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– Por Bruno Favery –

Conectividade é algo incrível. Ela tem afetado a maneira como nos expressamos, interagimos e experimentamos o mundo a nossa volta. Seja em um desktop ou em um smartphone, temos o mundo aos nossos pés, ou melhor dizendo, na ponta dos nossos dedos. Somos capazes de comprar, publicar ou pesquisar qualquer coisa em qualquer lugar. Bom, nenhuma novidade até aqui, certo?

Mas como isso acontece? O que está por trás dos sistemas que tantas vezes nos ajudam a pedir uma comida, reservar um vôo ou efetuar uma compra online?

A responsável por tudo isso se chama Interface de Programação de Aplicação, carinhosamente apelidada de API. Essa tal de API é a engrenagem por trás da interatividade que facilita a nossa vida. Bom, mas  e daí? O que, de fato, é uma API? Eu quase desisti de entender, mas agora já ficou claro, então vou tentar explicar. Vamos por partes.

A API é um serviço, uma espécie de mensageiro que recebe o seu pedido, diz ao sistema o que você quer fazer e depois retorna a resposta para você. Ela opera por meio de códigos programados que direcionam o comportamento de uma determinada interface, seja em um aplicativo ou software. Em outras palavras, estamos falando de uma ponte que une funcionalidades a aplicações. Como por exemplo um mapa dentro de um site de um hotel. A página do hotel utiliza a API do programa que gera o mapa para poder inseri-lo em seu site.

Um bom exemplo: se você quiser se logar no siAPI_Pluginte do TED Talks, pode fazer isso pela API do Facebook, que já puxa seus dados de cadastro e agiliza seu acesso.

Agora, uma analogia: pense na API como um garçom em um restaurante. Imagine você sentado na mesa com o menu em suas mãos. Você escolhe o que vai comer e a cozinha prepara a comida. Mas você não pode ir diretamente na cozinha fazer isso. O que está faltando é o link que irá comunicar o seu pedido à cozinha e depois entregá-la na sua mesa.

É nesse momento que o garçom, ou a API, entra em jogo. O garçom é o mensageiro que leva o seu pedido e diz ao sistema, nesse caso a cozinha, o que fazer. E depois entrega a resposta, ou seja, a comida, de volta para você.

Para comprar uma passagem aérea entramos no site de uma companhia para pesquisar e ter acesso a sua base de dados, assim saberemos se aquele vôo que queremos está realmente disponível. Mas, e se não estivermos no site da empresa, que tem acesso direto a essas informações? E se estamos navegando em um website de uma agência de viagens? Bem, essa agência usa a API da empresa aérea em seu site. Essa API busca informações no banco de dados da companhia aérea e a mostra para quem pesquisou.

As API’s têm tornado possível toda essa conectividade do mundo moderno. De fato, as aplicações são tantas que hoje já se fala em ‘Economia da APIs’ e estima-se que até 2018 esse mercado movimentará cerca de US$ 2,2 bilhões, mas esse é um tema para uma outro post. 😉

Confira nesse vídeo como funciona, por exemplo, a API de reconhecimento visual do Watson. Em breve falaremos mais sobre as APIs do Watson, fiquem ligados!

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