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*por Mariana Lemos

O ano mal começou e já sinto que se passaram seis meses. Se deslocar em São Paulo #nãotáfácil, então peguei trânsito e cheguei atrasada para assistir a final do ‘Guru Eletrônico’ – Hackathon que o Olhar Digital promoveu no Mackenzie – SP nos dias 2 e 3 de Fev.

Ainda bem que já existem aplicativos como o Waze, que nos ajudam a driblar o trânsito com rotas alternativas (só que isso só funciona quando você USA! risos). Bom, como esse blog não serve de ‘muro das lamentações’, vamos direto ao ponto!
Aplicativos, ó, lindos aplicativos, que entraram em nossas vidas sem pedir licença e nos conquistaram com as mágicas tecnológicas que fazem todos os dias. Agora falando sério, tem APP pra comprar ingresso de cinema, pra pagar conta, pra pagar mais barato em restaurantes, para vender roupa usada, pra fazer playlists… E a lista vai longe! Os aplicativos são verdadeiros facilitadores da rotina humana, por isso os amamos! <3
Pensando em surfar a onda dos aplicativos, o Olhar Digital resolveu reunir mentes brilhantes em um Hackathon para facilitar a vida de quem quer comprar produtos eletrônicos e não sabe qual device escolher, por isso o nome do evento: ‘Guru Eletrônico’. O objetivo era promover uma competição entre grupos formados por programadores, designers, e demais profissionais do mundo de desenvolvimento. Os 3 criadores dos três primeiros APPS ( a banca de jurados era “de peso”) ganhavam prêmios  e um reconhecimento todo especial.
Deu pra entender mais ou menos o que é um Hackathon? São maratonas de programação de software. Desafios com um tempo limite para serem cumpridos e julgados. Normalmente os Hackathons são lançados para que se crie uma inovação – de preferência útil! Esse termo é uma união das palavras “hack” ( que significa programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).
O Hackathon do Olhar Digital me surpreendeu positivamente. Cheguei a tempo de assistir as apresentações das versões finais dos aplicativos e o nível foi alto. A banca de jurados não aliviou nas críticas e soube reconhecer os pontos fortes de cada grupo. Senti que todo mundo deveria aprender a programar suas ideias malucas, que lá no fundo sempre têm algum fundamento.
Gravamos esse vídeo para mostrar mais ou menos o que rolou por lá. Vale a pena ver.

O Bluemix – plataforma de programação na nuvem da IBM – foi a grande sensação do evento, porque deu aos participantes a possibilidade de desenvolver o APP de forma rápida e simples. Até quem nunca tinha ouvido falar na plataforma conseguiu trabalhar bem nela – e com acesso ao Watson, diga-se de passagem.
Há quem goste de Hackathons, há quem odeie e há quem seja indiferente, mas o que não podemos negar é que criar aplicativos nos eleva a um patamar de donos de nossas próprias ideias. Ontem eu vi universitários com habilidades de criar e vender suas próprias inovações, que podem solucionar problemas importantes (ou não, claro) no mundo todo.  Se isso não é o futuro, eu não sei o que é.

Vejam mais detalhes sobre o evento na cobertura do Olhar Digital, aqui!

 

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Comentários

Flávia Dias Carvalho
5 de fevereiro de 2016

:)

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