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Hoje em dia é praticamente impossível não ouvir alguma novidade sobre dispositivos de realidade virtual. A tecnologia conhecida apenas como “VR” – termo em inglês para Virtual Reality – vem chamando a atenção da mídia e do público por expandir os horizontes de experiências sensoriais, nos transportando do conforto de um quarto para cenários como as pirâmides do Egito ou o fundo do Oceano Atlântico em questão de segundos. É um grande salto tecnológico e traz toda uma nova leva de aplicativos a serem desenvolvidos, como filmes, fotos e jogos já programados para ambientes 360°, capazes de garantir uma maior imersão na experiência final. Mas a questão é: será que essa tecnologia vai pegar?

O VR tem empolgado os entusiastas da tecnologia, principalmente aqueles ligados em videogames. A Samsung é vista com bons olhos por alguns, já que trouxe acessibilidade e portabilidade por meio do seu Gear VR, aparelho desenvolvido em parceria com a Oculus, permitindo conectar seu smartphone da linha Galaxy ao visor e pronto – bem-vindo à realidade virtual! A vantagem do Gear VR está na mobilidade, já que é possível levá-lo a qualquer lugar. O dispositivo conta com alguns jogos e programas para visualizar vídeos e fotos em 360°, e vai servir como porta de entrada de muita gente para essa nova onda tecnológica.

Palmer Luckey, CEO da Oculus VR

Palmer Luckey, CEO da Oculus VR.

Mas nem tudo são flores. A tecnologia ainda é um universo em expansão e existem atualmente dois tipos de realidade virtual no mercado: a boa e a ruim. Enquanto a ruim é simplista e envolve você apenas colocar seu smartphone em um dispositivo, a boa traz sensações incríveis, capazes de expandir nossa experiência sensorial.

O chamado “bom VR” precisa, na verdade, de um grande investimento para funcionar, já que é necessário um PC de ponta, com bons processadores e placas gráficas aptos a rodar os mais modernos jogos. O Oculus Rift, desenvolvido pela empresa de Palmer Luckey, conta com uma boa biblioteca de títulos como o jogo de ação espacial Eve Valkyrie, o RPG Chronos e o simpático Lucky´s Tale, que traz o bom e velho gênero de plataforma para o aparelho.

Outra opção que chegou há pouco no mercado é o PlayStation VR. O aparelho da Sony é compatível apenas com o PlayStation 4 e vem sendo apontado por especialistas como a melhor opção, já que conta com três vantagens: um preço menor, uma base instalada de mais de 40 milhões de PS4 vendidos globalmente e jogos de sucesso. A empresa japonesa já trabalha com diversos títulos de destaque, como Final Fantasy XV, Gran Turismo Sport, Driveclub VR, Resident Evil 7 e Batman Arkham VR – esses dois últimos, inclusive, tive a oportunidade de testar durante a E3 2016. Ambas são experiências altamente imersivas e que valem muito a pena serem testadas pelo menos uma vez!

Preços e marcas à parte, você tem interesse em adquirir um aparelho desses no futuro? Deixe seu comentário abaixo!

*Por Marcelo Costa

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