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Durante toda a história, nós, mulheres, já provamos que quem tem limite é município, rs. Seja ao entrarmos com tudo no mercado de trabalho em plena primeira guerra mundial, enquanto os homens lutavam nos campos de batalha, ou nos dias atuais, em que temos a tecnologia ditando as regras, podemos dizer que se existe alguma área ou habilidade que ainda não dominamos ou estejamos presentes, pode ter certeza que existe uma mulher cavando um espacinho por ali.

Falando especificamente de TI, neste exato momento, há muitas de nós usando a tecnologia para se empoderar e empoderar outras pessoas (homens ou mulheres), o que é maravilhoso. Como a Nathalia Arcuri, jornalista de formação e digital influencer por conta do seu canal no Youtube, que possui mais de 1 milhão de inscritos (dos quais eu faço parte), interessados em aprender sobre finanças pessoais.

Outro exemplo atual é a Mariéme Jamme, senegalesa que, depois de ser abandonada e viver como refugiada, aprendeu sozinha a programar e hoje é reconhecida como a embaixadora de tecnologia pela ONU, por meio de seu projeto IamtheCODE, que ensina milhares de meninas a programarem. Demais, né?! Acho que nem preciso citar Ada Lovelace, precursora da programação, mas se você não a conhece, clique aqui!

“Programe como uma garota” é sobre representatividade

No dia 6 de março, tive oportunidade de ir ao Fórum Claudia #eutenhodireito e acompanhar discussões sobre medidas que as empresas estão tomando em prol da igualdade de gênero no ambiente corporativo. Lá, vi uma plateia composta por mulheres de diversas idades, interesses e habilidades. E o que as uniu ali, naquele salão, ia muito além de campanhas, medidas, incentivos ou divulgação de números. Elas estavam em busca de, principalmente, referências.

mulheresemtechÉ como pontuou Ana Paula Assis, gerente geral da IBM para América Latina: “Para entender o (universo) feminino, precisamos de representatividade”. Com mais de 20 anos de experiência em TI, Ana Paula conquistou o cargo de gerente geral da IBM para América Latina e reforçou, em seu discurso, a importância em representar o futuro de milhares de meninas que sonham em entrar na área.

Neste mês da mulher, escolho olhar para o copo meio cheio. Sei que ainda há muito o que precisa ser feito, mas a troca experiências e o apoio mútuo pode e vai nos levar ainda mais longe.

Vamos, juntas?

*por Gabriela Almeida

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