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*Por Bruno Favery –

Um antigo provérbio diz: se quiser ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá em grupo. Esta velha máxima se encaixa muito bem na lógica de raciocínio que trago nas próximas linhas e, acredite, tem tudo a ver com o futuro da tecnologia e com a era cognitiva. Se avaliarmos bem, os grandes ícones da civilização tiveram ao seu lado ótimos companheiros de estudo e inspiração. Sócrates teve Platão; Mahatma Gandhi teve Mahadev Desai; Martin Luther King Jr. teve Bayard Rustin; e a lista segue …

Essa história se repete até nos livros. Quem não conhece a expressão ‘Elementar meu caro Watson!‘, eternizada pelo maior investigador da literatura, Sherlock Holmes? A palavra ‘elementar’ descreve algo básico, simples e primitivo. O Sherlock Holmes era um detetive que precisava de evidências, provas e fatos para desvendar seus casos. E
nesse contexto, ele contava com a ajuda de seu fiel escudeiro e assistente, o Watson. Pois é, até as mentes mais brilhantes não atingem seu potencial máximo sozinhas!

Rustin-and-King-JrPor um acaso do destino, o sistema cognitivo da IBM carrega o mesmo nome do assistente de Sherlock Holmes. Mas, o que o Watson da Big Blue tem a ver com o que falei até agora? Tudo! O sistema de computação cognitiva da IBM é uma espécie de assistente que amplia a capacidade cognitiva dos seres humanos. Se Platão se baseou na obra de Sócrates para aprimorar suas teorias, imagine o que eu, você ou qualquer outro profissional pode criar se tiver um Watson ao seu lado?

Neste Dia Internacional do Trabalho me dedico a escrever sobre este tema porque vejo um horizonte repleto de possibilidades. Em um futuro próximo, enxergo os sistemas cognitivos auxiliando profissionais de variados setores nas suas tarefas mais desafiadoras, seja um médico, um psicólogo, um estilista, um chef de cozinha, um consultor financeiro…  Em outras palavras, a tecnologia estará a serviço do ser humano.

Nos últimos anos, a inteligência artificial tem gerado grande expectativa, graças a produtos como carros que dirigem sozinhos e robôs que reagem a comandos de voz. Sistemas inteligentes de análise de dados que incorporam Inteligência Artificial. É disso que estamos falando. Mas não vá imaginando que tudo isso tem vida própria porque não é o caso. Muitos filmes tratam essa questão de inteligência artificial de forma fantasiosa e, inclusive, cruel. Com máquinas tomando o posto de humanos e nos sub julgando. É levemente cômica essa ótica, pois na realidade é bem o oposto.

O alia9809cd025cfacf48682db479d5bcce3mento de um sistema cognitivo são os dados e ele funciona como um ser humano, quanto mais tempo interage com um assunto, mais experiente e sábio fica. O Watson é assim, quanto mais aprende, mais hipóteses e recomendações gera e mais sentido dá aos dados que antes eram invisíveis. E quem faz todo esse processo de nutrição é você. Ela seguirá o caminho que você delinear. O resultado de tudo isso são novas ideias e visões para você tomar decisões com segurança, criar novos conceitos, produtos, ações e inclusive se relacionar com outras pessoas.

Nesse contexto, sistemas cognitivos poderão ser o assistente que nunca puxará o seu tapete. Fiel como um cão de guarda e astuto como um filósofo grego, o Watson é elementar, meu caro!

 

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