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Para quem é gamer, é indiscutível que não há momento de maior satisfação do que quando se chega ao final de um jogo e o finaliza com maestria. Em contrapartida, não há pior sentimento do que saber que você não poderá jogar determinado game, pois ele é exclusivo da fabricante concorrente do seu console.

Na guerra para conquistar o público e uma maior fatia do mercado, os fabricantes fazem de nós suas maiores vítimas, nos privando de algumas obras-primas. É claro que essa é uma faca de dois gumes, pois às vezes somos os privilegiados de termos alguns jogos exclusivos para a nossa plataforma.

Videogames-620x388Em um mundo que cada vez está mais conectado e em que o on demand e share economy ganham cada vez mais força, foi inevitável pensar: até quando essa guerra irá durar? Penso eu que essa disputa entre A, B e C (Microsoft, Sony e Nintendo) está longe de acabar, mas podemos no futuro ver algo grandioso surgir. Algo como o Netflix dos games. Imagina você ter uma plataforma única de acesso que por meio da computação em nuvem te disponibiliza um cartel enorme de jogos que vai de Uncharted, God of War, Mario, Zelda, Gears of War a Halo.

O quão legal não vai ser ter à disposição aquele jogo que você tanto cobiçou, mas não jogou porque não tinha determinado videogame? Eu digo: vai ser show! Inclusive, já tenho até uma lista de quais seriam os primeiros da lista e finalmente iria poder dizer em alto e bom tom: zerei todos os jogos que sempre quis!

É claro que é muito mais fácil imaginar do que de fato acontecer. Muitos interesses, parcerias e investimentos estão em jogo. Em teoria, é mais fácil já que as tecnologias englobadas para que isso se torne realidade existem e estão aí, como cloud computing, IoT e smart TVs. Mas, na prática, há temas como direitos autorais, modelos de negócios, velocidade de banda larga, entre outros.

Como um dos mais lmelhores-videgamesucrativos mercados da atualidade é inevitável que o setor de games se reinvente e novos caminhos surjam por aí. O Gamefly streaming é um exemplo. É um projeto de streaming atualmente disponível só nos USA e que dá ao assinante o acesso a um catálogo de jogos que podem ser reproduzidos em uma variedade de dispositivos conectados, incluindo Smart TVs, dispositivos de mídia streaming e set-top boxes.

Se vai dar certo só o tempo dirá, mas essa reviravolta seria algo para lá de inovadora e extremamente bem-vinda. E você, qual seria o primeiro jogo que você iria zerar?

*Por Bruno Favery

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