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Sempre fui uma pessoa propensa a gostar de tecnologia. Quando criança me divertia no computador e no videogame. Hoje, não me imagino sem uma câmera digital e softwares de edição de foto e vídeo. Sempre adorei as facilidades e o fator entretenimento do mundo moderno. Apesar dessa afinidade, nunca entendi bulhufas de como funcionam os objetos que utilizo para a minha diversão. Como um usuário casual, meu pensamento sempre foi: não importa como, só quero que funcione.

Mas a vida é repleta de mudanças. E uma delas foi que há um ano comecei a trabalhar para a IBM. A princípio fiquei reticente com o trabalho, pois tecnologia da informação nunca foi minha praia, mas achei que seria um bom desafio navegar por águas desconhecidas. Confesso que no começo penei muito com alguns conceitos, mas descobri algo muito legal: a minha ignorância, aliada à minha curiosidade, poderiam render conteúdos esclarecedores sobre os serviços e produtos da companhia.IMG_7880

Com o passar do tempo, comecei a dar mais valor à tecnologia da informação, pois comecei a enxergá-la como uma das chaves para construirmos um mundo melhor, mais sustentável e justo. Vivemos uma relação simbiótica com a tecnologia e entendê-la é também compreender nosso funcionamento e como podemos explorar nosso real potencial.

E eis que agora me deparo com um novo desafio. Fui convidado a escrever sobre o centenário da IBM aqui no Blog TI+Simples. Logo, me perguntei: “caraca o que eu, uma pessoa de um ano de trabalho, que nem expert em tecnologia é, poderia falar de uma corporação que está no Brasil há 100 anos?” Bom, logo pensei em narrar cronologicamente como tudo começou, e me deparei com um excelente vídeo a esse respeito.

Além disso, a própria IBM montou um hotsite repleto de informações e curiosidades sobre a sua história, cobrindo a Era da tabulação, a Era da programação e a Era cognitiva. Diante desse panorama recheado de informações, como trazer algo de novo a respeito? Decidi então não fazer nada novo, mas sim por uma perspectiva diferente: a minha.

E o que eu testemunhei nesse um ano? Cara, muitas coisas. A primeira foi o World Comunity Grid. Uma iniciativa em que as pessoas doam a capacidade ociosa de seu computador ou dispositivo móvel em prol de projetos de investigação científica que beneficiem a humanidade.

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Ao longo do tempo eu aprendi e tentei descomplicar alguns temas, por exemplo, o que são as API’s (afinal quem sabe o que é isso?), Cloud computing, e também falei sobre como a inteligência artificial está revolucionando diversos setores como saúdedireitoagriculturaautomotivofarmacêutico e educação.

Uma vez, em São Carlos, conheci o programa de intercâmbio da IBM, o CSC (Corporate  Service Corps), que oferece aos funcionários a oportunidade de atuar com IBMistas de outros países em consultorias para ONGs, instituições culturais, universidades, órgãos governamentais ou pequenas e médias empresas de mercados em desenvolvimento.

Houve um dia também que conheci uma expert em segurança. Ela veio de Israel para palestrar para jornalistas brasileiros sobre o perigo do cibercrime em eventos de grande magnitude. Além de faixa preta em jiu-jitsu, a executiva trouxe informações privilegiadas sobre como os criminosos do mundo virtual estão agindo e de como a IBM está se posicionando para enfrentá-los.

Apesar da IBM ser uma empresa de tecnologia, descobri que é uma companhia com grande foco nas pessoas. A área de RH é realmente engajada na luta pela diversidade, em prol de políticas trabalhistas LGBT e também de PCD’s. Organiza eventos com outras grandes corporações para discutir o tema para que cada vez mais as pessoas possam ser elas mesmas no ambiente de trabalho. Para mim, ter essa liberdade de expressão e opinião é impagável.

Além disso, é cool! Afinal eles aboliram o dress code. Não preciso nem falar que no dia seguinte do anúncio lá estava eu de bermuda, né? Aproveitando o lado descolado, conheci também uma técnica muito interessante trabalhada internamente, um tal de o Mindfulness. Uma prática trazida do oriente utilizada para potencializar a criatividade e promover o bem-estar. Gravei essa prática com as duas líderes do movimento e conheci o lado mais zen da IBM.

A verdade é que a IBM fez e continua a fazer muito. Seu foco não é apenas fazer negócios, mas negócios para profissionais. Hoje, fica claro que a empresa trabalha para potencializar a capacidade humana por meio da plataforma de computação cognitiva, IBM Watson. A contribuição ao nosso país e esse contínuo compromisso com o desenvolvimento da civilização foi inclusive reconhecido pelo nosso Senado em uma sessão especial em abril.

Para ser sincero. Eu poderia continuar escrevendo mais coisas como o Bluehack, a maior hackthon da América Latina ou mesmo o Smartcamp, competição de startups, mas acho que já escrevi demais. Verdade seja dita, tem sido um baita de um ano. Aprendi muitas coisas e fiz amigos. Ali na IBM tem pessoas incríveis fazendo coisas incríveis. Tem um CTO inteligentíssimo e triatleta. Um presidente jovem, visionário e engajado no Linkedin. Tem um cara lá produzindo conteúdo que é um dos melhores fotógrafos que já conheci. Um barbudo maluco beleza que sabe tudo sobre Design Thinking. Um diretor de comunicação e marketing que é uma figura e um baita youtuber. Tem até piloto fera de drone por lá.

Enfim, é óbvio que o que a IBM fez em 100 anos é muito mais do que eu poderia presenciar em um ano. Mas com o que eu vi, vivi e aprendi em um ano posso afirmar com certeza absoluta que a humanidade mal pode esperar o que lhes aguarda nos próximos 100.

* Por Bruno Favery

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