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*Por Juliana Setembro

Toda mudança pode ser assustadora. Mas é apenas por meio dela que evoluímos. Veja a tecnologia. Ela é algo vivo e sempre possibilitou grandes transformações na sociedade. Hoje, temos os wearables, que fazem com que a TI se torne, praticamente, nossa segunda pele. Ou os smartphones, que já se transformaram em uma extensão das pessoas.
Nós somos a tecnologia, nós a moldamos e a programamos. E ela, por sua vez, nos transforma. Nós construímos a tecnologia e ela nos (re)constroi e trabalha em nosso favor em um mundo cognitivo. Mas é o ser humano quem faz a grande diferença neste processo. É o composto humano que traz o diferencial em qualquer processo de mudança. Nós fazemos acontecer. Por isso não vou falar especificamente de tecnologia no post de hoje, mas de pessoas, de colaboração e engajamento. E como estas palavrinhas mágicas, nas mãos de cada indivíduo, podem transformar comunidades, salvar vidas e levar conhecimento aos quatro cantos do mundo. Sim. Isto acontece e está acontecendo neste exato instante.
Estamos presenciando um momento sem precedentes, no qual o futuro da tecnologia e dos negócios está sendo moldado pela experiência digital, social business, computação cognitiva. A era dos Cognitive Business onde o sucesso não será mais definido pelos dados, mas por como nós podemos aprender com eles e dominá-los. Sim. Novamente falamos de pessoas. Pessoas engajadas estão rompendo as barreiras profissionais e redefinindo a forma com a qual trabalhamos e nos conectamos uns com os outros. Pessoas que fazem todo o momento valer a pena. Quer saber como? Vou contar três histórias inspiradoras aqui.
Na África, o engajamento foi capaz de conectar agricultores e possibilitou um máximo aproveitamento das atividades rurais de toda uma nação. Com ferramentas de colaboração, produtores e empreendedores rurais do Leste Africano podem agora se comunicar uns com os outros ao longo de regiões geograficamente dispersas, fechar negócios, rastrear pagamentos e descobrir novas oportunidades para aumentar a renda de pequenos agricultores que, agora, podem obter novos insights para definir suas estratégias de inventário e precificação – algo até então impossível para eles. A colaboração melhorou suas vendas e transformou a vida de milhares de pequenos negócios rurais ao longo da região.

 

O caso inspirador é o do Texas Children’s Hospital, uma instituição com mais de 60 anos de tradição, 95 mil funcionários e que atende a 2.6 milhões de pacientes todos os anos. Eles enfrentavam um grande desafio: conectar médicos, enfermeiras, administradores, parceiros e todo o ecossistema que trabalha em mais de 60 postos distintos da instituição – tudo isso 24 horas por dia. Com tecnologia de social business e com a criação de um Portal de Internet eles foram capazes de criar comunidades e grupos multidisciplinares de estudo que permitiram aproximar pacientes do corpo clínico. Possibilitou trazer um lado mais humano para os serviços prestados pela instituição de saúde. Hoje, por meio de métricas, o hospital é capaz de entender, em tempo real, sua demanda e capacidade diária de funcionamento, o que permite com que ele atenda a todos os pacientes que batem à sua porta.
E por último gostaria de compartilhar o vídeo do projeto SocialStudent, que ajudou a estudantes de duas universidades norte-americanas – a USC (University of South California) e a University of Arizona -, e uma finlandesa, Aalto University, a colaborarem entre si e trabalharem em conjunto. Com tecnologia de mobilidade e colaboração do IBM Connections os estudantes ganharam flexibilidade para trabalharem juntos, independentemente de sua localicação geográfica. Veja no vídeo abaixo o depoimento dos próprios alunos, que mostram como as capacidades de colaboração têm moldado suas carreiras e formas de pensar.

 

Quer saber mais sobre o que falamos aqui? Estes links possuem detalhes
sobre o tema e os projetos!

 

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