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Especial Computação Cognitiva

*Texto por Kelly Bassi e vídeo Rafaella Bonogli Bruno –

sombra casalSempre tivemos a curiosidade de saber como é o funcionamento do Watson. Como é sua interface? Como se relaciona com o usuário? Como traz insights? Então, decidimos partir para um encontro arranjado para conhecer melhor a tecnologia por trás do sistema cognitivo da IBM. Convidamos o Thiago Rotta, que é Arquiteto de Soluções e trabalha com o time que constrói aplicações do Watson aqui no Brasil, para nos apresentar algumas demos sobre computação cognitiva.

No dia do encontro, foi aquela produção total. Banho tomado, melhor roupa e maquiagem reforçada. Na nossa cabeça, iríamos conhecer o “supercomputador” mais importante do planeta. Mas, para nossa surpresa, o Watson não era uma máquina, ou “supercomputador”, e o encontro seguiu um rumo um pouco diferente do que imaginávamos. Isso porque não nos deparamos com um hardware, mas sim, com um software, com uma plataforma de computação cognitiva. As aplicações do Watson ficam na nuvem e nosso encontro “cara a cara” acabou sendo por meio de um navegador da web. Mesmo virtualmente, nosso encantamento pelo sistema foi instantâneo, pela facilidade de acesso e por ele conseguir democratizar o uso da tecnologia.

Na prática, as soluções são construídas assim: o Watson possui 30 serviços que estão na nuvem, na plataforma IBM Bluemix. Os especialistas no assunto chamam esses serviços de APIs (Application Programming Interfaces), que é um trecho de código que resolve um problema específico, ou seja, é um componente de software que integra os dados e a lógica de negócio para prover um serviço acessível por programação. Qualquer desenvolvedor ou empresa tem acesso aos serviços do Watson, que são combinados para possibilitar a criação de aplicações complexas e acessadas por meio da nuvem.

Nosso encontro foi longo porque o Thiago explicou tudo isso e ainda nos mostrou dois exemplos bem interessantes do Watson: um modelo de chat online de atendimento ao cliente e o personal shopper da North Face, que ajuda o consumidor a escolher o melhor produto no site de acordo com a atividade ou viagem que deseja fazer. Registramos tudo para que você pudesse conferir neste vídeo.


E aí? O que achou? Bem legais esses exemplos, não? Reunimos mais três casos Watson que você consegue acessar diretamente para testar e mergulhar nas ferramentas do Watson:

Imagem TEDO Watson aprendeu todo o conteúdo das palestras do TED Talks, onde pensadores, acadêmicos, personalidades, influenciadores e até mesmo pessoas comuns compartilham seu conhecimento, percepções e experiências sobre diversos assuntos. O sistema analisou quase 2 mil vídeos e respondeu perguntas complexas dos internautas referentes a trechos das palestras do TED. Por exemplo, você pergunta para a aplicação “Por que o céu é azul?” e ela responde ao questionamento com uma lista de trechos de palestras sobre o assunto. Teste aqui.

Imagem CinemaQue tal o Watson te ajudar a escolher o filme que você vai assistir hoje à noite? Converse com ele neste chat que foi programado para indicar qual o filme mais adequado para você de acordo com as suas preferências. Alem de indicar o filme após um bom bate-papo, a ferramenta ainda traz o trailer para que você possa saber exatamente o que vai assistir. Experimente aqui.

Imagem Watson ChefO aplicativo Chef Watson, que utiliza a computação cognitiva para fazer recomendações culinárias. Para chegar a este resultado, o sistema leu o banco de receitas da Bon Appétit (um dos maiores sites de receitas do mundo) e foi treinado para entender as melhores combinações entre os alimentos e que tipo de sabor costuma mais agradar o paladar humano. O Chef Watson já está disponível gratuitamente na Internet, em inglês. O projeto também virou um livro, chamado Cognitive Cooking with Chef Watson, que reúne 65 receitas com combinações inéditas de ingredientes. Acesse aqui.

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