito.
TI+Simples: Como a flexibilidade que a IBM concede aos funcionários te ajuda a ter uma rotina melhor?
R. Eu vim de indústria de bens de consumo, onde os horários de trabalho são rigorosos. Na IBM a flexibilidade vai na estratosfera! Seu notebook é praticamente um escritório móvel. Eu tenho acesso a todos os conteúdos da empresa, consigo conversar com meus colegas do Brasil e de outros países, acessar sistemas. Minha interação com a empresa não muda, independentemente de onde estou fisicamente. O que a IBM valoriza é a entrega de valor. Você tem uma missão e um prazo para o trabalho e aí vai adequando sua rotina a isso. Ainda consigo me aperfeiçoar com outros cursos e especializações por meio das parcerias com as universidades.
TI+Simples: E quem é o Rodrigo fora do horário comercial? O que o Rodrigo precisa fazer para viver feliz?
R. Depois do trabalho, vou para a academia todas as noites, onde faço crossfit, um treino focado em força e condicionamento. Sou casado e tenho uma filha de 15 anos. Gosto de acompanha-la nos estudos e também adoro ficar em casa. Aos finais de semana, é comum eu ir para a balada com a minha esposa. Curtimos o rock’n roll do centro paulista! Eu gosto muito de música eletrônica dos anos 80 e 90. Ouço todos os dias! Depeche Mode, New Order, Sisters of Mercy, essas coisas… Ah, também curto viajar. Já fiz a rota da cerveja, pela Alemanha e pela Áustria, entre outras viagens. E também já fui vocalista de uma banda de hardcore que existe até hoje! Saí quando minha filha nasceu… Enfim, é mais ou menos isso.
TI+Simples: Qual comportamento você traz da vida pessoal para o trabalho?

R. Eu não costumo usar gravata azul e paletó preto. Acho que isso me ajuda muito na interação com os outros. Não tenho nenhuma timidez em conversar com pessoas de outras áreas e procuro profissionais com habilidades bacanas para desenvolver trabalhos em conjunto. É um comportamento meio ‘club’! Você chega e vai para pista! Também há o paralelo com o crossfit, que é um esporte que te induz a se superar o tempo todo. Acho que isso me ajuda, porque você aprende a sempre querer fazer algo melhor do que fazia antes, tem que se desafiar. No mais, em todos esses ambientes que frequento acabo lidando com gerações diferentes, o que me ajuda a entender e a trabalhar com esses anseios do millennials.FIM!

E agora, em homenagem ao Rodrigo, uma música de uma de suas bandas preferidas:

 

Artigos Relacionados

26 mar
Os benefícios do leasing no Brasil
Geral // 0

O leasing já está presente no Brasil há várias décadas e tem sido uma modalidade bastante solicitada por diferentes segmentos e por empresas de todos os portes. O benefício fiscal e a melhora no payback do investimento estão entre os vários aspectos quantitativos favoráveis na decisão de realizar uma operação de leasing. No caso do investimento em tecnologia, as

27 ago
IBM na busca pela conservação da Amazônia
Geral // 0

Acaba de começar mais uma edição do Corporate Service Corps da IBM! Desta vez, o programa global da companhia, que busca capacitar organizações diversas, levou  funcionários do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Filipinas, Romênia e Japão, além do próprio Brasil, para Belém, no Pará. Lá, vão trabalhar junto com a The Nature Conservancy (TNC) –

21 out
Futurecom 2016: Conheça as tendências e inovações para o mundo da telecomunicação
Geral // 0

Não é novidade para ninguém que qualquer empresa que queira crescer e se destacar nos dias de hoje não pode deixar de investir em novas tecnologias. Com o setor de telecomunicação não é diferente. Por isso fomos ao FUTURECOM, maior evento de tecnologia da informação e comunicação (TIC) da América Latina, para conferir de perto

Comentários

Unknown
22 de outubro de 2015

Giaffredo bombando por aí!!!!!!!! Issssaaaahhhhhhh

Heloisa Straza Bortoloto
22 de outubro de 2015

Eu já tive a grande oportunidade de trabalhar com o Giaffredo. É impressionante como ele consegue ensinar e encorajar pessoas somente pelo seu exemplo.

Regiane Prado
23 de outubro de 2015

Inspiradora a entrevista com o Giaffredo!

Deixe aqui seu comentário

nitromidia.com Desenvolvido por