Pick a color

Boxed/Wide

Boxed
Wide

Content width

1200
1040
960

Select headings font

Background (Boxed)

*Por Maria Fernanda Espinosa
O que pensamos quando falamos em resoluções para um ano novo? Novas expectativas? Pé direito, talvez? O que realmente as empresas esperam para o futuro? E você? São tantas as dúvidas, que precisamos fazer um check list de tudo e ver se aproveitamos o ano da melhor forma possível. Também é o momento para muitos de criar e experimentar coisas novas.

Para a área de segurança, esse ano foi bastante agitado. Na verdade, 2015 foi um ano de desafios para todas as indústrias e segmentos. Malwares, brechas, violações de dados e novas descobertas de ataques têm afetado todas as empresas.

No Brasil, nos últimos três anos 38% das violações de dados foram causadas por ataques malignos ou criminais. Já os erros humanos e falhas no sistema atingiram 32% e 30% das vulnerabilidades, respectivamente. Ataques malignos podem levar uma média de 256 dias para serem identificados, enquanto violações causadas por erro humano levam em média 158 dias
Antes de pensar sobre o que queremos proteger no próximo ano, que tal darmos uma voltinha pelos ataques que nos supreenderam este ano? Para nos ajudar com isso, a equipe de segurança da IBM enumerou três situações de segurança que ocorreram em 2015:
1 – Incidente de segurança “Onion Layered” (camadas da cebola, na tradução livre) foi um dos que mais causaram danos em seus ataques. Para se ter uma ideia, 80% dos ciberataques eram impulsionados por uma sofisticada aliança criminosa. Muitos dos ataques são provocados por hackers inexperientes, conhecidos como “script kiddies”, que abrem brechas para a entrada de hackers mais sofisticados que são responsáveis pelos maiores danos às empresas.
2 – Ransomware – ficou no topo dos vírus mais comuns. Para entender um pouco a gravidade do problema, o FBI relatou que os ataques de Cryptowall ransomware já rendeu mais de US$18 milhões aos hackers de 2014 a 2015. Os pesquisadores da IBM acreditam que ele permanecerá uma ameaça comum e lucrativa em 2016, migrando para dispositivos móveis também.
3 – Os ataques maliciosos perigosos continuam vindo de dentro das companhias. Essa, na verdade, é a continuação de uma tendência que a IBM já tinha reportado em 2014, quando o relatório IBM’s 2015 Cyber Security Intelligence Index revelou que 55% de todos os ataques em 2014 foram realizadas por “insiders” ou indivíduos que tiveram acesso privilegiado a algum sistema da organização de forma consciente ou acidentalmente.
Como os ‘Chiefs’ se Segurança vão lidar com isso? Em 2015 a segurança cibernética se tornou uma verdadeira preocupação para esses executivos. De fato, uma pesquisa recente da IBM revelou que 88% dos CISOs relataram que seus orçamentos de segurança aumentaram nos últimos anos e 85% disseram que o apoio da alta gerência para os esforços em cibersegurança também têm crescido significativamente. Porém, quando perguntados se sentiram que eles e seus colegas, em outras organizações, estavam investindo adequadamente em iniciativas de segurança, mais da metade dos CISOs pensaram estar investindo muito pouco.
Embora o ano tenha sido mesmo desafiador, quais as perspectivas para um 2016 com mais esperança?
Destacamos abaixo algumas resoluções para o ano que vai nascer, dê uma olhada:

O que se espera para 2016 é que as empresas entendam que o cibercrime será uma luta sem fim. Os ataques hackers estão ficando altamente sofisticados e as companhias precisam voltar às lições básicas de prevenção e visualizar um cenário no qual será preciso olhar para todas as possíveis oportunidades de riscos. Para o próximo ano, conhecimento será a palavra chave.* Quer saber mais? Veja também o estudo sobre violação de dados do Instituto Ponemon e da IBM.

Artigos Relacionados

20 jan
Mudando o jogo com a análise de dados
Geral // 0

[ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS SOBRE O FILME “O Homem que mudou o jogo”] Esses dias assisti novamente “O Homem que mudou o jogo” (Moneyball).  O filme ficou bem conhecido pela boa atuação do ator Brad Pitt, que representa o técnico do Oakland Athletics, Billy Beane, um time de baseball que estava em decadência e decide utilizar a

09 jun
Bradesco vai ensinar o Watson a falar português
Geral // 1

*Por Kelly Bassi Vira e mexe falamos aqui no TI+Simples do Watson, sistema de computação cognitiva desenvolvido pela IBM em 2011. Desde que venceu os principais competidores no Jeopardy!, programa de TV febre nos Estados Unidos, Watson ganhou novas missões: já criou um livro com receitas inéditas, está ajudando a vários hospitais a tratar pacientes com câncer e a empresas

16 dez
Segurança cognitiva mais próxima do que imaginamos
Geral // 0

Há alguns meses eu falei em um post sobre como o Watson da IBM irá combater o cibercrime. Bem, a notícia se espalhou, ele se especializou e essa semana companhias do mundo todo irão testar pela primeira vez a versão Beta do Watson for Cyber Security. Ou seja, empresas de saúde, finanças, seguros e outras

Comentários

Deixe aqui seu comentário

nitromidia.com Desenvolvido por