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Nos dias de hoje, é praticamente impossível que alguém nunca tenha ouvido falar que tal dado ‘está na nuvem, guardado na Cloud’. É nesse momento que aquela pessoa leiga olha pra cima e pensa: “naquela nuvem ali no céu?”. Não… quer dizer, mais ou menos. Olhando para o céu, a nuvem que vemos nada mais é que um ‘aglomerado de partículas de água (no formato de vapor d’água condensado) ou gelo que se forma na atmosfera terrestre – segundo definição dos livros de ciência da nossa infância.

Voltando a 2016, a Cloud mais falada hoje em dia (sem contar as rodinhas de meteorologistas) não é bem a nuvem que está no céu, mas sim a que tem a capacidade de armazenar dados que podem ser acessados remotamente, por meio apenas de uma conexão de internet (cujo símbolo, aliás, é nada mais nada menos que a nuvem. Sim, é daí que vem o nome).

Em termos simples e claros, na Cloud Computing as informações não ficam no disco rígido do seu computador, mas sim na internet. E não precisamos mais de disquetes, CDs, DVDs e pendrives para guardarmos nossos documentos, fotos, vídeos e demais arquivos. Para isso, já existem diversas outras plataformas, como Dropbox, GoogleDrive, Flickr, Youtube, e por aí vai. Se você ainda quer usar todos esses dispositivos acima para guardar suas coisas, está OK, não vamos te condenar. Mas, caso queira voar até a nuvem, também fique à vontade. É uma viagem e tanto!cloudcomputing2

Falando em viagem, assim como podemos ver uma nuvem em qualquer lugar do mundo, também conseguimos acessar os dados que estão na Cloud de qualquer lugar do mundo, estando no Brasil, na Espanha ou na Tailândia. Sim, os nossos dados viajam o globo, pois podem estar em uma rede que tem sua base nos EUA, em Xangai ou em Jundiaí mesmo, no interior de São Paulo, onde se localiza um dos data centers da IBM, por exemplo.

As formas das nuvens variam de acordo com a velocidade do vento e a quantidade de água que possuem. O que não é muito diferente com a tecnologia, já que existem diversas formas de Cloud Computing. Abaixo falamos de algumas:

IaaS (Infrastructure as a Service ou Infraestrutura como Serviço): quando utilizamos apenas uma parte de um servidor, geralmente que atende a demanda específica do cliente. Exemplo: SoftLayer. (Para conhecer um pouco mais sobre a SoftLayer, clique aqui)

PaaS (Platform as a Service ou Plataforma como Serviço): usamos apenas uma plataforma como um banco de dados, um serviço específico. Exemplo: BlueMix.

SaaS (Software as a Service ou Software como Serviço): uso de um software na web. Exemplo: GoogleDocs.

A nuvem é tão, mas tão legal, que até o Watson resolveu morar nela, onde pode conhecer pessoas, assistir filmes, cozinhar pratos deliciosos e muito mais. Para quem é um adorador de cerveja, Wagner Arnaut, expert em cloud da IBM Brasil, fez uma explicação bem ‘saborosa’ sobre como funciona a nuvem com exemplos que envolvem a bebida. Confira!

Nota mental: os principais benefícios da Cloud Computing são agilidade, escalabilidade, flexibilidade e melhor desempenho. Mas a grande dúvida é: posso confiar em armazenar os meus dados na nuvem? Pode sim, claro. Mas esse é um assunto para um próximo post! 😉

*Por Mariana Riscala

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