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Há algumas semanas me deparei com um estudo feito pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) sobre o que esperar para 2030. De previsões como o uso de impressoras 3D para transplante de órgãos a Machine learning e IA, que irão possibilitar que máquina e homem trabalhem em parceria nos escritórios, um avanço em particular me chamou atenção: o implante telefônico. Dias atrás havia assistido ao filme Vingador do Futuro, versão de 2012, e lá estava ele, implantado na mão do Colin Farrell. Foi quando me dei conta que 2030 está bem aí, na esquina.

Já os robôs, que já foram representados das mais diversas formas em Hollywood, são uma realidade e estão saindo da área de manufatura das empresas e ganhando novos espaços. De acordo com especialistas desse fórum, em 2026 robôs participariam em boards executivos de grandes empresas apoiando, com análises em tempo real, a tomada de decisões. Atualmente, robôs trabalham como assistentes financeiros, jurídicos e no auxílio em diagnósticos de doenças.

Car sharing e veículos autônomos

ezgif-4-9ab993d347Ainda segundo o relatório, a transformação nos transportes será uma das grandes responsáveis pela mudança em nosso comportamentoCompartilhar viagens é uma prática que está explodindo mundialmente e mudando o que as pessoas pensam sobre ter um carro próprio. E mais: até 2030, as pessoas poderão desfrutar seus passeios em carros autônomos, permitindo ruas menos congestionadas com mais espaço para pedestres e bicicletas e até mesmo um ar mais limpo. Esses carros usarão processadores de ponta, IA e Internet of Things (IoT) para orientá-los pela rota mais rápida de forma segura. Eles também usarão o blockchain para deduzir automaticamente as taxas de viagem das carteiras digitais ou cartões de crédito dos passageiros, e os pagamentos fluirão instantaneamente para os proprietários dos veículos.

Se passar por Washington D.C., Las Vegas ou pelo condado de Miami-Dade, você poderá ver um pouco do futuro. Procure fazer pelo menos uma viagem no Olli, um ecossistema de mobilidade autônomo da Local Motors. O Olli não tem motorista e usa IA e IoT para navegar pelas ruas e conversar com seus passageiros. E adivinha? Olli é produzido em impressoras 3D, claro!

Sensores e IoT? Sim! 

Por volta de 2020, das calçadas nas quais andamos às roupas que vestimos, mais de 1 trilhão de sensores estarão conectados. O International Data Corporation (IDC) estima que até 2020 80% de todo investimento em IoT será em aplicações B2B. A IoT será um dos principais motores da transformação digital dos próximos anos, pois permite que novos modelos de negócios surjam, possibilitando mudanças nos processos de trabalho, melhorias de produtividade, contenção de custos e experiências aprimoradas aos clientes. Muito em breve, você se verá cercado por sensores e nem se dará conta disto. Para que tudo isso seja possível o relatório do IDC também estima que o acesso a Internet será um direito básico de todo cidadão do planeta.

E quando terei meu telefone “implantável”, o motivo da minha empolgação inicial? A maioria dos pesquisados acredita que o primeiro estará disponível comercialmente em 2023 e, além de permitir que conversemos via voz, esses dispositivos permitirão que seus usuários compartilhem seus pensamentos via ondas cerebrais. Imagine as possibilidades, os desafios. Mundo virtual e real ganharão novas fronteiras. E lá estaremos nós de novo, em 2030 ou mesmo antes, aprendendo e nos adaptando.

*por Renata Mattos, líder de IBM Systems Lab Services na América Latina e adaptado pela equipe do TI+Simples. Clique aqui para ver o texto original.

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