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[ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS SOBRE O FILME “O Homem que mudou o jogo”]

Esses dias assisti novamente “O Homem que mudou o jogo” (Moneyball).  O filme ficou bem conhecido pela boa atuação do ator Brad Pitt, que representa o técnico do Oakland Athletics, Billy Beane, um time de baseball que estava em decadência e decide utilizar a tecnologia de análise de dados para ‘virar o jogo’ e conquistar o campeonato da Liga Nacional. O longa mostra, na prática, como a tecnologia pode impactar qualquer tipo indústria. Quem pensaria que um time de baseball usaria sistemas para obter grandes resultados? E a lógica poderia ser a mesma para futebol, vôlei e outros esportes.

É interessante que quando o técnico propõe aos conselheiros do time a ideia de usar tecnologia, os integrantes mais antigos não botaram fé. Para eles isso soava como uma coisa bem maluca. Nada mais natural, até porque esse mesmo movimento acontece todos os dias nas empresas. Quando alguém propõe algo novo, há sempre os mais conservadores. Pois é, no passado muita gente que considerou a análise de dados como um investimento ruim e agora está tentando correr atrás dos frutos perdidos.

Bem, voltando à história do filme, o técnico precisava dmoneyball-brad-pitte mais dinheiro para tornar o time dele campeão. No início do filme isso é mostrado claramente, pois ele se senta com a equipe e explica o problema principal: os bons times eram ricos e os maus times era pobres. Na verdade, antes de conhecer o matemático da Yale, Peter Brand, ele acreditava que comprar outros jogadores de outros times seria uma alternativa. Entretanto, graças a uma visita a outros times, ele consegue conhecer as habilidades do matemático e entende que o time dele precisava apenas ser melhor coordenado para mudar o jogo.

E é aí que as habilidades de Peter entram em cena. Ele chega para calcular, cruzar dados, competências de jogadores para ao final, ditar aonde esses carinhas devem jogar. Dentro do time, ele cruzou dados matemáticos e descobriu quantas jogadas eram necessárias para ter um bom desempenho e quantos scores precisariam atingir para não perder o campeonato. Além disso, ele criou um código ano a ano do time, que incluiu todos os dados para se fazer projeções dos atletas. A partir da análise desses dados, foi possível ver os pontos fortes dos jogadores.  O profissional começa, então, a entender como os mesmos jogadores poderiam desempenhar um papel novo e eficiente dentro do time.

Desta forma, ele mostra um novo modo de olhar para as contratações dos jogadores, pois acredita que em todos há uma qualidade e que por trás da falta de gestão estão homens somente pensando em dinheiro. Com isso, o técnico e o matemático mudam quase todas as posições dos atletas, recebendo ainda mais resistência por parte do conselheiros. Não preciso dizer que o time conseguiu o que o técnico e o matemático queriam, não é mesmo?

big-dataNa minha opinião, a parte mais importante da análise de dados é a criação do legado de informações, como o Oakland A’s fez para outros times como o Rex Sox, por exemplo. Aliás, um caso que ficou bastante famoso também foi o da Federação Alemã de Futebol, que utilizou softwares de análise de dados desde 2013 para colher informações de todos os jogadores e aprimorar o desempenho e as trocas em campo. Fato é que isso funciona de verdade. Não é feitiçaria é tecnologia!

Trazendo para outras indústrias, o que a análise de dados pode fazer para os negócios? Bem, para começar, captar milhares de dados e direcionar para ofertas interessantes para um consumidor, por exemplo. Em um hospital, pode ajudar a instituição a compilar as informações dos pacientes e direcionar para um atendimento personalizado, sem contar que terá uma gestão muito mais individual se no momento que o paciente chegar na recepção, todas as suas informações estiverem nos registros e na base de dados da instituição.

O que a análise de dados pode fazer por todos nós como indivíduos? Bem, estamos entrando em tempos em que a população está reparando que o bem mais valioso que há se chama tempo. Então, se pudermos evitar demoras e ganhar tempo, melhor. Agora imagine quando percebermos, por exemplo, que um atendimento está ao nosso gosto e que as ofertas estão sendo direcionadas de forma inteligente. No trânsito, já é possível  trafegar por rotas menos congestionadas. Nas redes sociais, lemos conteúdos super alinhados com nosso gosto. Pois é, parece que o caminho da tecnologia trás impacto positivo para muitas frentes de nossas vidas. Que bom, porque esse é um caminho sem volta.

*Por Maria Fernanda Espinosa

 

 

 

 

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