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*por Mari Lemos, Kelly Bassi e Mafê Espinosa

Quando o SEBRAE convidou o Hackatruck para participar da Feira do Empreendedor 2016, rolou um mix de medo com brilho no olhar. Medo porque sabíamos como seria desafiador levar conteúdo relevante de verdade para empreendedores ávidos por informação. Brilho no olhar porque não há coisa mais gratificante que trabalhar com pessoas que querem transformar suas ideias e sonhos em algo real.

E nesses quatro últimos dias quem mais aprendeu foi a IBM e seus parceiros… É incrível como os mais de 1,5 mil empreendedores que tiveram a oportunidade de sentar nas cadeiras deste caminhão ensinaram lições para a IBM, Instituto Eldorado, Flextronics, Sethi e Epson. Sem contar o pessoal que passou por lá só para conhecer o projeto… Não é brincadeira, cada um dos IBMistas e convidados que estiveram na feira saíram revigorados pela energia dos empreendedores.

A estimativa do SEBRAE é que cerca de 150 mil pessoas foram ao evento, que levou, além do Hackatruck, atrações sensacionais para quem queria começar ou alavancar o próprio negócio. Para quem não foi, vamos fazer um compilado geral do que rolou dentro do Hackatruck. Vai ser difícil transmitir por aqui o quanto foi legal, mas vamos tentar. Para começar, um vídeo que resume as atividades que a IBM levou para o caminhão:

              

Teve o Thiago Lahr, analista forense da IBM, que fez uma invasão hacker num dispositivo móvel e provou que segurança de dados tem ser prioridade sempre!

Calma… O Lahr invadiu um celular para mostrar aos participantes que até os pequenos empreendedores estão sujeitos às invasões hackers, que podem prejudicar – e muito – qualquer negócio ou pessoa física. E o mais legal não foi só a invasão. Ninguém imaginava que tantos dados disponíveis em uma padaria, por exemplo, poderiam ser alvo de sequestro de informações e, o pior, pedido de resgate. Para quem achava que o cibercrime não acontecia em pequenas e médias empresas, o especialista usou dados do FIES: 59% dos ataques cibernéticos registrados no estado de São Paulo atingiram as finanças das empresas, e mais de 60% desses atentados aconteceram em indústrias de pequeno e médio porte? Pois é!O público ficou bastante curioso e entusiasmado, mas dava para perceber que havia dúvidas sobre o quanto estavam expostos a riscos de invasão em situações cotidianas, como por exemplo quando baixam músicas ou conteúdos da web. Lahr neste quesito animou o pessoal, dando dicas sobre como se blindar contra possíveis ataques. Criar redes de Wi-fi separadas para os donos da companhia e para outros funcionários, ou não utilizar o mesmo dispositivo de trabalho para uso pessoal são algumas sugestões.

Teve o JAVAMAN, que foi ensinar como fazer um website, mas na verdade mostrou que de nada vale um site se você não conhece seu negócio e não sabe o que seu cliente quer

 

Pra variar,  Javaman sacudiu a cabeça da galera! O pessoal entrou no caminhão (o que já é uma experiência nada trivial) para aprender a fazer um “site matador”, mas a maioria saiu de lá disposta a repensar o propósito do seu negócio, porque o Bruno mostrou que um empreendedor precisa, antes de mais nada, conhecer  bem seu cliente. Só assim é possível dar a ele o que ele quer. Faz sentido, né?
No mais, ele frisou que a coisa mais valiosa que uma empresa pode dar a um cliente, além de um produto ou serviço bem feito, claro, é conteúdo de qualidade. O Javaman deu exemplos de sites horríveis – visualmente falando – que são absurdamente acessados, porque oferecem conteúdos valiosíssimos para seus usuários.
“O pulo do gato é você virar referência no seu segmento. Se você instala ar condicionado, por exemplo, é possível se tornar um expert nisso, dando dicas e mostrando o quanto você entende do negócio”, disse ele. E completou: “Mais importante que aparecer nas buscas de internet é saber que alguém entrou no seu site de propósito, para ler o que VOCÊ pensa sobre um assunto”… Não é à toa que o cara é o papa de Java no Brasil, né?

