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Diferente de algumas áreas que estão perdendo o espaço em um mercado cada vez mais digital, os desenvolvedores possuem uma grande vantagem: conhecem como funciona toda lógica por trás de todo e qualquer sistema que usamos no dia-a-dia. É com eles e por causa deles que tudo em nossa volta funciona, seja no acesso aos apps do nosso celular, ou nos programas que usamos durante o trabalho. Vou ainda mais longe: são programadores que viabilizam facilidades que temos na vida pública, como uma simples catraca de metrô, por exemplo.

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Apesar dessa vantagem, uma coisa é fato. Todos os mercados estão em constante mudança e os desenvolvedores também precisam se reinventar. Alguns demonstram já ter entrado na Era Cognitiva, como por exemplo, a Startup Dr. Cuco e a MRV Engenharia.

A primeira desenvolveu um app de mesmo nome que utiliza as API’s de inteligência artificial do Watson para ajudar pacientes a se cuidarem após o contato com o médico. Esta aplicação usa as API’s Watson Conversation e Retrieve and Rank.

Já a MRV Engenharia que desenvolveu o assistente virtual Meu MRV, possui um app construído na plataforma IBM Bluemix que possibilita acompanhar por meio de fotos e vídeos a evolução da obra do apartamento adquirido, registrar e acompanhar solicitações, consultar o extrato de pagamentos, copiar o código de barras do boleto e ainda acessar os comunicados enviados pela MRV.

Pensando em fomentar o mercado e preparar essa e a próxima geração de desenvolvedores, a IBM Brasil organizou o Watson Brasil Developer Summit. Evento para apresentar tendências, casos reais de utilização de I.A. e a plataforma de desenvolvimento de aplicações na nuvem: IBM Bluemix 

Puxando o bonde das tendências, Fabio Gandour, Cientista Chefe da IBM Brasil, discorreu sobre a nova era da Cognição e traçou uma linha do tempo que exemplificou não só como esses profissionais tem mudado com o decorrer dos anos, mas também como ele tem se tornado cada vez mais imprescindível nos tempos de hoje. Após falar na importância das capacidades cognitivas e da missão de conseguirmos transformar dados em informações reais e com valor, Gandour ainda conversou conosco e compartilhou seus pensamentos sobre o futuro da computação e dos desenvolvedores. Confira o que ele tem a dizer:

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Para expandir um pouco a mente do pessoal e abrir os olhos para novas possibilidades foram apresentados alguns projetos envolvendo as capacidades cognitivas do Watson como:

  • A Voz da Arte: Parceria com a Pinacoteca de São Paulo, o projeto expande a experiência dos visitantes do museu ao usar inteligência artificial para que se possa conversar com obras de arte. O projeto inclusive foi premiado recentemente em Cannes.
  • Segurança Cognitiva vs Ataque de Hackers: Um jogo em realidade virtual que simula um ataque de hacker. Os participantes podem entender como é trabalhar em conjunto com a solução Watson for Cibersecurity.
  • Developers & Startups: Neste espaço foi possível conhecer o programa da IBM para startups e assistir a demos de AI e IoT além de ficar por dentro dos nossos próximos hackatons e meetups.

WATSON_DEV-0524Além de workshops em Blockchain, IoT, Big Data/Analytics e Inteligência Artificial, para que desenvolvedores pudessem, de fato, aprender usar as tecnologias de forma prática. Foi como ver uma grande sala de aula em que, no lugar de cadernos, os alunos usavam as API’s disponíveis no Bluemix para estudar.

A evolução da tecnologia criou um novo tipo de ser humano, capaz não só de transformar dados em informação (e, consequentemente, conhecimento), como também transformar esse conhecimento em cognição e saber. Estamos lidamos com a inteligência artificial, como o Watson – plataforma de computação cognitiva da IBM, como parte essencial da nossa rotina e precisamos ter um mercado pronto para entregar profissionais cada vez mais capacitados para suportar a demanda de novas tecnologias.

O que vi e vivi durante as horas que passei nesse dia me mostrou que o mercado está cada vez mais em busca de iniciativas como essa e que a IBM está pronta para transformar o futuro da programação.

*por Juliana Ferrari

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