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*por Mariana Lemos
Mais uma vez, um novo ano bate à nossa porta. Não teria como ser diferente. Há os que comemoram o famoso período “das festas”, há os que simplesmente não ligam para isso, mas é fato que um novo calendário em breve estará em nossas mesas de trabalho, mais lotado que nunca, como sempre.
Parece que o tempo está passando mais rápido! E isso pode estar acontecendo de fato, segundo alguns físicos e algumas seitas, mas o assunto não vem ao caso agora. O número absurdo de informações e afazeres que nos rodeia já basta para sentirmos que o tempo passa cada vez mais rápido. No fim, nos resta fazer uma escolha: ou controlamos a vida ou a vida nos controlará.
Pois bem, com um novo calendário inauguramos novos ciclos, novos projetos, novas oportunidades… Tudo novo de novo – ou nem tão novo assim. No fundo sempre queremos ser pessoas melhores. E no mundo corporativo as coisas funcionam do mesmo jeito!
Em 2015 a IBM deixou sua marca de várias maneiras, mas de longe a mudança mais significativa que vivemos foi seu novo posicionamento de mercado, o Cognitive Business – ou Negócios Cognitivos. Em simples palavras, a Big Blue entendeu que a Computação Cognitiva, liderada pelo Watson, se tornou o supra-sumo que uma companhia de inovação e tecnologia pode oferecer ao mercado nos próximos anos. A ideia é que estes sistemas, a partir da profunda interpretação de dados não estruturados, consigam ampliar nossa capacidade cognitiva, nos ajudando a construir melhores sociedades, cidades, médicos, cientistas, empresários, professores e profissionais em geral. Neste sentido, Cloud, Analytics, Mobile, Social e Segurança (o famoso CAMSS) são os viabilizadores desta transformação.
Watson já aprendeu português. E o Bradesco nos ajudou a ensiná-lo para que possa ser um expert em seu call center. E…. tão importante quanto desenvolver novas tecnologias é compartilhar conhecimento sobre elas. Por isso, a IBM fechou parcerias esse ano com ESPM, Insper e Mackenzie para levar o tema Computação Cognitiva para a sala de aula. Afinal, são esses alunos que levarão tudo isso a diante, não?
A Inovação continua sendo prioridade, óbvio! Todo ano, US$ 6 bilhões são investidos em Pesquisa & Desenvolvimento no mundo todo. Há 22 anos a IBM é líder em registro de patentes. São mais de 8 mil inventores, sendo 3 mil cientistas em 12 laboratórios distribuídos pelo mundo. Estamos falando de uma  série de ações ousadas durante todo o ano, que apontam para uma estratégia bastante clara, que inclui a mudança de uma empresa de TI para a era da cloud, oferta de solução de dados e analytics para transformar as indústrias ao redor do mundo.
O Think Lab – que vai colocar empresas e cientistas na mesma sala para resolver problemas e criar inovação – é a maior prova que a IBM entendeu que precisa ser ágil e multifunção para levar resultados rápidos ao mercado. Trabalhamos com engenheiros, comunicadores, antropólogos, médicos, professores de diversas áreas, e por aí vai…

O que mais? Teve chuva de bitcoins na Campus Party, teve IBM School, teve inauguração do Data Center SoftLayer (o segundo DC de cloud da IBM no país), teve o Hackatruck, que simplesmente é um caminhão que vai rodar o país ensinando programação. Tudo para mostrar o quanto a tecnologia pode transformar nossas vidas e os negócios do nosso país. E agora, há poucos dias, uma outra ótima novidade para o nosso país! Teremos um centro de IoT por aqui. Sim, internet das coisas + computação cognitiva juntas. Leia mais aqui.No fundo, lá no fundo, ano vai, ano vem… E a IBM segue melhorando para melhorar. Melhorar empresas, negócios, cidades e a sociedade. 2016 está aí para isso!

Em tempos de virada, nada mais justo que ouvir a história do IBMista mais família dessa empresa…

Explico, o Quinho – como é conhecido aqui na IBM – é nada mais, nada menos que neto de um IBMista e filho de um IBMista, ambos com mais de 25 anos de “casa”.Conversei com ele na semana passada e a frase mais legal que ele falou foi: “em 3 gerações da minha família que passaram por aqui tenho certeza que ainda não absorvi todo o conhecimento que existe na empresa”.  Sim, ele é modesto, porque supera TODAS as metas de venda que lhe são dadas. O segredo? Trabalho em equipe! Por conta da IBM, ele já mudou do Rio para São Paulo (e diz que gosta muito!), da área de finanças para a área de vendas… O que mais vem pela frente?

Ah, o Quinho tem ótimas memórias de Natal relacionadas a IBM, olha só!

                        

Agora, a pergunta que não quer calar: será que os filhos dele também vão seguir o caminho da tecnologia? Quinho diz que o filho mais velho tem bastante gosto pelo assunto, mas quem vai dizer isso é o tempo.Pois é, a IBM continua se transformando, transformando o mercado e a sociedade…  A família do Quinho continua ajudando a construir a IBM e por aí vai… Porque tudo muda o tempo todo no mundo, como diz Lulu Santos! Ficou com vontade de ouvir essa música? Eu também. E na voz do Caetano Veloso. 

Até 2016!

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