Teve o Giaffredo, que transformou empreendedores em verdadeiros storytellers – ou contadores de histórias. Em outras palavras, ensinou o pessoal a vender seu peixe

Já falamos sobre o Rodrigo aqui no blog… Pensa num executivo descolado! Só que o foco de hoje é o outro. Quem viu as apresentações que ele fez na feira do empreendedor jamais esquecerá, pode ter certeza. O Giaffredo tirou o pessoal do senso comum. Isso porque mostrou técnicas do tão famoso storytelling de um jeito que nunca fez tanto sentido. Exemplos do que ele ensinou: como despertar o interesse de alguém pelo seu negócio em 1 minuto; como fazer boas apresentações; como fazer seu interlocutor se identificar na sua fala… Mas a lição mais legal que ele ensinou é: nunca deixem de contar suas próprias histórias, mesmo que seus negócios cresçam… Ele explicou que quando deixamos que ser os autores das histórias que queremos contar, corremos o risco de não passar a mensagem correta. O que é verdade…

O Giaffredo e outros dois sensacionais IBMistas criaram o FeveVlog, um desafio de storytelling. A ideia era que eles gravassem vídeos super informais contando histórias aleatórias todos os dias do mês de fevereiro. O Mauro Segura, diretor da área de Comunicação e MKT da IBM, foi um dos criadores do desafio. Ele até falou sobre isso no Meio e Mensagem. O fato curioso é que o #HACKATRUCKNOSEBRAE saiu no FeveVlog do Rodrigo, ó:               

Teve a Fernanda, antropóloga da IBM, que ensinou o pessoal a se colocar no lugar do cliente para entender – de fato – como que ele pensa e sente

O que faz uma antropóloga dentro de uma empresa? Ela estuda o ser humano, mas de uma maneira diferente da psicologia, oras. A Fernanda Antonioli, antropóloga do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil, entende o contexto e as motivações dos clientes da Big Blue para ajudar na criação de soluções que façam sentido para eles.

No Hackatruck, ela ensinou empreendedores a criarem ‘personas’. O que são personas? São arquétipos de clientes. Personagens que representam nosso público. Ex. A Simone, que trabalha, estuda e usa o transporte público de São Paulo para se locomover.

A Fernanda engajou os participantes da sua palestra em uma atividade que os ensinou a criar personas partindo de um problema. Era preciso refletir sobre o que pensa, sente, fala e faz uma pessoa que vive este determinado problema. Em todas as fases os participantes precisavam votar em ideias que não eram as suas e trabalhar com tempo curto e colaboração. O resultado? Identificação e com o cliente.

Ah, que tirou esse foto legal da Fernanda foi o Wesley Santos, do blog Ideias na Bolsa.

Teve a Bianca Mello, que deu 7 infalíveis dicas de como trabalhar com marketing digital

A Bianca trabalha com IBM Marketing Cloud, uma plataforma de automação de marketing que proporciona experiências beeeem legais para o cliente durante toda sua jornada de compra. Como? Analisando dados, dando insights de interações e automatizando contatos via email e outros canais de comunicação.

Dito isso, fica claro que ninguém melhor que a Bianca para dar valiosas dicas sobre mkt digital aos empreendedores da feira do SEBRAE.  E dentre as diversas coisas que ela falou, uma ficou marcada: compile os dados dos clientes da sua empresa e use esta base para qualquer ação que for fazer. Isso é o começo de um relacionamento digital estruturado.

Ok, a grande atração do #hackatrucknosebrae foi a grade de atividades que levamos, mas em segundo lugar no pódium certamente está o Mestre Yoda que a impressora 3D da Sethi fabricava sem parar. Pensa num bonequinho sensacional!!!

Para finalizar, a gente só tem a agradecer. Ao pessoal SEBRAE e aos parceiros da IBM nessa jornada, que são imprescindíveis para que este fantástico caminhão rode o país levando o melhor do universo de tecnologia à pessoas tão especiais. Obrigada por mais esta parada, Instituto Eldorado, Flextronics, Apple, Sethi e Epson. Foi maravilhoso!

**Se você chegou até aqui e achou que o ‘textão’ não valeu a pena, conta pra gente por que! É sempre bom saber em que podemos melhorar… =)**Startupi também falou da gente, olha só!

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Comentários

Anônimo
24 de fevereiro de 2016

Muito Bom!!! Parabéns Mari pelo ótimo textão! No próximo avisa no começo: senta que lá vem textão … mas também é sensacional se prepara!

bjs
LE

Rodrigo Giaffredo
24 de fevereiro de 2016

Mari, sensacional o texto, gosto demais do seu estilo, você consegue realmente contar boas histórias nas matérias, simplesmente não consigo parar de ler! Obrigado pela cobertura, o evento foi incrível, e a cobertura nem se fala.

Anônimo
25 de fevereiro de 2016

Muito bom saber que tem muita empresa bacana disposta a levar conteúdo de qualidade pra galera! Isso dá fôlego pra seguir… Isso que o move o mundo! Parabéns

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