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Começo esse texto fazendo uma pergunta: Quantas mensagens sobre a sua rotina de trabalho você já trocou pelo seu celular pessoal? Posso apostar que muitas. Agora, outra pergunta: Quantas dessas mensagens eram sigilosas ou MUITO estratégicas para a empresa? Aposto que muitas também. Mas, se elas foram enviadas – ou recebidas – pelo seu smartphone, então, está tudo bem, certo? Errado! Segundo uma pesquisa divulgada pela Kaspersky, empresa russa de segurança digital, o Brasil está em oitavo lugar no ranking dos 10 países que mais sofrem ataques por vírus em celulares.

Se você achou que esse é um número assustador, espere até ler sobre este outro: A Terra tem aproximadamente 7 bilhões de habitantes e, destes, 5 bilhões são usuários de smartphones. Isso mesmo, 5 b i l h õ e s!

É fato que o aumento da conectividade e da mobilidade são pontos a serem considerados quando avaliamos o mercado de smartphones. Muito mais pessoas usam o celular pessoal no dia a dia profissional e as empresas precisaram se movimentar e agir. Foi assim que surgiu o conceito de Bring your own device (BYOD), ou, em português, “Traga seu próprio dispositivo”.

Para quem não sabe, este é um movimento de apoio ao uso de gadgets pessoais para facilitar a rotina no trabalho. Os benefícios da prática são inúmeros, como: aumento de produtividade, já que o funcionário pode trabalhar de qualquer lugar; agilidade, por conta da familiaridade do usuário com a interface do aparelho; e, consequentemente, redução de custos com compra e manutenção de equipamentos. Mas, nem tudo são flores. O movimento pode ser perigoso por conta do aumento no risco de fraudes, falta de governança e, principalmente, fragilidade na segurança.

Esse cenário fez com que as empresas se adaptassem a esta cultura e criassem formas de lidar com ela. Uma das soluções que surgiu, por exemplo, o MDM, que, no inglês, significa mobile device management, é uma solução para gerenciar toda a base dos dispositivos móveis que estão dentro de uma companhia. Mas o MDM não é a única solução para lidar com o BYOD. As empresas têm tomado algumas iniciativas próprias para se adaptarem a essa cultura.

A IBM, por exemplo, lançou o Workspace, que é uma espécie de whatsapp corporativo. Se você nunca caiu na famosa pegadinha do “gemidão do whatsapp”, nunca abriu uma foto pessoal/meme na frente de outros colegas do trabalho ou mandou errado mensagens pessoais para o chefe, e obviamente passou vergonha com isso, você pode se considerar uma pessoa de sorte. O workspace promete mudar todo esse cenário, com recursos de segurança, estabilidade sistêmica e, principalmente, tecnologias cognitivas.

watson-workspace-card-460x250Funciona assim: com o e-mail da empresa, o funcionário baixa o app e o usa como um whatsapp normal. A diferença está nas vantagens de ter um sistema corporativo. Explico:

– Quando o funcionário sai da empresa e vai para um concorrente e não é removido de um grupo de conversas, ele pode continuar recebendo informações confidenciais. Com o Workspace, a partir do desligamento, o colaborador perde todo o acesso, já que o login é feito via e-mail corporativo;

– Com os recursos de inteligência artificial, a aplicação é capaz de compreender conversas e interpretar as necessidades e intenções do usuário utilizando métodos naturais de comunicação. Por exemplo, se alguém disser: “vamos marcar uma reunião para discutir mais tarde”, o sistema identifica o termo “agendar uma reunião” e ajuda a encontrar o melhor momento para continuar o compromisso;

– O funcionário pode voltar de férias e ter um resumo de todas as conversas e receber as principais ações que aconteceram e quais pessoas estiveram envolvidas.

Genial, não? A conectividade e a mobilidade são importantes para a transformação digital que temos vivido, mas é preciso que as empresas saibam como trabalhar com essa enorme carga de mudanças. Nesse sentido, novas tecnologias, principalmente as mais emergentes, como é o caso da inteligência artificial, devem ser aliadas das empresas que estão criando uma nova forma de trabalhar. Projetos como o Workspace, da IBM, são o grande exemplo de iniciativas que promovem essas mudanças. A soma dos seus diferenciais, como segurança, integração, recursos de inteligência artificial e mobilidade, permite que os funcionários se comuniquem de forma simples e segura com seus departamentos, para que possam focar em ações estratégicas que melhoram os resultados do negócio, além, claro, de permitir separar o pessoal do profissional, o que parece ser um desafio cada vez mais constante na vida de todos.

*Por Juliana Ferrari

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