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* Texto: Kelly Bassi / vídeo: Bruno Favery / fotos: Daniel Angeli –

Já tratamos aqui no blog do tema inteligência artificial sob diversas facetas, como seu uso em bancos, na saúde, na educação, na culinária e em mais um monte de coisas bacanas que sabemos que estão rolando por aí. No entanto, o que proponho para vocês neste post é uma reflexão. Por quê? Estive no IBM Business Connect, evento da IBM que aconteceu há poucos dias, que mostrou, na prática, como as empresas podem se tornar cognitivas.

Uau! Foi um banho de inspiração e a certeza clara de que quando falamos de tecnologia cognitiva estamos colocando as pessoas no centro das atenções. A terceira era computacional, que foi estreada pela aplicação da inteligência artificial na solução de problemas reais, só faz sentido se ela servir às pessoas. Estamos falando de sistemas e robôs que vão auxiliar pessoas e dar a elas a possibilidade de resgatar o bem mais valioso de suas vidas: o tempo.

IMG_9676A lógica é: um sistema cognitivo, como o Watson, amplia a minha inteligência, me dá informações mais confiáveis ou insights baseados em estudos e dados que eu não teria a capacidade de absorver no meu limitado tempo do dia a dia. Ele me torna um profissional mais completo, assertivo em minhas decisões e me incentiva a aperfeiçoar outras frentes do meu trabalho que antes ficavam adormecidas por falta de tempo ou foco.  Sensacional, né?

Lá no IBM Business Connect, aprendi três lições que faço questão de explicar a vocês, pois acredito que se a humanidade tiver isso bem claro em sua mente vamos avançar cada vez mais na adoção da computação cognitiva para melhorar nossas vidas.

Lição 1 – Computação cognitiva amplia a inteligência humana_MG_9762

No bate-papo do CTO da IBM Brasil, Luis Fernando Liguori, com a plateia, ele explicou que a computação cognitiva funciona como uma inteligência aumentada. A função do Watson é ser um assistente que vai ajudar a expandir nosso conhecimento, já que estamos abarrotados de informações e não vivemos mais em um mundo programático e determinístico.

Exemplos já mostram claramente isso, como o Watson ajudou a diagnosticar um caso raro de leucemia, o Watson atuando com advogados, o Watson auxiliando chefs de cozinha a criar novas receitas, o Watson orientando clientes a fazer compras em lojas físicas e sites. Dá até para entender as características das pessoas com o Personality Insights.

_NGE9696Lição 2 – Inteligência artificial é presente e futuro

O painel de abertura do evento com empresas como Bradesco, Banco do Brasil, Mecasei.com e BRF deixou claro que a computação cognitiva é uma realidade e já temos as primeiras iniciativas no Brasil. O presidente da IBM Brasil, Marcelo Porto, foi categórico ao dizer que o futuro da inteligência artificial é um desafio de todos.

“Todos os modelos de negócios em seus mercados estão sendo desafiados pela computação cognitiva. A jornada é complexa e profunda, muitas vezes não sabemos por onde começar, mas vale lembrar que já tem gente se mexendo com inteligência artificial no Brasil e com experiências totalmente tangíveis”, comentou o Porto.

Lição 3 – Seremos novos profissionais_MG_9869

O especialista em cultura digital, Gil Giardelli, foi bem claro em sua palestra ao dizer que no trabalho, cada vez mais, os robôs irão cuidar das tarefas operacionais, enquanto os seres humanos atuarão em missões que exigem maior empatia e flexibilidade cognitiva. “Em vez de competir com as máquinas, vamos ter que correr com elas em uma velocidade supersônica”, exemplificou Giardelli. A meta, segundo ele, é ter menos trabalho e fadiga para abrir espaço para mais inteligência nesta 4ª revolução industrial.

Outra questão abordada pelo especialista foi a transformação das profissões. Gil diz que no futuro só perderão espaço no mercado de trabalho os profissionais que não tiverem coeficiente espiritual. Este conceito não está relacionado a religião, mas em atuar com ações que façam sentido, ajude a sociedade. O século XXI será de pessoas individualmente livres e voluntariamente jovens, não de idade, mas de espírito.

O surgimento de uma nova tecnologia reinventa e gera novas funções no mercado de trabalho. No caso da computação cognitiva, já estamos falando do “curador de dados”, que seria o profissional responsável pela acuracidade de informações da empresa que irão alimentar os sistemas cognitivos.

Bom, era isso! E você? Já fez alguma reflexão sobre o impacto da inteligência artificial em sua vida, no seu trabalho ou na sua empresa? Tenho certeza que seu encontro com esta tecnologia será inevitável muito em breve – aliás, pode até ter acontecido e você não percebeu! 😮

Caso você ainda não tenha pensado nisso, sugiro embarcar nesta reflexão assistindo ao vídeo no início deste post. Ele resume bem o que rolou no IBM Business Connect. Depois deixe um comentário aqui contando sua impressão sobre todas essas mudanças.

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Comentários

Lyzbeth Cronembold - Operational and IT Director MDOOH - Grupo Bandeirantes de Comunicação
14 de setembro de 2016

Parabéns IBM! Evento disruptivo e estimulador do pensamento critico e criativo. Iniciou-se o processo de estimular nossos jovens e maduros lideres de TI a semear a inovação.

timaissimples
14 de setembro de 2016

Lyzbeth, agradecemos a sua mensagem e elogio. Nossa bandeira é mesmo essa: semear a inovação. E profissionais como você, que apreciam ações disruptivas, caminham neste mesmo sentido.

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