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*Por Maria Fernanda Espinosa e Mariana Lemos

No filme “Psicose”, de Alfred Hitchcock, o perigo está por perto e o medo é um constante estado de alerta. Hoje, os tipos de ataques e perigos que nos rondam são um pouco mais variados como, por exemplo, os ataques cibernéticos.
Dito isso, vamos imaginar… Qual é o prejuízo se seu celular for invadido por um hacker? Seria – no mínimo – uma situação muito chata perceber que todas as suas informações e dados foram expostos a um completo estranho, que pode saber mais sobre você mesmo do que qualquer outra pessoa.
Sem mencionar os perigos de roubo de dados confidenciais e senhas para transações financeiras. Dada esta situação hipotética, você pensa: não há chances disso acontecer comigo. Humm… Há, sim. Agora, multiplique estes perigos por cem. Este é o risco que uma companhia corre ao ter seus sistemas invadidos.
No último Inovação em Debate – evento da IBM Brasil que reúne executivos da empresa, analistas de mercado, influenciadores e jornalistas para discutir temas relevantes do mercado de tecnologia – resolvemos  partir para a prática e mostrar, ao vivo, o quão fácil e rápido pode ser invadir o sistema de um celular, além dos prejuízos que isso pode trazer para indivíduos e companhias. Veja só:

               

Um pouco mais sobre Segurança….Que o mundo está ultra conectado, não precisamos mais dizer. Com um smartphone você já pode controlar a programação do carro, geladeira, TV e por aí vai… Na era da Internet das Coisas podemos prever que este é um caminho sem volta. E isso é, sim, muito legal! Mas, como garantir que todas estes dados, gerados todos os dias por milhões de empresas e cidadãos, estão realmente protegidos? Ou melhor, como garantir a privacidade de nós, indivíduos, e das companhias nas quais trabalhamos?

A Big Blue estima que apenas no ano passado mais de 1 bilhão de dados pessoais tenham sido violados por meio de ataques virtuais em dispositivos móveis. Recentemente, a companhia encomendou um estudo ao Ponemon Institute para avaliar o impacto da vulnerabilidade de dados no mundo da mobilidade. Das 400 grandes empresas ouvidas (maioria eram membros da Fortune 500 e que trabalham com grande quantidade de dados sensíveis nas áreas de finanças, saúde, farmacêutica, setor público, entretenimento e varejo), 40% não tomam as precauções necessárias para garantir a segurança dos aplicativos que desenvolvem para seus clientes. Como se não bastasse, elas afirmaram não protegerem seus dispositivos móveis contra ataques cibernéticos.

É de dar medo! E tem mais… até aplicativos de namoro não são mais confiáveis. Mais de 70% deles têm acesso a suas informações de GPS e 34% acessam arquivos da câmera sem a sua permissão.  Além disso, quase metade dos apps desse gênero é capaz de acessar suas informações bancárias armazenadas no celular, como números e senhas de contas e cartões, como exemplificado no evento.

Para finalizar, vale lembrar que até setembro deste ano a Anatel afirmou que há mais de 275 milhões de celulares no Brasil.  Não precisamos entrar em um estado de psicose, mas, é importante refletir: o que vai garantir sua segurança?

Quer saber mais sobre o que rolou neste Inovação em Debate? Veja a matéria da Computerworld!

 

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