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Há alguns meses eu falei em um post sobre como o Watson da IBM irá combater o cibercrime. Bem, a notícia se espalhou, ele se especializou e essa semana companhias do mundo todo irão testar pela primeira vez a versão Beta do Watson for Cyber Security. Ou seja, empresas de saúde, finanças, seguros e outras tantas, vão experimentar a segurança cognitiva em seus negócios.

O mercado já está se preparando para essa revolução. Não é de hoje que executivos apontam suas necessidades para um sistema de segurança mais ágil e eficaz, já que cada vez mais são descobertos novos métodos de brechas e violações. Só lembrando aqui, o prejuízo das empresas no Brasil com violação de dados passou de R$ 3.96 milhões para R$ 4.31 milhões. E o número de dados roubados este ano subiu de 3.900 para 85.400.

A novidade agora é que o Watson ajudará analistas de segurança da informação do mundo a localizarem e estudarem novas ameaças. Além disso, as empresas que o utilizarem poderão compartilhar todos esses dados na biblioteca digital da IBM, o IBM X-Force Exchange.

A segurança cognitiva já é esperada

Como eu disse, lutar contra o cibercrime significa mais do que reduzir custos de violação de dados. Tem a ver com a reputação da organização e os ativos sensíveis que ela perde. Toda a informação perdida talvez nunca será resgatada… imagine isso para um hospital, por exemplo? Catastrófico!

Por isso, muitos executivos já estão vendo a importância de blindar ainda mais suas equipes e a computação cognitiva é uma das grandes propostas. Analisar incontáveis números de dados em minutos – coisa que levariam horas – é um diferencial para qualquer time de segurança. O analista terá o poder de decidir com dados fundados, vindo de artigos e fontes confiáveis do mundo todo.

Na semana passada, a IBM fez um levantamento com alguns executivos e descobriu que eles estão mais preparados do que imaginamos, dá uma olhada:

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Os dados não costumam mentir – pelo menos que eu saiba – e parece que todos estão prontos para essa nova era. Agora é pegar esse bonde ou ser invadido… qual a sua escolha?

*Por Maria Fernanda Espinosa

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