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Todo mundo já sabe que a nação brasileira é formada por misturas étnicas bem variadas. De forma geral, surgimos a partir de cinco povos: os índios, que são os habitantes nativos desta terra, os portugueses, que vieram para cá por volta de 1.500, os negros africanos, que foram trazidos para trabalhar como escravos e os imigrantes europeus, que buscavam uma vida melhor nos períodos de guerra, além dos asiáticos e árabes do Oriente Médio que chegaram aqui depois.

Estamos falando, no mínimo, de seis tipos de etnias presentes no País, conhecidas como brancos, índios, negros, pardos (junção de brancos, negros e índios), mulatos (brancos e negros), caboclos (brancos e índios) e cafuzos (negros e índios). Pois é, não tem como negar que somos uma população com características de pele muito diferentes e complexas. Soma-se ao fato de morarmos em um país tropical, que nos leva a ter uma grande exposição ao sol, o que torna o desafio de cuidar da pele do brasileiro ainda mais importante.

A TheraSkin, indústria farmacêutica eTHERASKIN_FOTO_3specializada e referência em dermatologia, atua há 80 anos no Brasil estudando e desenvolvendo produtos e medicamentos para a pele dos brasileiros. A missão deles não é nada fácil e, por isso sua área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação passou a usar o IBM Watson for Drug Discovery. 

A ideia é que o Watson ajude os pesquisadores a encurtar o tempo de desenvolvimento de produtos e medicamentos, os auxiliando na apuração e na triagem de documentos científicos e médicos, facilitando as pesquisas em que estão trabalhando. O resultado final será comprovado pelo o consumidor e pela comunidade médica, que terão acesso mais rápido e com a mesma precisão a soluções que proporcionam a beleza e manutenção de uma pele saudável.Vale ressaltar que essa é a primeira empresa de saúde a usar esta solução na América Latina.

Mas, como o Watson for Drug Discovery funciona? Hospedada na nuvem, esta ferramenta da IBM utiliza a computação cognitiva para identificar as relações entre genes, proteínas e medicamentos relacionados às doenças em estudo e, assim, agilizar o processo de novas descobertas científicas. Para isso, a análise do Watson é baseada em evidências extraídas das informações que o sistema aprendeu. Esta plataforma está sempre sendo atualizada com os mais recentes artigos científicos, periódicos médicos, livros e registro de patentes.

Um ponto bem bacana deste projeto é que o Watson for Drug Discovery também está apreendendo com a TheraSkin. Conforme os pesquisadores utilizam o sistema, ele vai sendo abastecido com novas informações e conhecimento da farmacêutica, o que leva a solução ser cada vez mais inteligente.

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As expectativas da TheraSkin são bem boas! Nos contaram que a intenção deles é usar o Watson para encontrar evidências que possam respaldar muitos projetos de pesquisa que estão em fase inicial, consolidar outros em andamento e tornar possível o desenvolvimento de produtos que sigam uma linha fora do convencional. Fico ansiosa para ver logo um produto da TheraSkin no mercado que foi criado com a ajuda do Watson. Tenho certeza que logo teremos e testaremos!

*Texto: Kelly Bassi | Vídeo: Bruno Favery

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